segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Esqueça The White Stripes!! O legal agora é Band of Skulls

Esqueça The White Stripes, The Kills, The Dead Weather, e qualquer outra banda que faça um rock acompanhado com a voz de um homem e uma mulher no vocal. Tudo o que antes era legal, agora virou mais legal ainda com a chegada do primeiro disco da banda Band of Skulls!


Como eu disse no post anterior, a trilha sonora do Lua Nova - que agora eu estou viciado - fez com que eu desse uma boa procurada na internet sobre as bandas que estão contidas na trilha sonora, e mais as bandas relacionadas. Após eu conhecer o Generationals, conheci o Band of Skulls.

Formada por Russell Marsden, Emma Richardson, Matt Hayward; o Band of Skulls se formou em 2008 com o nome de Fleeing New York. Após a mudança, a banda lançou seu primeiro albúm este ano, intitulado como Baby Darling Doll Face Honey. Com um rock estilo dos anos 70, a banda faz uma música eletrizante, pesada e cheia de emoções, com as vozes acompanhando o rítimo da melodia e dos riffs. Pode-se dizer que é até uma banda "par" de The White Stripes. Para quem conhece, vai entender o porque.

A banda também fez uma faixa inédita para a trilha sonora do filme Lua Nova, como citado antes. A faixa é "Friends", e parece que vai começar a crescer depois deste acontecimento. O que podemos fazer? É ajudar a divulgar... fique com a faixa "Light of the Morning", e procure o albúm deles o mais rápido que puder!

sábado, 28 de novembro de 2009

Tardes com os Generationals

Desculpem-me pela ausência e falta de informações aqui no blog, mas como todos sabem, o fim do ano é cruel e não temos tempo livre para nada. Agora que o caos finalmente parece ter chegado ao fim, que tal uma coisa nova no seu Ipod já que você não teve tempo para procurar antes?


Depois de ver Lua Nova e ter baixado sua incrível trilha sonora, enlouqueci com os downloads de bandas que continham no albúm, e todas as outras bandas relacionadas a elas. No meio dessa sessão, acabei me dando de cara com uma banda chamada Generationals.

Formada por Ted Joyner e Grant Widmer, Generationals é uma banda indie com elementos pop, folk e disco; perfeita para você passar as tardes desse verão com suas chuvas repentinas. Parecendo uma mistura de bandas como Matt & Kim, The Shins e Of Montreal, o Generationals é a banda perfeita se você é chegado numa música boa, simples, e ao mesmo tempo, bem trabalhada.

O primeiro disco da banda, intitulado como Con Law, foi lançado esse ano, com todo um estilo dos anos 60 e uma certa depressão na voz no meio de uma música tão gostosa, que faz este disco ser a escolha perfeita para você ouvir antes de ir para aula, ou botar no carro antes de chegar no trabalho. Se quiser conhecer a banda de perto, confira abaixo a música "Angry Charlie":

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Críticas - Lua Nova

Em 2008, a diretora Catherine Hardwicke havia sido encarregada de um projeto cinematográfico adaptado de um dos maiores Best-sellers da geração, Crepúsculo, de Stephenie Meyer. Sem saber se daria muito resultado, o primeiro filme foi produzido de uma maneira mais independente, porém, totalmente fiel ao livro. Quando o filme foi lançado, Crepúsculo havia se tornado uma das maiores bilheterias do ano, e feito com que os amadores Kristen Stewart e Robert Pattinson virassem os “queridinhos” da geração. As três próximas seqüências cinematográficas, obviamente, não poderiam ficar de fora.

Este ano, a sequência Lua Nova chegou ao cinemas como um dos filmes mais esperados do ano. Dando um impulso totalmente diferente à história, e uma direção alternativa vinda de Chris Weitz, este é um filme literalmente para aqueles que leram o livro. Veja abaixo uma crítica inédita:


Depois de recuperar-se do ataque de vampiros que quase a matou, Bella decide celebrar seu aniversário com a família Cullen. Entretanto, um pequeno acidente durante as festividades faz com que ela sangre, fato que se prova intenso demais para os vampiros, que decidem deixar a cidade para o bem dela. Inicialmente de coração partido, Bella encontra conforto em uma vida despreocupada com seu amigo Jacob. Porém, quando coisas estranhas começam a acontecer na pequena cidade de Forks, Bella descobre que mais perigos dos mais variados a aguardam.

