<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836</id><updated>2012-01-18T19:54:05.800-08:00</updated><category term='Música'/><category term='Filmes'/><category term='Notícias'/><category term='Seriados'/><category term='Matérias'/><category term='Críticas'/><title type='text'>Arte à Sétima - Versão 4.2 (B Movies)</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>85</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-1066304903388294946</id><published>2011-11-22T16:56:00.000-08:00</published><updated>2011-11-23T07:51:30.824-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Amanhecer (Parte I)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O bullying com a saga Crepúsculo se tornou algo tão majoritário que até os próprios fãns tem vergonha de admitir que gostam da série. Apesar de eu achar uma saga fraca e cheia de babaquisses, eu procuro avaliar os filmes de uma maneira séria. Grande parte dessa atitude vem pelo fato de eu ter lido os dois primeiros livros, que apesar de eu ter achado que o primeiro volume é o único consideravelmente prestável, é de se achar pontos engraçados e positivos nos filmes. Ainda que não tenha justificação o quarto volume da série ser dividido em duas partes - não só pela falta de história mas como não possui um elo dramático forte o suficiente de séries como Harry Potter; a primeira parte de Amanhecer é, apesar de ser uma obra fraca, bastante divertida pelo fato do novo diretor ter feito algo que nenhum outro diretor tentou fazer quando adaptaram Crepúsculo para as telonas, que é fazer da saga de Crepúsculo, um filme de vampiros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 424px; height: 612px;" src="http://cinepop.com.br/cartazes/amanhecer_12.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo dirigido filmes mais sérios como Dreamgirls - Em Busca de Um Sonho e Kinsey - Vamos Falar de Sexo; Bill Condon dá à saga Crepúsculo a direção mais madura da série até então. Grande parte dessa ajuda, também, vem de como a história de Amanhecer - Parte I é apresentada, que pela primeira vez, dá avanços de maneiras significativas. Assim, Bill Condon usa essas ferramentas a seu favor e dá uma cara bastante interessante a série que pode ser facilmente distinguida em dois enredos na própria primeira parte da história.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira parte, obviamente, é o romance bobo de Crepúsculo que todo mundo conhece. A diferença aqui, é que pela primeira vez Bella Swan tem atitudes e pensamentos adultos, que visa possibilidades reais e não cai nos romances bobos que a história criou nos últimos filmes - ao contrário de Edward, que apesar de ter cento e poucos anos de idade e estar com Bella a quatro filmes, continua sendo o personagem insuportável, certinho, que acha que Bella é feita de cristal. Ainda que eles estejam prestes a se casar, Edward fica contradizendo Bella contando histórias em como ele era um assassino antigamente, e como ele tem medo de fazer sexo com ela. Algo insuportável pois ouvimos a mesma história nos últimos três filmes, e apesar de ser algo que fez Crepusculo a série que é, duvido que os fãs, agora mais velhos, ainda acham as manias de Edward "fofas". De um jeito ou de outro, Bella está muito mais adulta que Edward. Ainda que ela só tenha 18 anos, é a idade o suficiente para ela ter a consciência adulta da história em que participa e se revolta com Edward e tenta convencê-lo que sua felicidade está em seu casamento e a relação carnal dos dois. Esta insistência chega até ser divertida em certas partes do filme, onde vemos Bella se preparando para sua grande primeira noite na lua de mel, que é mostrado ao público como algo engraçado, ao mesmo tempo real e particularmente maduro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 419px; height: 279px;" src="http://cinepop.com.br/fotos2/amanhecer_28.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, o casamento e a lua de mel são fatores que desencadearão uma verdadeira história de terror. E quando eu digo terror, eu estou falando sério. Apesar de a trama começar a aparecer ridícula, ela é mostrada no filme de uma maneira um tanto sangrenta e violenta para uma saga que estava preocupada em esconder o brilho de seus vampiros, preservar o sexo antes do casamento e resumir a matança  dos chupadores de sangue em animais da floresta. E Bill Condon usa esta história a seu favor e cria uma atmosfera que se transforma Amanhecer num filme quase de terror, cheia de referencias aos cinemas de Mario Bava e Dario Argento em certos aspectos. E que história é essa, afinal? Uma versão de o Bebe de Rosemary um tanto teen, porém, muito mais sangrenta. Uma bebe mortífero que nasce em Bella, que vai crescendo rapidamente e matando ela aos poucos. E tudo isso é mostrado através de chocantes cenas onde Bella está anorexica, com cara de morta, e chega até num episódio onde ela tem que literalmente beber sangue humano para conseguir sobreviver. Estas cenas são um tanto chocantes para uma série como Crepúsculo, que ao serem dirigidas por Bill Condom numa atmosfera quase de filmes de terror B, fazem com que Amanhecer se transforme num filme quase de horror. E tudo isso acontece devido a uma direção de arte e uma fotografia voltada, pela minha impressão, à filmes de terror B italianos dos anos 70. As cenas mais berrantes que comprovam isso é o pesadelo de Bella, onde ela vê todos seus convidados mortos, formando uma pilha sangrenta de cadavers; ou até mesmo quando Bella faz o parto - um ato violento onde ela é literalmente arrombada pelo seu bebê acompanhado por gritos e um efeito especial que transforma Bella num autêntico zoombie. Ou até mesmo os próprios créditos do filme, que são escritos à Arial Black com fundo vermelho. Por mais que você esteja lendo esses eventos e achando um tanto engraçado, tente pensar num filme que não é Crepusculo que aconteça as mesmas coisas. A sensação de horror, incrivelmente, não é muito diferente do cenário que o diretor consegue criar em Amanhecer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda sim, há muita babaquisse que interfere nesta história. Primeiramente, a história insuportável dos lobos que desde o primeiro filme arranjam uma desculpa para causar uma intriga com os Cullens, provocando cenas de ações chatas e conflitos desnecessários. Ainda que formem uma boa parte da trama do filme, ver Bella doente bebendo sangue humano para satisfazer seu bebe vampiro chega a ser muito mais interessante do que ver os lobos e seus "imprinting" - relação de paixão sublime entre duas pessoas. Não seria um absurdo dizer também, que o fato de Bella ter conseguido um bebe vampiro que a está matando, faz parte da moral que Crepúsculo sempre refletiu em Edward, que é a puritanidade. Bella insiste do começo ao fim que quer ter relações sexuais com Edward, mas o vampiro sempre fica com um pé atrás em satisfazer os desejos de Bella. Logo, pode-se dizer que há uma interpretação implícita onde a natureza mãe vem castigar Bella por ter comido a fruta do pecado. Ainda que não faça parte da lógica da história, é uma interpretação possível que apesar de não ter nada a ver com a trama, é de se enxergar - principalmente quando vem de uma escritora mórmon como Stephene Meyer - e causar uma certa impressão no expectador de que Bella está sendo castigada. Tanto que o próprio Edward fica revoltado com o bebê, e as pessoas começam a chamar o bebê de feto, "coisa" e demônio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 415px; height: 189px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-dPIW2Z9lty4/TnAIRcBjbeI/AAAAAAAAAVs/9YisnQvWRnQ/s1600/BellaSick.PNG" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Felizmente, o fim de Amanhecer é bastante satisfatório. Ainda que a série não tenha mais motivos para continuar numa segunda parte, já que a última cena, para mim, chega ao nível mais avançado que a saga poderia chegar; Amanhecer conclui sua história com um grande desenvolvimento, e que apesar de ter sido vendido como um filme de romance para o público, é muito mais um filme de violência, sexo e sangue. Obviamente não chega aos pés de filmes de terror, até mesmo os de terror B; mas a tentativa de adaptação vale a pena a visita no cinema, fazendo de a primeira parte de Amanhecer o melhor filme da saga até agora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-1066304903388294946?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/1066304903388294946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=1066304903388294946' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1066304903388294946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1066304903388294946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/11/critica-amanhecer-parte-i.html' title='Crítica - Amanhecer (Parte I)'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dPIW2Z9lty4/TnAIRcBjbeI/AAAAAAAAAVs/9YisnQvWRnQ/s72-c/BellaSick.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-7821628468695401687</id><published>2011-11-19T11:55:00.003-08:00</published><updated>2011-11-19T12:06:49.723-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - A Outra Terra</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comparar A Outra Terra com Melancolia é simplesmente inevitável graças ao fato de que ambos filmes se tratam sobre a aproximação de um planeta sobre a Terra. A única diferença que faz A Outra Terra ser muito mais interessante, é que ao invés de trazer um planeta para destruir o nosso, o novo filme de Mike Cahill trás uma outra versão da nossa Terra, levantando questões se há uma outra versão de nós, se esta versão de nós é igual ou melhor que nós, e o mais importante, somos apenas um reflexo de nós mesmos? Veja o que o Arte à Sétima tem a dizer sobre A Outra Terra&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 424px; height: 626px;" src="http://collider.com/wp-content/uploads/another-earth-movie-poster-01.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim como Melancolia, A Outra Terra mostra esse evento a partir da persectiva de uma mulher, Rhoda. Esta, bem no começo do filme, provoca um acidente de carro ao se distrair com a segunda Terra que aparece no céu, matando a mulher e um filho de um músico. Quatro anos após ficar presa, esta sai da cadeia e vai para um mundo onde todos estão se questionando o que é esta segunda terra, ou Terra Dois, como chamam no filme; e quem habita ela. A pergunta para estas respostas só seram respondidas quando alguém ir para esta segunda Terra, que faz parte de uma promoção onde quem ganhar, embarcará junto com a tripulação que visitará a Terra Dois.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se sentindo culpada e com a vida arruinada por ter matado duas pessoas, Rhoda se sente deslocada em seu mundo e começa a ver a segunda Terra como uma escapatória para começar tudo de novo. Ou simplesmente querer saber se há alguém igual ou melhor que ela nesta segunda Terra. Porém, estas duvidas começam a entrar em conflito quando descobre que um dos homens que sofreu o acidente de carro está vivo e acabou de sair de um coma. Interessada, Rhoda começa a segui-lo, e após um episódio onde ela tenta contar quem ela é, ela acaba mentindo ser uma empregada que prestas serviços de casa gratuito. Estranhamente, Rhoda começa a ir uma vez por semana na casa deste homem, onde ela passa a conhecê-lo melhor e ter uma relação com ele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 395px; height: 222px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-kU3QUq-ldTo/TerZDfR2m5I/AAAAAAAACjc/kBBZp8N0kjk/s1600/another-earth-sundance.