Bom, antes de analisar esse filme, precisamos analisar o livro. Criticado por muitos pela história de romance entre uma jovem e um vampiro, muitas pessoas não conseguem enxergar o que o filme realmente quer passar, pelo fato de que não leram os livros. Comentado sobre a nossa opinião dos livros há um tempo atrás aqui no Le Artists Journal, o livro Crepúsculo é um intenso livro excêntrico, que nos prende a cada página que folheamos. O filme conseguiu captar bem o que o livro quis passar, mas mesmo assim, o filme ainda não é tão tenso quanto o livro. Já em Lua Nova, ponto principal do que estamos analisando aqui, a história é totalmente diferente, e dá um elemento a mais a trama, do que simplesmente uma história de romance entre o vampiro e uma jovem. Somos introduzidos agora, a um mundo perigoso.


Lua Nova é um livro um tanto chato. Isso acontece pelo fato de que Edward vai embora, e todo aquele charme que o livro tinha sobre a relação dois, é substituído pela relação de Bella e Jacbob, que não parece nada demais, até estranhas coisas começam acontecer, e ele revela um segredo que muda totalmente o sentido da história. Porém, estamos analisando aqui o filme, e não o livro.

No filme de Lua Nova, a adaptação do livro para o filme é perfeita. Porém, graças a mudança de diretor, encontramos algumas falhas. Por ser um livro com muitas partes desnecessárias e um tanto calmo, o filme de Lua Nova mostra a mesma imagem. Há muitos diálogos, e não há muitas intrigas como antes, que nos fazia ficar presos ao filme. Mas isso não é culpa do diretor, pois afinal, o livro é assim, então não o diretor ficou sem opção. O que eu quero dizer é que há muitas cenas no livro onde Bella está passando por momentos depressivos e perigosos, que não foram apresentados com muita enfatize para o público. A direção é muito calma, e os diálogos são demorados. As cenas de mistério, intrigas e etc, não são muito diferentes das cenas calmas. O que de fato é um ponto negativo, pois, por já ser uma história mais tranqüila, o mínimo que precisávamos era um pouco mais de adrenalina nas partes mais agitadas.


O clima de filme independente também muda. Apesar de continuar com a mesma fotografia, cenário e etc, percebe-se que a qualidade da câmera é melhor, e a edição não deixou escapar nenhum detalhe do rosto das pessoas para concertar com photoshop. Sem contar que os efeitos especiais estão bem melhores (o que é um fato positivo, já que a maneira em que os vampiros voavam em Crepúsculo, era simplesmente horrível).

Apesar de ter esses pós e contrás sobre a produção deste novo trabalho, devemos levar em consideração a história, que na verdade é mais um crédito para o livro do que para o filme. A história é, digamos, mais interessante em Lua Nova. Para quem não agüentava aquela história de amor entre uma jovem e um vampiro, em Lua Nova, lidamos com coisas mais pesadas e tensas sobre mais segredos que Forks guarda, e os perigos do mundo dos vampiros. Apesar de Edwards não aparecer muito no filme, as garotas não tem o que se preocupar, pois a presença de Jacob substitui a de Edward em todos os aspectos.


Há também duas coisas que chamaram muita minha atenção no filme. A primeira, é a incrível atuação de Dakota Fanning, que segundo os tablóides, está voltando para as telas do cinema em filmes importantes, e com uma idade superior. Sua atuação é simplesmente incrível, e pode ter certeza que ficaram impressionados. Mas o mais impressionante ainda é a trilha sonora do filme. O filme todo é apresentado com faixas inéditas de The Killers, Death Cab For Cutie, Muse, OK Go, Grizzily Bear, Editors, Thom York e Lykke Li. A primeira coisa que você vai querer fazer quando chegar em casa é baixar a trilha sonora.

Então é isso. Lua Nova é um bom filme, porém, Crepúsculo continua sendo o meu favorito. Isso é pelo fato de que a história é mais tranqüila e menos excitante do que o primeiro filme. Para quem não leu os livros, talvez vão achar o filme até bem chato... por isso que digo que é mais um filme para quem leu os livros (mesmo com alguns elementos desnecessários que colocaram que não havia no livro). Mas ao mesmo tempo, é um tanto difícil comparar as obras, por que são totalmente diferentes. Tanto a direção, quanto a história. O que eu posso dizer? Bom, vejam Lua Nova e tirem suas próprias conclusões.

Nota: 7.5

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

E o melhor videoclipe do ano vai para o Flaming Lips!!!


O fim de 2009 está proximo, e todos já estão começando a fazer suas listas de melhores albúns, clipes, singles e filmes do ano. Num periodo onde bandas antigas voltaram com novos discos, uma das bandas que se destacou com seu novo albúm foi o The Flaming Lips, com o Embryonic. Já fazendo sucesso por muitos anos, em 2009, a banda liderada pelo vocalista maluco Wayne Coyne, marcou o Embryonic como o melhor albúm que a banda já fez, segundo os fãs e a crítica. Eu, pessoalmente, não consigo entender essa vibe louca que a banda passa. Já ouvi várias músicas e realmente não consigo absorver o conteúdo. Em Embryonic até que tem algumas faixas interessantes, mas mesmo assim... não. Se você gosta, bem... bom pra você, mas me lembre de não ser seu amigo. Tá, brincadeira.

No meio de toda essa polêmica sobre o novo disco do Flaming Lips, a banda lançou seu novo single que causou mais comentários ainda pela mídia. A eletrizante e última música de Embryonic, conhecida como "Watching the Planets", se tornou alvo de atenção quando Wayne Coyne, vocalista da banda, decidiu tirar sua roupa no meio do clipe. Mas o que eu posso dizer, ver o vocalista sem roupa é apenas um detalhe, pois afinal, o clipe de "Wathing the Planets" é um dos clipes mais incríveis e interessantes que já vi.

Com o elenco todo nu, somos introduzidos ao um mundo psicodélico onde Wayne Coyne está dentro de uma bolha na floresta, observando pessoas sairem de uma vagina gigante que se encontra implantada numa bola que se parece um coco. Em seguida, tudo vira uma incrível dança bizarra e eletrizante ao som de "Watching the Planets". Se você quiser aprecisar esta maravilha moderna-psicodélica, o clipe está aqui em baixo. Depois me responda, não é incrível ou não é?

Se você não conseguir ver o vídeo abaixo, clique aqui.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Do Hype a Bizarrisse


Já faz um bom tempo que nenhuma banda eletrônica indie metida à alternativa é mencionada aqui no blog. Talvez tenha sido pelo fato de que nada realmente muito interessante tenha lançado durante esse ano - não pelo menos depois dos lançamentos de Late of the Pier, Friendly Fires, Ladyhawke e Metronomy. Mas se vocês estão sentindo falta de um som mais hitzinho para tocar na trilha sonora de sua festa, apresento a vocês um cara que provavelmente muitos já ouviram falar: Frankmusik.



Produtor, compositor e vocalista britânico, Frankmusik nos trás seu primeiro disco - Complete Me - com elementos de músicas de disco dos anos 80, com uma batida alegre, dançante e eletrizante. Apesar de não seguir tendências hypes e estranhas como as bandas eletrônicas de hoje em dia, a música de Frankmusik é o suficiênte para vocês dar uma mexida nos quadris na pista de dança da sua festa. O video a cima é da música "3 Little Words".