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar do filme ser sobre a relação entre Rhoda e o homem que sofreu o acidente provocado por ela - ele porém, não sabe disso; são os elementos ao redor desta história, que apesar de não serem extremamente bem desenvolvidos, fazem A Outra Terra ser um filme bastante interessante. Como a possibilidade de ir para a segunda Terra que é comparada com a teoria da caverna de Platão numa das frases do filme; ou o homem que trabalha na escola com Rhoda, que se cega e se torna surdo por não aguentar ver ele mesmo em todos os lugares; e principalmente uma das teorias que é jogada no fim do filme que no primeiro instante que as pessoas avistaram a segunda Terra, foi o momento em que a sincronia dos eventos se perderam, e quem sabem, estejam na segunda Terra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São essas e outras discussões  que fazem A Outra Terra ser um filme extremamente interessante. Ainda que joguem todas estas teorias, o roteiro brinca com todas as possibilidades, mas nunca explora nenhumda delas a fundo, para fazer com que todo aquele evento seja um mistério mágico e ao mesmo tempo apavorante - sensação que quase todos os personagens do filme vivem. Além disso, a relação entre Rhoda e o homem que foi acidentado por ela, apesar de não ser uma história intrigante, tem seu rítimo peculiar e se desenvolve com competência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 416px; height: 302px;" src="http://www.projetocinema.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Another-Earth_01.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E assim como Melancolia, Mike Cahill trás um filme bastante simples, porém, muito lindo ao mesmo tempo. Mais simples ainda que Von Trier, A Outra Terra parece ser filmado com uma 5D e uma fotografia bastante simples, que faz parecer com que tudo aquilo seja um evento extremamente real. O único efeito especial usado é a aparição da segunda Tera no céu, que por ser a própria Terra, se demonstra muito mais linda do que o planeta Melancolia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, A Outra Terra é um filme à lá Melancolia que consegue se superar por possuir uma história que levanta questões filosóficas sobre a vida ao invés de simplesmente narrar uma história de depressão - elemento que também está em A Outra Terra. Ainda que os dois filmes sejam muito diferentes, A Outra Terra se supera por ser um tanto mais inteligente. Os últimos segundos do filme, então, são simplesmente extraordinários, que dão uma reviravolta na história de uma maneira altamente significante, pedindo desesperadamente para uma continuação. Não que seja necessária, mas seria muito, mais muito interessante.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-7821628468695401687?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/7821628468695401687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=7821628468695401687' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/7821628468695401687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/7821628468695401687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/11/critica-outra-terra.html' title='Crítica - A Outra Terra'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-kU3QUq-ldTo/TerZDfR2m5I/AAAAAAAACjc/kBBZp8N0kjk/s72-c/another-earth-sundance.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-4471278160951796980</id><published>2011-11-15T13:37:00.000-08:00</published><updated>2011-11-15T14:20:04.785-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matérias'/><title type='text'>O que você ouviu, o que você não ouviu e o que você devia ter ouvido em 2011!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, o Arte à Sétima perdeu um pouco seu foco este ano devido ao tempo que se foi tomado pelas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;atividades&lt;/span&gt; da faculdade e do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;cotidiano&lt;/span&gt;, fazendo deste ano, o ano mais morno em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;atualizações&lt;/span&gt; do blog, principalmente quando se trata de música. Grande parte dessa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;desatualização&lt;/span&gt;, também, foi o fácil acesso e a grande divulgação que as bandas passaram a ter na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;internet&lt;/span&gt;, tornando o conhecimento delas muito mais fácil e óbvio para os interessados. Apesar de tudo, o Arte à Sétima nunca deixou de falar de música. E fazer um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;post&lt;/span&gt; agora sobre os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;albúns&lt;/span&gt; que mais se destacaram do ano não é só uma tarefa que estamos acostumados a fazer, mas como também, não se é todo ano que temos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Arctic&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Monkeys&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Florence&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Machine&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Kooks&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Friendly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Fires&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Kills&lt;/span&gt; e Cansei de Ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Sexy&lt;/span&gt; lançando um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;album&lt;/span&gt; novo ao mesmo tempo. Eis então alguns &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;albuns&lt;/span&gt; indispensáveis que lançaram em 2011, ou que ainda, vão lançar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://www.deathcabforcutie.com/wp-content/uploads/2011/03/codes-and-keys-cover.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Codes&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Keys&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Death&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Cab&lt;/span&gt; For &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Cutie&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que nunca gostaram muito de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Death&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Cab&lt;/span&gt; For &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Cutie&lt;/span&gt; - ou simplesmente não conhecem; o último lançamento deles é a oportunidade perfeita para passarem a gostar. Sendo um dos meus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;albuns&lt;/span&gt; mais aguardados de 2011, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Codes&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Keys&lt;/span&gt; é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;albúm&lt;/span&gt; que trás um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;indie&lt;/span&gt; rock calmo, porém, extremamente emocionante e envolvente. Afinal, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Death&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Cab&lt;/span&gt; For &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Cutie&lt;/span&gt; é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Death&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Cab&lt;/span&gt; For &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Cutie&lt;/span&gt;, e suas comparações ficam nos próprios lançamentos, devido ao som tão especifico que fazem. Para aqueles que tem uma noção, este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;albúm&lt;/span&gt; é uma boa mistura de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Transatlanticism&lt;/span&gt; com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Narrow&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Stairs&lt;/span&gt; - o espírito mais "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;raís&lt;/span&gt;" da banda equilibrado com uma "modernidade" trazida com o tempo de formação da banda. Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;album&lt;/span&gt; calmo, que não dá sono e ao mesmo tempo, atinge os cantos mais extremos da alma. Simplesmente fantástico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-kRLFBy9v554/TfFcIHKs2KI/AAAAAAAAGlg/Dh0QzR99ae0/s1600/Foster-The-People-Torches.jpeg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Torches&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;People&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pouco foi se falado do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;People&lt;/span&gt; aqui no blog, mas não demorou muito para que o mundo falasse por mim. Sendo praticamente a banda mais comentada de 2011, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;People&lt;/span&gt; é praticamente o melhor lançamento do ano. Misturando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;indie&lt;/span&gt; rock com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;pop&lt;/span&gt;, a banda deixa de lado rótulos e manias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;hypes&lt;/span&gt;, que apesar de carregar o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;gênero&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;indie&lt;/span&gt; na alma, faz um som extremamente original, criativo, bem feito e envolvente. Não há muito o que se falar, apenas o que se ouvir. E se você ainda não ouviu, corra, pois não sabe o que está perdendo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-YQjxMlTafCA/TeLN4K066iI/AAAAAAAAN3o/0cLDNFQs4lc/s1600/The-Kills.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;Blood&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;Pressures&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;Kills&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se tem uma coisa que eu adoro no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;Kills&lt;/span&gt; é sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;ligeiridade&lt;/span&gt; de lançar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;albuns&lt;/span&gt;. Com aproximadamente oito anos de existência, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;Kills&lt;/span&gt; chega este ano com seu quarto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;albúm&lt;/span&gt;. E o melhor de tudo é que eles estão sempre se superando. Apesar de ter certas diferenças em cada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;album&lt;/span&gt; que lançam, eles sempre fazem melhor a cada lançamento. E &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Blood&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;Pressures&lt;/span&gt; não é diferente. Apesar de ser bastante diferente do anterior, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;Midnight&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;Boom&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;Blood&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;Pressures&lt;/span&gt; consegue ser extremamente envolvente e emocionante e bastante singular quando se trata de rock'n &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;roll&lt;/span&gt;. Uma banda muito rotulada como estranha que desta vez, chega em seu auge tanto de reputação quanto qualidade sonora. Uma pérola do rock'n &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;roll&lt;/span&gt; moderno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://miojoindie.files.wordpress.com/2011/05/ff-pala.jpg?w=490&amp;amp;h=490" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pala&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Friendly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;Fires&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que acompanham o blog faz tempo, sabe que muito foi se falado de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;Friendly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Fires&lt;/span&gt; por aqui. Afinal, não há como negar. Eles foram a banda mais badalada de 2008. O que acontece, porém, é que desta vez, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;Friendly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;Fires&lt;/span&gt; voltou, só que muito, mas muito diferente - uma junção criativa de música &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;indie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;eletrônica&lt;/span&gt; com samba e música africana. Já era algo de se esperar depois do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;single&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;Kiss&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_94"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_95"&gt;Life&lt;/span&gt;, mas devo dizer que a originalidade de Pala é tão singular que muitas vezes chega a ser perigosa para a banda. O que não deixa, porém, de fazer com que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_96"&gt;albúm&lt;/span&gt; tenha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_97"&gt;ótimas&lt;/span&gt; faixas. O que fica meio estranho ai, é tentar juntar Pala com o nome do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_98"&gt;Friendly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_99"&gt;Fires&lt;/span&gt; - uma junção que apesar de não parecer combinar muito, é de extremo bom gosto&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://cdn.idolator.com/wp-content/uploads/2011/09/florence-and-the-machine-Ceremonials.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_100"&gt;Ceremonials&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_101"&gt;Florence&lt;/span&gt; + &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_102"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_103"&gt;Machine&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devo admitir que não estou ouvindo muito o novo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_104"&gt;album&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_105"&gt;Florence&lt;/span&gt;. Não é nem uma questão de gosto, mas sim, após tantos lançamentos emocionantes no mesmo ano, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_106"&gt;Ceremonials&lt;/span&gt; chegou no fim de tudo, com um som que já &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_107"&gt;conheciamos&lt;/span&gt; e que não chegou ao patamar dos outros lançamentos. O que não deixa, porém, de ser um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_108"&gt;album&lt;/span&gt; incrível. Com a mesma sonoridade de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_109"&gt;Lungs&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_110"&gt;Florence&lt;/span&gt; trás um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_111"&gt;album&lt;/span&gt; mais calmo, assim por dizer, em relação aos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_112"&gt;instrumentos&lt;/span&gt;, onde percebemos menos tambor e arpa e mais piano e guitarra. Há também uma certa semelhança entre as faixas, que apesar de deixarem o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_113"&gt;album&lt;/span&gt; mais cansativo, não fazem com que as faixas sejam ruins. O que fazem mesmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_114"&gt;Ceremonais&lt;/span&gt; ser deixado um tanto de lado, é a emoção que ficou no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_115"&gt;Lungs&lt;/span&gt; e que não se repetiu aqui. De um jeito ou de outro, é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_116"&gt;album&lt;/span&gt; que merece ser ouvido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://www.oesquema.com.br/urbe/wp-content/uploads/2011/08/therapture_inthegraceofyourlove.jpeg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_117"&gt;In&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_118"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_119"&gt;Grace&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_120"&gt;Of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_121"&gt;Your&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_122"&gt;Love&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_123"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_124"&gt;Rapture&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É extremamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_125"&gt;dificil&lt;/span&gt; falar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_126"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_127"&gt;Rapture&lt;/span&gt; sem você ter ouvido sua discografia. Uma banda tão peculiar que possui dois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_128"&gt;albuns&lt;/span&gt; extremamente diferentes, que parecem se juntar neste terceiro, resultando um dos melhores alguns de 2011. Sendo o primeiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_129"&gt;album&lt;/span&gt; um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_130"&gt;indie&lt;/span&gt; rock barulhento, cheio de berros e ao mesmo tempo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_131"&gt;eletrizante&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_132"&gt;In&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_133"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_134"&gt;Grace&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_135"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_136"&gt;Your&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_137"&gt;Love&lt;/span&gt; pega essas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_138"&gt;caracteristicas&lt;/span&gt; e as deixam mais comportadas graças a influencias mais dance e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_139"&gt;pop&lt;/span&gt; dos anos 70 e 80 que vem de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_140"&gt;Pieces&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_141"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_142"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_143"&gt;People&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_144"&gt;We&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_145"&gt;Love&lt;/span&gt;, segundo álbum da banda. O resultado final é um som que pela primeira vez, não é um som mais do mesmo, mas sim, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_146"&gt;albúm&lt;/span&gt; onde a banda pela primeira vez parecem saber o que estão fazendo. Se você não conhece o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_147"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_148"&gt;Rapture&lt;/span&gt;, que comece por este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_149"&gt;album&lt;/span&gt;. Um disco onde todas as faixas são compostas por uma mistura de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_150"&gt;indie&lt;/span&gt; rock e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_151"&gt;pop&lt;/span&gt; num clima extremamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_152"&gt;eletrizante&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://blog.invisiblecreature.com/wp-content/uploads/2010/01/YoungTheGiant_Cover.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_153"&gt;Young&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_154"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_155"&gt;Giant&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_156"&gt;Young&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_157"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_158"&gt;Giant&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_159"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_160"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_161"&gt;People&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_162"&gt;Young&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_163"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_164"&gt;Giant&lt;/span&gt; é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_165"&gt;coincidentemente&lt;/span&gt; o melhor lançamento de 2011. Uma banda que trás um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_166"&gt;indie&lt;/span&gt; rock tranquilo, mas que é extremamente potencializado pela voz do vocalista &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_167"&gt;Sameer&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_168"&gt;Gadhia&lt;/span&gt;, dando uma energia emotiva as faixas. Sem contar que todas as faixas são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_169"&gt;ótimas&lt;/span&gt; - uma mistura de Come &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_170"&gt;Around&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_171"&gt;Soundown&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_172"&gt;Kings&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_173"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_174"&gt;Leon&lt;/span&gt; com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_175"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_176"&gt;Pigeon&lt;/span&gt; Detectives, e muito original ao mesmo tempo. Assim como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_177"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_178"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_179"&gt;People&lt;/span&gt;, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_180"&gt;album&lt;/span&gt; obrigatório que se deve ouvir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://blogs.pop.com.br/musica/wp-content/uploads/2011/04/21-Adele.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;21&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_181"&gt;Adele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que não há dúvidas de que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_182"&gt;Rolling&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_183"&gt;in&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_184"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_185"&gt;Deep&lt;/span&gt; foi praticamente o melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_186"&gt;single&lt;/span&gt; de 2011. Não só &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_187"&gt;Rolling&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_188"&gt;in&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_189"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_190"&gt;Deep&lt;/span&gt;, mas como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_191"&gt;Rumour&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_192"&gt;Has&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_193"&gt;It&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_194"&gt;Someone&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_195"&gt;Like&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_196"&gt;You&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_197"&gt;Waiting&lt;/span&gt; são faixas extremamente envolventes que fazem 21 ser um dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_198"&gt;albuns&lt;/span&gt; mais emocionantes do ano. Afinal, o que é a voz desta mulher? A inveja é tanta que agora ela não pode cantar por um ano graças a uma doença que ela pegou na garganta, que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_199"&gt;afetou&lt;/span&gt; as cordas vocais. Enquanto isso, a gente vai curtindo 19 e 21, dois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_200"&gt;albuns&lt;/span&gt; que fazem de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_201"&gt;Adele&lt;/span&gt; uma das melhores cantoras no circuito musical mundial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://www.adayinthelife.com.br/wp-content/uploads/2011/08/The-Kooks-Junk-of-the-Heart2.