Agora se você não vai mesmo com essa onde de música eletrônica e gente pagando de hype, ainda tem uma dica pra você que gosta das estranhisses do blog. Esta dica é The Victorian Gentlemen's English Club. Acompanhando a cena indie rock mundial, esta banda é um verdadeiro show de horrores em todos os sentidos. Com influências de bandas como Blood Red Shoes, Pete & the Pirates, e The Kills, The Victorian Gentlemen's English Club acaba de lançar seu segundo disco este ano, chamado de Love On An Oil Rig, e o single "Parrot" você pode conferir abaixo:



Espero que tenham gostado das indicações!

domingo, 8 de novembro de 2009

Crítica - Distrito 9

A saturação da ficção-cientifica e falta de criatividade dos produtores Hollywoodianos nos fazem crer que um filme que aborda um assunto como quarentenas e alieníginas, no meio de uma super produção blockbuster de efeitos especiais, seja nada mais nada a menos do que outro filme de categoria ruim, que o máximo que podemos caracterizá-lo é como um dos piores filmes do ano. Porém, ao ver Distrito 9, percebe-se que por incrível que pareça, ainda há filmes que conseguem ser criativos, originais e interessantissimos. Este é o caso de Distrito 9. Veja a crítica abaixo:


Há vinte anos atrás, uma nave alienígena desembarca na Terra. Com a nave quebrada, e sem potência alguma, os humanos o intimidam, e acabam controlando os milhões de alienígenas que encontraram na nave. Sem saber o que fazer com eles, os alienígenas se hospedam numa região chamada Distrito 9, onde lá, eles moram em condições precárias, e são totalmente excluidos da humanidade, enquanto os humanos decidem o que fazer. Até hoje, nada foi decidido, e os alienígenas, que agora são chamados de "camarões", estão sob o controle da MNU, uma empresa privada que pretende lucrar com as poderosas armas que as criaturas possuem, que só são ativadas com o DNA alienígena. Numa tentativa de transportar os alienígenas do Distrito 9 para um novo distrito, o encarregado da missão, Wikus van der Merwe da MNU é enviado com tropas para o Distrito, onde lá, acaba contraindo um virús que transforma seu ser genético no alienigena. Rapidamente, o funcionário é enviado para testes, e pretem matá-lo para pesquisas para ver como o corpo dos alienigenas funcionam. O funcionário então, começa uma corrida pela sua vida contra toda humanidade para tentar voltar a ser um humano normal. Porém, o único lugar que resta para ele no mundo é nada mais nada a menos do que o Distrito 9.


Escrito e dirigido por Neil Blomkamp, o Distrito 9 é um filme que quebra o clichê dos filmes de ficção ciêntifica que abordam o tema alienigena por diversos motivos. Ao invés dos alienigenas tacarem a terra, ou fazer um contato imediato de um dos quatro graus, o que de fato acontece nesse filme é que os alienigenas acabam caindo na Terra acidentalmente, e se vêem amendontrados e ameaçados pelos humanos, fazendo com que sejam mantidos aqui neste planeta como reféns. Além disso, as consequências desses eventos provocam situações nunca vistas antes num filme de alienigenas, como o próprio Distrito 9, que na verdade parece mais uma favela, onde lá ocorrem problemas sociais como contrabando de armas, comidas, prostituição, e etc. Há um isolamento da sociedade com os alienigenas, e uma organização que os controla, como se fossem uma prisão domiciliar.

Segundo que é um filme que pela primeira vêz ficamos do lado dos alienigenas. Após o funcionário ser infectado, os agentes da MNU não se importam com a vida do personagem e pretendem matá-lo apenas para estudar a raça alienigena. A partir desse momento, ficamos do lado do personagem, que começa uma corrida por sua vida, e vê que o único jeito de se salvar é pedindo ajuda a comunidade alienigena.