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_202"&gt;Junk&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_203"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_204"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_205"&gt;Heart&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_206"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_207"&gt;Kooks&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_208"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_209"&gt;Kooks&lt;/span&gt; sempre foi uma boa banda mas que nunca despertou um sentimento de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_210"&gt;fãn&lt;/span&gt; em mim. Até já cheguei a ir no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_211"&gt;show&lt;/span&gt; quando eles passaram aqui pelo Brasil, mas devo admitir que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_212"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_213"&gt;Kooks&lt;/span&gt; ficava para a trilha sonora de determinados momentos. Tudo muda, porém, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_214"&gt;Junk&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_215"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_216"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_217"&gt;Heart&lt;/span&gt;. Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_218"&gt;album&lt;/span&gt; que apesar de ter as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_219"&gt;caracteristicas&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_220"&gt;tipicas&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_221"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_222"&gt;Kooks&lt;/span&gt;, são muito mais trabalhadas e muito mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_223"&gt;evoluidas&lt;/span&gt;, fazendo deste não só o melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_224"&gt;albúm&lt;/span&gt; da banda até agora, mas como também, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_225"&gt;album&lt;/span&gt; mais diferentes deles. Não ouvimos só o vocalista com seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_226"&gt;violãosinho&lt;/span&gt;, mas sim, chegamos a ter violinos, e até batidas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_227"&gt;eletrônicas&lt;/span&gt; em algumas faixas. Uma evolução altamente necessária que caiu como luva. Muito bom!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://www.galeriadorock.org.br/site/images/stories/colaboradores/arctic-monkeys-suck-it-and-see.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_228"&gt;Suck&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_229"&gt;It&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_230"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_231"&gt;See&lt;/span&gt; - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_232"&gt;Arctic&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_233"&gt;Monkeys&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_234"&gt;Humbug&lt;/span&gt;, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_235"&gt;Arctic&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_236"&gt;Monkeys&lt;/span&gt; entrou em processo de reabilitação por muitos fãs. Não que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_237"&gt;terceitro&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_238"&gt;album&lt;/span&gt; da banda seja ruim, mas o impacto que ele causou depois de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_239"&gt;albuns&lt;/span&gt; como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_240"&gt;Whatever&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_241"&gt;People&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_242"&gt;Say&lt;/span&gt; I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_243"&gt;Am&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_244"&gt;That&lt;/span&gt;'s &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_245"&gt;What&lt;/span&gt; I'm &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_246"&gt;Not&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_247"&gt;Favourite&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_248"&gt;Worst&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_249"&gt;Nightmare&lt;/span&gt;, foi um processo que deu uma leve dor de barriga em todos, pois demorou para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_250"&gt;diregir&lt;/span&gt;. O resultado dessa história se concluiu em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_251"&gt;Suck&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_252"&gt;It&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_253"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_254"&gt;See&lt;/span&gt;, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_255"&gt;albúm&lt;/span&gt; que apesar de não chegar aos pés da primeira fase dos macacos, é um álbum bom de se ouvir. Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_256"&gt;album&lt;/span&gt; mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_257"&gt;pop&lt;/span&gt;, com melodias mais interessantes que chegam ter muitas vezes uma veia de rock'n &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_258"&gt;roll&lt;/span&gt; britânico dos anos 60. Para quem estava cantando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_259"&gt;Crying&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_260"&gt;Lightning&lt;/span&gt; no mar com raios de efeitos especiais precários, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_261"&gt;Suck&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_262"&gt;It&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_263"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_264"&gt;See&lt;/span&gt; é um grande alívio refrescante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://www.israbox.com/uploads/posts/2011-10/1318762819_bombay-bicycle-club-a-different-kind-of-fix-2011.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_265"&gt;Different&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_266"&gt;Kind&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_267"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_268"&gt;Fix&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_269"&gt;Bombay&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_270"&gt;Bicycle&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_271"&gt;Club&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se tem uma coisa que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_272"&gt;Bombay&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_273"&gt;Bicycle&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_274"&gt;Club&lt;/span&gt; consegue ser, é original. E apesar de ter se voltado para a música &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_275"&gt;folk&lt;/span&gt; no segundo álbum, é neste terceiro que a banda revela seus lados mais criativos. Bem diferente dos anteriores, A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_276"&gt;Different&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_277"&gt;Kind&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_278"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_279"&gt;Fix&lt;/span&gt; mistura os elementos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_280"&gt;indies&lt;/span&gt; com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_281"&gt;pop&lt;/span&gt; das maneiras mais criativas e originais entre todas as bandas de tal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_282"&gt;gênero&lt;/span&gt; que já ouvi. Ainda que trazem um sentimento um tanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_283"&gt;melancolico&lt;/span&gt; - assim como todos os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_284"&gt;albuns&lt;/span&gt;, é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_285"&gt;album&lt;/span&gt; muito gostoso e bom de se ouvir. Chega até ficar um pouco &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_286"&gt;dificil&lt;/span&gt; de se explicar o porque o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_287"&gt;albúm&lt;/span&gt; é bom, então, o que eu peço é que ouçam o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_288"&gt;album&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/61GJ%2Bpf5FfL._SL500_AA300_.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;La &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_289"&gt;Liberacion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_290"&gt;CSS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da grande maioria dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_291"&gt;fãns&lt;/span&gt; ter se revoltado com a banda com a chegada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_292"&gt;Donkey&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_293"&gt;CSS&lt;/span&gt; sempre foi uma banda com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_294"&gt;albuns&lt;/span&gt; interessantes. La &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_295"&gt;Liberacion&lt;/span&gt; não é diferente. As cinco primeiras faixas remeta facilmente o antigo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_296"&gt;CSS&lt;/span&gt;, com faixas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_297"&gt;indie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_298"&gt;electro&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_299"&gt;pop&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_300"&gt;ótima&lt;/span&gt; qualidade (e com ajudas  de bandas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_301"&gt;internacionais&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_302"&gt;significativas&lt;/span&gt;), se concluindo com outras faixas levemente interessantes, que apesar de não estar no patamar da primeira parte do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_303"&gt;albúm&lt;/span&gt;, se resulta como outro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_304"&gt;album&lt;/span&gt; interessante da banda. É facilmente o lançamento mais fraco do grupo, mas não deixa de ser mais um disco do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_305"&gt;CSS&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Mzpkp-eloG4/TWF42eCXkcI/AAAAAAAAAlU/-KXfDgU-cl4/s1600/LLAlbumCover500.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_306"&gt;Wounded&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_307"&gt;Rhymes&lt;/span&gt; -&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_308"&gt;Lykke&lt;/span&gt; Li&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_309"&gt;Lykke&lt;/span&gt; Li sem com que a tenha ouvido é uma tarefa um tanto complicada devido a originalidade da banda e os diversos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_310"&gt;gêneros&lt;/span&gt; que se pode &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_311"&gt;caracterizá&lt;/span&gt;-la. Fazendo um som que mistura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_312"&gt;indie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_313"&gt;pop&lt;/span&gt;, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_314"&gt;folk&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_315"&gt;MPB&lt;/span&gt; à lá França, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_316"&gt;Lykke&lt;/span&gt; Li volta desta vez potencializado, fazendo um som muito mais agitado e emocionante, tornando sua melodia muito mais criativa e interessante. Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_317"&gt;album&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_318"&gt;impossivel&lt;/span&gt; de descrever, que só dá para compreender quando ouvido. Um dos lançamentos mais interessantes de 2011.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/519DPqN24CL._SL500_AA300_.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_319"&gt;El&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_320"&gt;Camino&lt;/span&gt; - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_321"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_322"&gt;Black&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_323"&gt;Keys&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pouco conhecia sobre o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_324"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_325"&gt;Black&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_326"&gt;Keys&lt;/span&gt; até a chegada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_327"&gt;Brothers&lt;/span&gt;, que foi na minha opinião, o melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_328"&gt;album&lt;/span&gt; de 2010. O que antes era uma banda de rock e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_329"&gt;blues&lt;/span&gt; cujas faixas mal se diferenciavam de tão iguais que eram, a banda foi realmente mudar com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_330"&gt;Brothers&lt;/span&gt;, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_331"&gt;album&lt;/span&gt; onde o rock e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_332"&gt;blues&lt;/span&gt; foram trabalhados de maneiras belíssimas, com uma diferenciação de faixas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_333"&gt;significativas&lt;/span&gt;, fazendo do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_334"&gt;album&lt;/span&gt; uma obra deliciosamente original. E para a surpresa de todos, a banda anunciou o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_335"&gt;proximo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_336"&gt;album&lt;/span&gt;, chamado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_337"&gt;El&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_338"&gt;Camino&lt;/span&gt;. Com o primeiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_339"&gt;single&lt;/span&gt; já lançado, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_340"&gt;Lonely&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_341"&gt;Boy&lt;/span&gt;, percebemos que a banda se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_342"&gt;potencializou&lt;/span&gt; com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_343"&gt;Brothers&lt;/span&gt; e trouxe o resultado dessa evolução com este novo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_344"&gt;album&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_345"&gt;El&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_346"&gt;Camino&lt;/span&gt;. O lançamento, que chega no dia 6 de Dezembro, é o melhor presente de Natal que podemos ganhar. Fiquem ligados!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 346px; height: 346px;" src="http://www.muzplay.net/sites/default/files/images_2011_03/justice-audio-video-disco.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_347"&gt;Audio&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_348"&gt;Video&lt;/span&gt; Disco&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Justice&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de muito tempo sem nenhuma novidade, o Justice finalmente chega com seu segundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_349"&gt;album&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_350"&gt;Audio&lt;/span&gt; Disco &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_351"&gt;Video&lt;/span&gt;. Sendo a única banda de música "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_352"&gt;eletrônica&lt;/span&gt;" que eu gosto que não tenha vocais, o Justice parece ter lançado um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_353"&gt;ótimo&lt;/span&gt; disco pelas poucas coisas que eu ouvi. Infelizmente, ainda não tive a oportunidade de ouvir, mas assim que conseguir, minha opinião estará na barra do menu do blog no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_354"&gt;On&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_355"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_356"&gt;Jukebox&lt;/span&gt;. De um jeito ou de outro, não há como não mencionar seu lançamento aqui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-4471278160951796980?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/4471278160951796980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=4471278160951796980' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/4471278160951796980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/4471278160951796980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/11/o-que-voce-ouviu-o-que-voce-nao-ouviu-e.html' title='O que você ouviu, o que você não ouviu e o que você devia ter ouvido em 2011!'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-kRLFBy9v554/TfFcIHKs2KI/AAAAAAAAGlg/Dh0QzR99ae0/s72-c/Foster-The-People-Torches.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-1662391114953610248</id><published>2011-11-06T07:13:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T19:02:21.360-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - O Preço do Amanhã</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tempo é dinheiro é o dilema inspirado para o novo filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Andrew&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Niccol&lt;/span&gt;, O Preço do Amanhã; uma mistura de ficção &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ciêntifica&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;thriller&lt;/span&gt; que se passa num mundo futurista onde as pessoas param de envelhecer com 25 anos de idade e começam a passar a ter um certo tempo restante de vida. Esse tempo, porém, depende de sua classe social. Quanto mais rico se for, mais tempo se tem e quanto mais pobre é, mais &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;difícil&lt;/span&gt; é de se conseguir tempo. E tudo isso acontece devido ao capitalismo que é controlado pelo tempo. Em vez de dinheiro, se usa o tempo. Quanto mais tempo se tem, mais você vive.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 430px; height: 598px;" src="http://collider.com/wp-content/uploads/in-time-movie-poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;promissa&lt;/span&gt; para o filme é algo altamente interessante e levanta questões morais e críticas ao sistema capitalista. Quando foca na trama principal, onde um sujeito pobre literalmente ganha um século de tempo, a história ganha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;personalidade&lt;/span&gt; quando homens começam a ir atrás dele para pegar esse tempo e ele sequestra a filha de um homem poderoso para usar ela de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;refém&lt;/span&gt; para conseguir sobreviver. Infelizmente, o roteiro segue com diversas falhas e uma conclusão totalmente moralista em relação ao desfecho que propõe, sendo este, extremamente anarquista, fazendo de O Preço de Amanhã um filme um tanto delicado, mas ao mesmo tempo, muito peculiar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com aproximadamente quarenta primeiros minutos geniais, O Preço de Amanha nos mostra uma história onde a diferença das classes sociais são extremas devido ao tempo que se gasta e ganha. Os pobres, por exemplo, com apenas alguns dias em seus relógios, vão ganhando muito pouco e vão sobrevivendo enquanto podem. Já os ricos, ganham muito e gastam muito mais. Como uma cerveja num bar no bairro dos pobres que custa "trinta minutos" e no bairro dos ricos custa "dois dias". Essa diferença drástica são uma grande crítica ao sistema &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;capitalisa&lt;/span&gt;, principalmente quando eles se dividem em cidades, que no filme, são chamados de "Fusos Horários". Resumindo, quem tem mais dinheiro é quem vive mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 431px; height: 287px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/intime_2.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo, o filme abre diversas questões sociais interessantes, como os "Homens do Minuto", que são policias do tempo que tentam controlar os "ladrões de tempo". Afinal, tempo é precioso, logo, muito tempo que é dado para alguém sem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;justificativa&lt;/span&gt; pode ser perigoso. Eles são como os controladores da bolsa de valores, só que do tempo. Há também os &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;hábitos&lt;/span&gt; sociais entre os pobres e os ricos, onde os pobres fazem tudo com muita pressa e "vivem" mais por terem uma vida mais emocionante e com mais coisas a perder - sentimento que a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;refém&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Justin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Timberlake&lt;/span&gt; possui em relação aos pobres já que ela pertence ao fuso horário dos ricos, que fazem tudo devagar pois eles tem muito tempo a perder. E é ai que entra a história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Will&lt;/span&gt; Salas, interpretado por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Justin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Timberlake&lt;/span&gt;, que após ajudar um cara com um século de tempo fugir de ladrões, ele ganha esse tempo do cara, e logo, os Homens Minuto começam a ir atrás dele. E é ai que ele foge para uma outra cidade, que é a cidade dos ricos, onde todos tem mais de cem anos de tempo e sequestra a filha de um poderoso homem para usar de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;refém&lt;/span&gt; - lembrando que quando eu digo rico eu quero dizer que tem muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo até ai havia dado um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;ótimo&lt;/span&gt; filme, até o roteiro querer envolver algo que está além da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;promissa&lt;/span&gt; central de sua história. Sendo um filme sobre um cara que sequestra uma garota para fugir de caras que estão atrás dele por ele ter ganhado muito tempo de vida, o filme tenta virar uma espécie de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Bonny&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Clyde&lt;/span&gt; que se perde ao tentar resolver o problema social dos pobres em vez de tentar resolver o problema dos personagens. Se o filme simplesmente continuasse num estilo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Bonnye&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Clyde&lt;/span&gt;, onde o rapaz e a menina se apaixonam e começam a uma luta de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;sobrevivência&lt;/span&gt;, não duvido que o filme seria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;ótimo&lt;/span&gt;. Infelizmente, eles tentam resolver a questão "capitalista" do tempo ao acabar com os ricos e dar mais tempo aos pobres para sobreviver, pois não é justo milhares de pessoas morrerem para um homem ser imortal. Não que isso seja certo, mas a "solução" que o filme propõe é extremamente anarquista quando os heróis do filme são na verdade bandidos que assaltam bancos para roubar e distribuir o tempo para os pobres. Ou seja, puro caos. Sem contar que os problemas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Will&lt;/span&gt; Salas não se resolvem, eles simplesmente continuam, porém, com um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;objetivo&lt;/span&gt; de ajudar outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 426px; height: 294px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/precodoamanha_7.