Mas não é apenas a originalidade e a criatividade que faz o Distrito 9 ser um bom filme. A direção de Neil Blomkamp se destaca também, deixando o filme mais interessante do que ele parece ser. Com muita ação, e muitos detalhes para contar, o filme todo é feito numa espécie de documentário, contando a vida do funcionário Wikus van der Merwe. O filme já começa com uma gigantesca nave alienigena flutuando em cima de uma cidade da África do Sul, e contando através de imagens amadoras feitas por camêras caseiras, que há 20 anos atrás, uma nave desembarcou na terra. Desde ai, somos introduzidos a depoimentos que os cidadões amadores, entrevistas com os familiares do funcionário, e toda a história da MNU durante esses 20 anos. Tudo parece ser realmente uma matéria jornalistica, e com o passar do filme, este estilo de filmagem vai se misturando com a direção de um filme normal. Porém, a grande movimentação de câmera, como tudo fosse filmado com uma câmera amadora, nos prende cada vêz mais, e nos fazendo acreditar que tudo aquilo que estamos vendo está realmente acontecendo em alguma parte do mundo. Sem contar da grande qualidade dos efeitos especiais.


E ainda tem mais! O grande objetivo de Distrito 9 não é apenas mostrar os alienigenas e uma grande dose de ação, mas também, o tema-chave mesmo que o filme aborda é a tolerância humana e sua ignorancia quando se trata de dinheiro e poder. Estes exemplos da competência humana são apresentados em todos os minutos do filme, tanto no começo - quando a nave chega e os humanos mantêm os alienigenas como reféns, até quando o funcionario da empresa é contaminado, e eles decidem matá-lo para entender ser DNA. Afinal, o grande objetivo da MNU é obter as armas alienigenas, que só funcionam quando são disparadas com os alienigenas, graças ao DNA deles. Tudo isso então nos leva a um final inesperado, muito criativo, e que dá toda a creditibilidade ao filme e a idéia que ele aborda.

Ou seja... Distrito 9 é aquele filme em que a frase "nunca julgue um livro pela capa" é comprovada. Apesar de ser um filme de ficção-ciêntifica, que abordam o tema de alienigenas na terra, Neil Blomkamp nos mostrou que ainda é possivel fazer um ótimo filme criativo e original nesses tempos de decepções cinematográficas. Tudo o que eu posso dizer é... vejam Distrito 9.

Nota - 7.5 / 8.0

P.S - para aqueles que já viram o filme... alguém notou que quando um dos alienigenas diz "vou voltar daqui " noa 3 anos para te salvar fim do filme - se nós fizermos a conta, o resultado dará 2012? Medo.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

The Man's Machine - Jamie T

Não cansamos de falar do Jamie T aqui, não é mesmo? Pois é... e agora que ele lançou single novo, não tem problema, a gente fala de novo! Confira!

A Temporada dos Bons Filmes

Pois é gente, 2009 está quase no fim e até agora eu não vi nenhum filme que possa ser classificado como bom. Porém, o que de fato acontece é que normalmente os bons filmes que lançaram nos anos decorrentes, acabamos assintindo-os quase seis mêses depois. Para quem acompanha o Arte à Sétima - agora, chamado de Le Artistis Journal - sabe muito bem que a lista dos dez melhores filmes de cada ano acaba sendo atualizada uns três mêses após a virada do ano. Mas enfim... após um ano de porcarias no cinema, os filmes bons estão finalmente prestes a serem lançados! Em comemoração especial do novo estilo do blog, apresento a vocês um material novo sobre os proximos filmes que vão lançar esse ano e você não pode deixar de vê-los!

Bom, começando com os filmes que serão lançados esta sexta feira, a primeira dica é (500) Dias Com Ela. Provavelmente você já ouviu falar em algum lugar sobre esse filme, ou até mesmo viu sua resenha aqui no blog, já que assistimos o filme e demos nota 10 a ele! A pergunta é... por que este filme está sendo tão esperado e tão bem comentado? Bom, a resposta está no filme em sí... no meio dos romances clichês e Hollywoodianos, (500) Dias Com Ela nos trás uma versão romantica alternativa, com uma trilha sonora e uma direção indie, estreante de Marc Webb. É um trabalho muito criativo, com um roteiro muito bem escrito, que provávelmente levará a estatueta de Melhor Roteiro Original no Oscars de 2010. Se isso não acontecer, a indústria cinematográfica está literalmente perdida. Sem contar que temos Zooey Deschanel no elenco... precisamos de outro motivo para ver? Se quiser ler a resenha que o blog fêz, clique aqui.