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, há muitas coisas boas que se podem tirar do filme. Primeiramente, o primeiro terço do filme é genial e revela todos os lados positivos que eu disse anteriormente. Segundo, o filme é extremamente bem feito, tanto na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;direção&lt;/span&gt; quanto na fotografia e o figurino. Ao fazerem um mundo futurista controlado por um capitalismo onde o dinheiro é tempo, O Preço de Amanhã lembra um Alphaville do Godard em relação a direção de arte. Amanda Seyfried, também, nunca apareceu tão linda num filme - e coincidentemente, falando de Alphaville, ela está o clone de Ana Karina, atriz muito usada por Godard nos anos 60. Sem contar os atores, que é formado por um elenco extremamente bonito e elegante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, O Preço de Amanhã é um filme muito interessante, porém, altamente radicalista em pontos negativos, tornando assim, uma obra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;razoável&lt;/span&gt;. Facilmente seria dita como lixo, mas a complexidade de sua obra, por mais defeituosa que seja em certos pontos, é ao mesmo tempo, muito criativa e muito ousada. O que realmente pecou é seu desfecho, que é tão crítico quanto a proposta do inicial do filme. De um jeito ou de outro, o tempo que se gasta vendo O Preço de Amanhã é no mínimo interessante. Se você está disposto a gastar esse tempo, a escolha é sua.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-1662391114953610248?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/1662391114953610248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=1662391114953610248' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1662391114953610248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1662391114953610248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/11/critica-o-preco-do-amanha.html' title='Crítica - O Preço do Amanhã'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-5606598120828259994</id><published>2011-11-05T11:03:00.000-07:00</published><updated>2011-11-05T11:12:06.951-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - A Pele Que Habito</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sensação que temos quando o novo filme de Pedro Almodovar começa, é que estamos entrando num território exótico e desconhecido. Reconhecido por fazer filmes de forma kitsch, o diretor espanhol usa desta vez suas peculiaridades de forma sútil que, para contar uma obra de terror, transforma A Pele Que Habito numa verdadeira experiência cinematográfica. Um filme instigante, provocativo, que apesar de estar tratando um assunto extremamente violento, consegue se demonstrar como um filme exótico, peculiar, e altamente interessante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 422px; height: 595px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-w2nTQfJdLiA/TlLZYxGNExI/AAAAAAAAAUA/NUi1SoqTCbI/s1600/poster-movie-La-Piel-que+-Habito-pedro-almodovar-2011-www_lylybye_com.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imaginar A Pele Que Habito sendo feito nos anos 50 ou anos 30 é uma tarefa extremamente fácil devido a maneira como o diretor escolhe mostrar seu filme – uma obra que apesar de ter sua personalidade às avessas, consegue se preocupar mais em usar uma mise en scene voltada para as cores e formas de maneiras sutis e equilibradas em frente a câmera. Aliais, A Pele Que Habito é um filme extremamente complexo em questão de cores e formas. Uma direção de arte altamente pensada que dá contrastes fortes no meio de um cenário totalmente pensado e bem elaborado em relação a história que se conta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que fica interessante no filme é que as cores mais inapropriadas para um filme de terror dão vida a uma história tenebrosa e chocante, fazendo do filme uma obra extremamente instigante. E o que seria isso? Um Frankenstein e um Médico e o Monstro moderno e colorido. Uma história de um cirurgião plástico que deseja se vingar dos homens que violentaram sua filha. Mas o filme vai além disso. É uma busca de identidade, tanto interna quanto externa. A pele mostra ser o que somos, e ao mesmo tempo, esconde os nossos mais sombrios segredos. E a forma como isso é criada no novo filme de Almodovar acontece numa fórmula extremamente interessante e chocante, fazendo da experiência do filme uma experiência única, que junto com as cores e formas do filme, fazem de A Pele Que Habito um filme que transcende questões como o cinema pela arte e o cinema pelo entretenimento – este é nada mais nada a menos que a experiência cinematográfica em seu auge.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 418px; height: 276px;" src="http://cinemaeafins.com/files/2011/04/La-Piel-que-Habito_04.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mais interessante de tudo, ainda, é a reação do público em relação ao novo filme de Almodovar. Apesar de ser um filme de fato chocante e para alguns, desconfortável, é uma experiência onde, como eu disse, muito mais cinematográfica do que narrativa. Pode ser chocante ver o que se esconde por trás das peles dos personagens do filme, mas o fetiche criado na elaboração da cena em sí e sua forma fílmica, fazem de A Pele Que Habito um filme impossível de tirar os olhos da tela. E não há nenhuma inovação técnica criada por Almodovar. É o filme pelo filme, a forma pela história. Uma conexão criada da tela para o expectador com os mais requisitados cuidados, que não pede atenção ou bagagem intelectual de quem assiste. É um filme para ser visto e apreciado. Aqueles que saem da sala ou acham o filme uma obra estranha, não poderiam ser permitidos a entrar no cinema para ver qualquer filme. Não é uma questão de revolta cinéfilia, mas simplesmente a desilusão do que essas pessoas tem sobre o cinema. E A Pele Que Habito é puro cinema. É de se entender que tenham certas reações com filmes como Árvore da Vida, mas deixar esse filme para trás para elogiar obras sem muito poder como Drive, é simplesmente inexplicável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Pele Que Habito é por fim, o cinema pelo cinema, a arte pela arte, a experiência cinematográfica em sí. Não se assiste filmes para se divertir ou pensar, apenas para apreciar. E A Pele Que Habito transcende todas essas questões. Ainda que tenha deixado um pouco a desejar nos seus últimos cinco minutos, não se pode parar de pensar a obra inteira completa. É sem dúvida, um dos melhores – se não o melhor, filme do ano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-5606598120828259994?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/5606598120828259994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=5606598120828259994' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/5606598120828259994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/5606598120828259994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/11/critica-pele-que-habito.html' title='Crítica - A Pele Que Habito'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-w2nTQfJdLiA/TlLZYxGNExI/AAAAAAAAAUA/NUi1SoqTCbI/s72-c/poster-movie-La-Piel-que+-Habito-pedro-almodovar-2011-www_lylybye_com.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-7935378543687952388</id><published>2011-10-30T10:33:00.000-07:00</published><updated>2011-11-10T19:03:21.930-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Drive</title><content type='html'>De vez em quando aparece umas “surpresas” no cinema que acabam surpreendendo o público e a critica devido a uma série de fatores que o filme proporciona. Depois de muita propaganda, estes filmes caem nos ouvidos do povo como bons, e acabam sendo as obras mais esperadas do ano. O que sempre devemos ter cuidado ai, é que só porque dizem que é bom, não significa que ele realmente seja. Não que aconteça com frequência, mas definitivamente é algo que aconteceu com o filme Drive.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 423px; height: 624px;" src="http://omelete.uol.com.br/images/galerias/Drive/Drive-poster-12Ago2011.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geralmente as pessoas vem e perguntam do que o filme se trata. No caso de Drive, é sobre um cara que dirige. A pergunta é: dirige o que? A resposta para tal questão fica tão aberta quanto a definição do personagem interpretado por Ryan Gosling. Um sujeito misterioso, meio bad-ass que presta diversos serviços envolvendo carros, mas que nunca revela uma verdadeira identidade. Tudo o que sabemos é que ele é bom com o carro. Ele participa do submundo de roubo de Los Angeles, é duble em acidentes de carros em filmes, concerta carros num mecânico e corre em corridas. Quem ele é e o que o motiva a fazer essas coisas é um mistério. Tudo o que sabemos é que quando o contratamos, ele segue um dilema de que “ele será seu por apenas cinco minutos onde você pode contar com ele para tudo dentro desses cinco minutos, caso o contrário, a pessoa está por sua conta”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até ai, não temos problema algum. Afinal, o filme se inicia com uma ótima sequência envolvendo o roubo de uma loja e uma fuga de carros com a policia que termina com um ótimo desfecho. O problema começa a aparecer mesmo é quando este acaba se envolvendo com sua vizinha, Irene. Interpretada por Carey Mulligan, os dois iniciam um romance fraco, vazio e sem química que começa a ter problemas com a volta do marido de Irene da prisão. Este está envolvido com pessoas perigosas que podem machucar Irene e sua filha. E sendo Ryan Gosling o personagem versátil que interpreta, ele tenta ajudar o marido de Irene, mas acaba entrando numa verdadeira enrrascada. É ai então que do meio para o filme, uma história extremamente violenta se inicia onde Ryan Gosling simplesmente vira um assassino lunático lutando pela sua sobrevivência. Algo que não seria um problema se soubéssemos direito quem é o personagem de Gosling e o que ele está sentindo. A falta de identidade acaba afetando a história quando uma hora vemos um rapaz inteligente e dócil e na outra vemos ele pisando em cima da cabeça de um cara até sua face virar um prato de sopa de sangue.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 417px; height: 232px;" src="http://themodernguilt.files.wordpress.com/2011/10/drive-movie.png" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E tudo isso acontece num estilo abordado pelo diretor que não dá certo. Com uma história onde nunca parece ter tido uma identidade certa, o diretor Nicolas Winding Refn tenta fazer de Drive um filme à lá David Lynch com elementos Tarantinescos – uma fórmula interessante que provavelmente daria certo em outros filmes mas que é pobremente usada em Drive. Apesar de vemos uma Los Angeles escura e misteriosa, o diretor escolhe todas as trilhas erradas, fazendo com que a sensação de que a música com não combina com a cena seja constante no filme inteiro. Sem contar a violência que aparece de forma radical e inesperada no filme. Para um filme que era sobre um “cara que dirige”, as cenas explícitas de pessoas levando facadas na cara fica um tanto radical no filme, causando uma sensação no espectador de que não sabemos mais que tipo de filme estamos vendo. Esta sensação é provavelmente o sentimento mais forte que acompanha o expectador durante toda a projeção de Drive.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E para aqueles que não concordam comigo e dizem que eu não entendi o filme, não há nada o que não entender. Os elementos interessantes estão lá, eles só foram usados de maneiras erradas. Há cenas muito boas no filme, mas infelizmente, são breves e poucas. São elas e a ótima atuação de Ryan Gosling que conseguem salvar o filme. O resto, está mais para drive thru do que Drive... algo que se digere que nem vale a pena sair do carro para saborear direito.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-7935378543687952388?