Já no dia 13 de Novembro, um filme muito comentado em Cannes e no Festival de Cinema do Rio de Janeiro será lançado aqui no Brasil. Falo de Aconteceu Em Woodstock, filme de Ang Lee que conta a história de um jovem que decide promover um show de rock para arrecadar dinheiro para sua casa, sem imaginar que estaria tratando do Festival de Woodstock. O filme possui um elenco de Demetri Martin, Liev Schreiber, Emile Hirsch, Jeffrey Dean Morgan, e Paul Dano. O trailer você consegue ver aqui.

Enquanto isso, no dia 20 de Novembro, lança o tão esperando Lua Nova, continuação da saga de Crepúsculo. Apesar de muita gente não gostar desse filme, o Le Artists Journal tem um certo carinho por ele, então... não pude deixar de comentar. Outro filme muito esperado é o brasileiro Do Começo ao Fim, que ano passado causou grande polêmica com seu trailer, e sua história. O filme conta a história de amor sobre dois irmãos homens, que se vêem numa relação tão forte que os dois começam a ter contatos fisícos sexuais. O filme estréia dua 27 de Novembro!

Agora, falando de filmes que não é todos que ouviram comentar, eis um filme do mesmo diretor de Donnie Darko que está prestes a lançar e parece ser muito bom! Falo do filme A Caixa, com Cameron Diaz, Frank Langella e James Marsden no elenco.


O filme conta a história de uma família que parece ser perfeita. Norma Lewis é uma professora e o seu marido, Arthur, é um engenheiro da NASA. Eles são um casal com um filho que leva uma vida normal morando no subúrbio. Tudo muda quando um misterioso homem aparece com uma proposta tentadora: a caixa. Norma e Arthur têm 24 horas para fazer a escolha. Logo eles irão descobrir que certas escolhas estão fora de seu controle e vão muito além da fortuna e do destino. O filme estréia no dia 4 de Dezembro, e o trailer você pode ver aqui (vale a pena dar uma olhada).


No dia 11 de Dezembro, um filme que parece ser muito gostoso de ver será lançado. Falo de Adam, com Hugh Dancy no papél principal. Este interpreta Adam, um rapaz solitário com síndrome de Asperger, e que ama o espaço. Quando uma jovem escritora muda para o prédio, Adam passa a ter um interesse por ela e começa a mostrar sua vida para ela. Sendo um portador de Asperger, Adam não se saí muito bem. A garota então, em vêz de recuar, acaba entrando no mundo estranho de Adam, onde os dois, passam a ter uma relação especial. Você pode ver o trailer clicando aqui.

Já no Natal, dia 25 de Dezembro, apesar de você com certeza não ir ao cinema, saiba que lançará um filme incrível e muito aguardado que você pode acabar indo ver na semana seguinte! Falo de Nova York, Eu te Amo, que dá sequência ao filme Paris, eu te Amo. O filme é uma junção de diversos curtas, feito por diferentes diretores que contaram de seus jeitos, uma história de amor na cidade de Nova York. O filme é composto por um elenco forte de Natalie Portman, Orlando Bloom, Shia LaBeouf, John Hurt, Hayden Christensen, Rachel Bilson, Chris Cooper, Ethan Hawke, Kevin Bacon, Bradley Cooper, Blake Lively, Christina Ricci; e dirigido por pessoas como Zach Braff, Mira Nair, Emanuele Crialese, Brett Ratner, Natalie Portman e Shekhar Kapur.

Bom, até ai o ano já vai ter virado, mas incríveis filmes estão na porta de 2010, prontos para serem vistos. E um deles é Onde Vivem os Monstros, que é, acredito, o filme mais comentado do ano. Este é o novo longa de Spike Jonze, adaptado de um famoso livro de criança, conhecido como Onde Vivem os Monstros. O filme conta a história de Max, um garotinho que por sua imaginação, é transportado para um mundo onde ele é o Rei dos Monstros Selvagens. O trailer é simplesmente incrível, mostrando que este filme promete, e com certeza será incrivelmente lindo. Se você ainda, não sei como, não viu, você pode ver o trailer aqui.

E para encerrar, vou comentar sobre nada mais nada a menos do que o grande ganhador do Festival de Cinema do Rio de Janeiro este ano. Falo de Os Famosos e o Duende da Morte, primeiro longa-metragem do Esmir Filho, jovem diretor brasileiro que fez famosos curtas, como O Tapa na Pantera, Saliva e Alguma Coisa Assim. O filme fala sobre um menino sem nome que conhece uma garota sem pernas, que lhe mostra um mundo no qual ele embarca como alguém que nunca mais deseja voltar à realidade. Para o menino, a vida virtual é a única verdade. Mas a garota parte para outro mundo, deixando imortalizada sua história em vídeos e fotos na web. A partida da única pessoa da cidade com quem ele se identifica deixa o menino ainda mais sozinho. Guiado pela música de Bob Dylan, ele mergulha em suas lembranças até que o surgimento de uma figura misteriosa desencadeia uma série de acontecimentos em sua vida até então previsível. O filme estréia dia 5 de Março nos cinemas.


Espero que tenham se interessado pelos filmes, e assim também, pelo novo visual do blog! Tem algum filme ai que você sabe que vai lançar e acha que devemos saber? Não deixe de compartilhar conosco!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

You've Got the Love - Florence + the Machine

Falar sobre Florence and the Machine não é nenhuma novidade, principalmente aqui no blog, que já se tornou uma das bandas favoritas, como Friendly Fires, Los Campesinos, Jamie T e etc. Depois de "Rabbit Heart" e "Drumming Song", Florence trás o single "You've Got the Love". Veja abaixo o clipe de seu novo single.

Freddy está de volta!! Chorar ou se emocionar??

Depois de O Massacre da Serra Elétrica, Halloween e Sexta Feira 13, Hollywood trás o remake de um dos clássicos de terror mais famosos de todos os tempos. Falo de Freddy Krueger, que depois de mais de sete filmes, volta ano que vem recomeçando desde o zero, e de cara nova em A Hora do Pesadelo. Porém, o que devemos esperar dessa nova cara de Freddy Krueger? Será que realmente estão tentando melhorar o filme ou estão apenas fazendo um remake apenas com fundos lucrativos, já que Hollywood anda tão desesperada e sem criatividade? O que devemos esperar? Veja abaixo uma matéria exclusiva!


Bom, não é nenhuma novidade que o império do cinema americano está em decadência. Ainda não sei como Hollywood se sustenta no meio desses filmes clichês, e blockbusters. Quando achamos que não vai ter mais jeito, um filme ou outro realmente bom acaba saindo (até fazer sucesso, e fazerem cinco sequências por razões lucrativas e sem criatvidade). Mas lógico que isso raremente acontece, e no meio de tudo isso, alguns remakes são lançados, o que é altamente desnecessário, pensando como um cinéfilo sensato. Por que isso? Bom, a resposta é nada mais nada a menos do que a cópia de um trabalho de um artista. Estamos pegando a obra de um artista e copiando, o que não dá para levar crédito algum ao segundo diretor da obra. Em alguns casos, certos filmes até funcionam. Mas fazer um remake é algo que deve ser muito analisado, e na minha opinião, só deve ser feito quando o filme realmente ficaria melhor com a produção tecnológica de hoje em dia. Ou, simplesmente a possibilidade de melhor o roteiro em grande porcentagem.

Mas no meio desse caos que Hollywood está, que só dá para investir num filme sabendo que ele será absoluto sucesso, os roteiristas andam meio sem criatividade e começaram a pegar filmes antigos para fazerem remakes. Quem sabe eles até tenham criatividade, mas como suas idéias não são clichês o suficientes para as grandes produtoras, eles não são vendidos. Mas enfim. No meio dessa história de remakes, uma onda de filmes de terror começou a ser lançada. O Massacre da Serra Elétrica foi o primeiro alvo!