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/7935378543687952388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=7935378543687952388' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/7935378543687952388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/7935378543687952388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/10/critica-drive.html' title='Crítica - Drive'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-9124488152322451202</id><published>2011-10-18T16:48:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T16:59:43.349-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Do Começo ao Fim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Achei interessantíssimo o fato das críticas caírem em cima do filme Do Começo ao Fim quando o longa foi lançado. Depois de toda a polêmica sobre o incesto homossexual e o belo video promocional do Youtube que virou hit na internet, muita gente caiu em cima do filme por dizer que o assunto tratado estava mal desenvolvido. O que a maioria não vê, porém, é que o assunto tratado não se importa de ser um assunto, mas um fato que é desenvolvido sem preconceitos, sem censura e sem medo de chocar. Muito pelo contrário, é uma grande história de amor cujos aqueles que procuram que o tema homossexual tenha mais liberdade no cinema, não conseguem enxergar que está é um dos melhores exemplos ja feitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 416px; height: 616px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/S7E1TNHZhtI/AAAAAAAAAIU/k2WDO9x7q6Y/s1600/do-comeco-ao-fim-poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez o grande erro de distribuição e marketing ai tenha sido ter vendido o filme como um filme sobre homossexualidade e incesto. Obviamente o diretor Aluizio Abranches não escolheu tal temas apenas porque queria fazer algo diferente, mas isso não significa que tal tema tenha que ser tratado como um tabu. Aliais, é assim que o filme começa. Lindas cenas que se botam em risco por transformar a aproximação de duas crianças uma situação estranha e desconfortável. Esse sentimento, porém, não tem como não sentir, pois não se trata apenas de dois meninos, mas sim, duas crianças cheias de apelo sexual. Há tanto uma fala em particular que é extremamente desnecessária, quando um dos irmãos diz "um pintinho mais um pintinho é um pintinho e um pintão" apontando para o irmão. Mas isso é apenas o começo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando um parente da família morre, anos depois, o elo sexual dos irmão finalmente parece florescer - se é que já não tinham florescido antes, mas tudo leva a entender que é a partir daquele momento que eles estão "livres". O que começa com uma cena de nudismo se torna uma seqüência sexual ousada, mas que o amor e o tema romântico conseguem falar muito mais alto do que as carnes explicitamente expostas em frente a câmera. Posso admitir que uma ou duas cenas são desnecessárias, mas não pela antipatia com a cena - caso o contrário, nem veria o filme; mas sim, por simplesmente não acrescentar nada a trama. Por outro lado, os conflitos e o romance consegue falar muito mais alto nessas cenas, fazendo com que os dois rapazes revelem uma relação extremamente bela, íntima e intensa, que cortam automaticamente os tabus que giram em torno de homossexualidade e principalmente incesto. E não porque Aluizio Abranches explora pouco. Vemos beijos e órgãos sexuais, mas a relação é infinitamente mais forte, fazendo o filme o que ele é. Até mesmo o pai, depois de todos esses anos, parece já entender a relação dos filhos. E tudo isso é reforçado no último terço do filme quando acompanhamos o conflito interno de um dos irmãos que ficou no Brasil enquanto o outro está na Russia, treinando para as olimpíadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 422px; height: 269px;" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2009/05/12/12_MHG_docomecoaofim.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mais interessante de tudo, ainda, são os atores. Até onde eu sei, nenhum deles é homossexual e ainda eles se entregam com paixão aos seus personagens, realizando as cenas de um modo que fazem o filme ser o que é. Obviamente, tratar essas questões se tornam ridículas, principalmente no mundo do cinema e do teatro, onde a maioria se destacam com uma diversidade sexual significativa. Porém, isso não deixa de fazer com que a performance de Josão Gabriel Vasconcelos e Rafael Cardoso não entram em destaque. É bem provável que dois atores homossexuais não teriam conseguido criar a intensidade que estes dois atores criaram.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já Aluizio Abranches, não é preciso dizer mais nada. É responsável por criar essa bela obra com temas extremamente fortes e transportar para a tela as coisas mais importantes e belas que devem ser tiradas de tais temas. Não só isso, mas é também responsável por uma delicadeza que além de ser ousada, também consegue ser extremamente intensa. Quem aproveita bem, são aqueles que olham a obra com os respectivos olhares.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-9124488152322451202?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/9124488152322451202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=9124488152322451202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/9124488152322451202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/9124488152322451202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/10/critica-do-comeco-ao-fim.html' title='Crítica - Do Começo ao Fim'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/S7E1TNHZhtI/AAAAAAAAAIU/k2WDO9x7q6Y/s72-c/do-comeco-ao-fim-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-3134696631532127114</id><published>2011-09-18T19:48:00.000-07:00</published><updated>2011-11-15T14:40:01.169-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Best Coast - Para dançar e chorar.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Best&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Coast&lt;/span&gt; não é nenhuma novidade pra quem está antenado nas novidades mais inusitadas do ano no mundo da música. Para aqueles que não conhecem, porém; ou simplesmente já ouviram falar mas nunca pararam para ouvir, esta é uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ótima&lt;/span&gt; oportunidade para conhecer, ou simplesmente conhecer melhor. Afinal, viciamos em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Best&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Coast&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 415px; height: 415px;" src="http://www.mbvmusic.com/wp-content/uploads/2010/06/best-coast-crazy-for-you-cover-art.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o primeiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;album&lt;/span&gt; lançado em 2010, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Crazy&lt;/span&gt; For &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;You&lt;/span&gt; é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;album&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;constituído&lt;/span&gt; por faixas melancólicas sobre o amor mal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;correspondido&lt;/span&gt; e paixões &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;platônicas&lt;/span&gt;. O que fica diferente, porém, é que as músicas são melodias felizes e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;nostalgicas&lt;/span&gt; a base de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;indie&lt;/span&gt; rock &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;pop&lt;/span&gt; que mistura a música dos anos 60 com musicas de praia. O resultado é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;album&lt;/span&gt; que dá vontade de cantar, dançar e ao mesmo tempo entrar na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;bad&lt;/span&gt; e se lembrar de alguma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;crush&lt;/span&gt; que você teve por alguém. Não que isso seja uma coisa boa mas o fato da música conseguir te causar os dois sentimentos ao mesmo tempo, fazem com que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Best&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Coast&lt;/span&gt; seja uma banda deliciosa de ouvir ao mesmo tempo, altamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;viciante&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 401px; height: 267px;" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/_/53067809/Best+Coast+PNG.png" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A banda é formada pela vocalista &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Bethany&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Cosentino&lt;/span&gt; e pelo multi-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;instrumentalista&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Bobb&lt;/span&gt; Bruno. Ambos conseguem trazer um som estilo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;She&lt;/span&gt; &amp;amp; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Him&lt;/span&gt;, porém, com efeitos de bandas como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Generationals&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Girls&lt;/span&gt; ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Pains&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Being&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Pure&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;at&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Heart&lt;/span&gt;. As faixas curtas e com letras &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;fáceis&lt;/span&gt; de se lembrar fazem com elas fiquem na cabeça facilmente. Sua sonoridade divertida, então, faz você querer ouvir diversas vezes seguidas. Quem gosta de tais bandas mencionadas, baixar o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;album&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Best&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Coast&lt;/span&gt; é uma obrigação, pois eu, pessoalmente, acho eles melhor do que tais bandas mencionadas. Veja abaixo um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;clipe&lt;/span&gt; recente deles dirigido pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Drew&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Barrymore&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Atores&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Kick&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Ass&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Teenwolf&lt;/span&gt; estão no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;video&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/fvUtidZkqw4" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-3134696631532127114?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/3134696631532127114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=3134696631532127114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3134696631532127114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3134696631532127114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/09/best-coast-para-dancar-e-chorar.html' title='Best Coast - Para dançar e chorar.'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/fvUtidZkqw4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-1983901264451520452</id><published>2011-09-12T13:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-12T13:37:15.744-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seriados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matérias'/><title type='text'>True Blood: Quarta Temporada - o que aconteceu, o que não aconteceu e o que vai acontecer!