Nunca vi o filme original, mas posso dizer que o remake ficou muito bom! E pronto... era só as pessoas dizerem que estava bom, que os produtores partiram para O Massacre da Serra Elétrica: O Início, que contava nada mais nada a menos do que a mesma história que era apresentada no primeiro filme. Alguns anos foram se passando e remakes como Halloween e Sexta Feira 13 foram sendo lançados. Apesar da produção de ponta, as críticas desses filmes não foram muito boas. Por que? Bom, provavelmente porque os filmes deveriam ser ruins, e segundo... estamos falando de clássicos de terror. Os primeiros filmes que fizeram pela primeira vêz o que hoje em dia consideramos clichê em um filme de terror.

Afinal, qual é o sentido de fazer um remake de um clássico? Eu digo, apesar do filme não ter tido a mesma tecnologia de ponta para a produção, o filme é bom o suficiente para ser considerado como um clássico. Por que melhorar algo que já está muito bom? Com certeza não é a procura da perfeição, pois por mais que seja um remake, uma obra original, é afinal de contas, uma obra original. E é ai então que entramos no assunto discutido deste post: A Hora do Pesadelo.


Posso te dizer que sou uma pessoa que já viu todos os filmes de terror possiveis. E ainda posso afirmar que A Hora do Pesadelo é um dos filmes de terror mais brilhantes que já vi. Não só pela originalidade e criatividade, mas como também, as cenas explicitas de assassinato e sangue. Um verdadeiro show de horrores para quem quer ver algo realmente pesado e sinístro.

Quando soube do seu remake fiquei chocado. Não poderia acreditar que estariam pegando o gênio do Freddy para fazer mais uma cópia, sendo que não precisamos de uma, já que o original é simplesmente perfeito! O fato do ator Robert Englund não ter aceitado o papel de Freddy novamente foi nobre. Mas o remake não parou, e continuou com o ator Jackie Earle Haley. Procurei ignorar a noticia, e depois de alguns meses, o trailer de A Hora do Pesadelo, que será lançado em 2010, saiu na internet. O resultado, você encontra abaixo:



Apesar de odiar remakes, e detestar a idéia de que A Hora do Pesadelo estaria passando por um, posso dizer que estou até impressionado com o trailer. Talvez seja porque a idéia do filme que está por vir estava tão negativa em minha cabeça, que achei interessante o que o trailer apresentou. Então, afinal, até onde eu quero chegar com toda essa conversa?

Pela série de A Hora do Pesadelo ser uma sequência de sete filmes, na versão original da obra, a história ficou um pouco fragmentada, e isso com certeza atingiu as continuações. A Hora do Pesadelo é meu filme de terror preferido, mas é preciso ver até o quarto volume para entender de fato o que se passa na história. Nesta versão de A Hora do Pesadelo, que está por vir, no trailer, percebe-se que todos os fatos importantes, cruciais e que dão mais destaque na história estão juntos num filme só, ao contrário do original, que estão divididos em sete. A cara de Freddy Krueger também, está modoficada. Mas se você for parar para analisar, seu rosto está muito mais chocante, realistico e assustador do que a obra original.

Talvez todos esses fatores devem ter sido favorecidos pela produção de Michael Bay, que apesar de fazer blockbusters, sabe fazer um ótimo trabalho com eles. Ou seja... A Hora do Pesadleo está vindo ai! Por mais que o original seja uma obra de arte, um remake nunca o substituirá, esta versão que está prestes a ser lançada parece estar realmente interessante! A história parece mais clara, Freddy está mais assustador, e provavelmente, as cenas de horror vão estar mais tensas, assustadoras e chocantes! Desde que a nova versão de A Hora do Pesadelo não ganhe sequências, acho que podemos esperar notas positivas para este filme!

O filme estréia no dia 16 de Abril.