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos assuntos paralelos do Arte à Sétima é a série &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Blood&lt;/span&gt;. Para aqueles que não acompanham, já houve um &lt;a href="http://arteasetima.blogspot.com/2010/09/true-blood-uma-breve-analise-da.html"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;post&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; no ano passado &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;incentivando&lt;/span&gt; a assistir a série por diversos motivos. Já para aqueles que gostam, acreditam que também ficam interessados pela nossa opinião tanto quanto a dos filmes. Agora que a quarta temporada acabou, nada como fazer um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;review&lt;/span&gt; de tudo o que aconteceu na série, e obviamente, o que aconteceu no último episódio. Aqueles que ainda não chegaram na quarta temporada, estão na metade e principalmente não viram o último episódio, este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;post&lt;/span&gt; não é aconselhável pelo uso de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;spoilers&lt;/span&gt;. Caso o contrário, confira o que o Arte à Sétima tem a dizer!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 422px; height: 622px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ujAMtBQajgw/Td8IgabSsKI/AAAAAAAAAzc/ENwpYITW46E/s1600/TB03.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Blood&lt;/span&gt; começou com uma simples série de vampiros onde estes haviam se revelado para o mundo graças a invenção do sangue sintético conhecida como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Blood&lt;/span&gt;, fazendo com que o uso humano para alimentação dos vampiros fosse desnecessária. Centrada no interior de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Louisiana&lt;/span&gt; em um romance entre uma telepata com um vampiro, a série foi abrindo portas para um mundo mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;sexy&lt;/span&gt; e tenebroso de lobisomens, pessoas que se transformam em animais ou panteras, fadas e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;demônios&lt;/span&gt; antigos. Sendo este o ponto mais forte da série, muita gente não gostou da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;piração&lt;/span&gt; da terceira temporada que envolveu a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Sookie&lt;/span&gt; sendo uma fada, apesar de eu ter achado sensacional. Abrindo muitas portas para diversos problemas, o fim da terceira temporada foi praticamente um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;cliff&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;hanging&lt;/span&gt; por além de não ter &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;concluído&lt;/span&gt; muita coisa que havia começado na temporada, havia aberto mais portas para o que poderia acontecer, como a revelação de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Lafayette&lt;/span&gt; sendo um bruxo e Bill ter se interessado por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Sookie&lt;/span&gt; por interesses da rainha, apesar de ter se voltado contra ela no fim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E é nesse pretexto que se inicia a quarta temporada. Porém, o fato de ter se passado um ano quando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Sookie&lt;/span&gt; volta para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Bon&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Tomps&lt;/span&gt; fez com que a série jogasse com apostas altas, pois havia muita coisa para se explicar. Afinal, Sam tinha atirado no irmão, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Lafayette&lt;/span&gt; era um bruxo e Bill havia se revelado um impostor ao se apaixonar por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Sookie&lt;/span&gt; para descobrir o que ela é mas acaba se voltando com a pessoa que o mandou fazer isso e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Jason&lt;/span&gt; começou a cuidar da &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;família&lt;/span&gt; Pantera de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Crystal&lt;/span&gt;. Não se pode deixar um espaço de um ano entre uma temporada e outra sem responder essas perguntas. Felizmente, o fato da história ter andado um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;pouco&lt;/span&gt; sem com que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;nós&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;sabemos&lt;/span&gt; o que aconteceu foi um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;ótimo&lt;/span&gt; pretexto para fazer com que a série esteja cheia de novidades. Afinal, a série começou com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Jason&lt;/span&gt; sendo policial, Sam indo num grupo de reabilitação junto com outros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;metamórfos&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Tommy&lt;/span&gt; morando com a mãe de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Hoyt&lt;/span&gt;, Tara numa outra cidade namorando uma menina; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Arlene&lt;/span&gt; já com o bebe nascido, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Lafayette&lt;/span&gt; começando a se interessar por bruxaria e o mais importante, Bill sendo o rei de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Louisiana&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 423px; height: 191px;" src="https://lh5.googleusercontent.com/-2P4nKttcLnk/Tgj09egb8GI/AAAAAAAAA50/eu_5iIrg7zA/s04e01-1.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, apesar de estar cheio de novidades, o começo da quarta temporada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Blood&lt;/span&gt; teve um desenvolvimento um tanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;bagunçado&lt;/span&gt;, onde muita coisa que apareceu acabou não servindo para nada, como Bill pegando várias garotas na cidade, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Eric&lt;/span&gt; comprando a casa de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Sookie&lt;/span&gt; para ela ser dele, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Sookie&lt;/span&gt; indo no mundo das fadas e até mesmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Jason&lt;/span&gt; sendo sequestrado pelos irmãos panteras para se tornar um que nem ao menos isso acabou acontecendo! Já outros acontecimentos que pareciam não servir para nada, acabou tendo desfechos incríveis, como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Tommy&lt;/span&gt; voltando para os pais que acabou desencadeando o assassinato deles e todo o lance do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;skinwalker&lt;/span&gt;, que achei que foi um dos pontos mais fortes dessa temporada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora falando das principais tramas dessa temporada. Primeiramente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Eric&lt;/span&gt; perdendo a memória. O terceiro episódio onde mostra o que acontece com ele depois de tal evento é simplesmente fantástico. Infelizmente, todo aquele humor acabou se desencadeando por um romance paralelo entre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Sookie&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Eric&lt;/span&gt; que eu, particularmente, achei &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;ridículo&lt;/span&gt;. Tudo bem que muita gente ama o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Eric&lt;/span&gt; e estava torcendo para que isso acontecesse, mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Blood&lt;/span&gt; não é seriado de romance e em todas as temporadas a série jamais deu espaço para isso acontecer, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;excessão&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Jéssica&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Hoyt&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;Jason&lt;/span&gt; e algumas mulheres que ele pegava. Além de todo aquele lance de "vamos ser um só", o romance de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Eric&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;Sookie&lt;/span&gt; não acrescentava nada na temporada enquanto todo mundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;tava&lt;/span&gt; se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;fodendo&lt;/span&gt; com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;Marnie&lt;/span&gt;, que era outra história que não ia nem pra frente e para trás. Falando dela agora, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;Blood&lt;/span&gt; nunca teve um vilão tão chato desde a primeira temporada. Quando nos falaram que a quarta temporada ia ser de bruxas, imaginei que fosse uma loucura total, que nem a terceira temporada mostrou. Infelizmente, a bruxa acabou sendo uma chata que precisou de um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;espírito&lt;/span&gt; pra ficar perigosa, e quando ficou do mal, ficou se escondendo e aprisionando os outros. Tudo bem que ela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;proporcionou&lt;/span&gt; eventos geniais, como o feitiço de fazer todos os vampiros irem encontrar o sol, resultando naquele final incrível onde &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;Jéssica&lt;/span&gt; sai para fora de casa de dia e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;Jason&lt;/span&gt; pega ela; e a cena do cemitério, onde &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;Sookie&lt;/span&gt; leva um tiro no fim do episódio. Tirando isso, ela só serviu pra ficar fazendo os outros de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;refém&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 417px; height: 181px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-XA7WobOECFA/TkMHzoSiVYI/AAAAAAAABBE/N6k8kg3rujI/s1600/4073.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E falando em bruxa, já não bastasse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;Marnie&lt;/span&gt; ser uma chata, mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;Lafayette&lt;/span&gt; não aprendeu nada. Quando Jesus havia falado que ele tinha poder para ser um bruxo no fim da terceira temporada e começou esta quarta indo a encontros de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;wiccans&lt;/span&gt;, imaginei que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Lafayette&lt;/span&gt; ia começar a ser alguém importante na série, mas ele é a mesma pessoa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;medrosa&lt;/span&gt; do começo ao fim. Jesus, por exemplo, ficou muito mais empenhado em fazer as coisas acontecerem, e não ensinou nada para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;Lafayette&lt;/span&gt;. Simplesmente decepcionante. Quando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;Blood&lt;/span&gt; tratou de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;demônios&lt;/span&gt;, ele realmente fez um ritual satânico; quando se tratou de lobisomens, era uma fortaleza de lobisomens; quando se tratou de fadas, era literalmente um mundo de fadas; mas quando se tratou de bruxas, houve muita faladeira e pouca coisa pra ver. Outra coisa que deixou a desejar também foi o bebe de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;Arlene&lt;/span&gt;. Quando ele começou a fazer coisas estranhas e escrever na parede "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;not&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;your&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;baby&lt;/span&gt;", acreditei mesmo que algo do mal estaria relacionado com ele. Mas foi ai que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;começou&lt;/span&gt; a aparecer mulher negra cantando em francês. O episódio em que ela possui &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Lafayette&lt;/span&gt; é muito bom, mas apesar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;proporcionar&lt;/span&gt; um bom episódio, não contribui muito para a temporada, e mais uma vez, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;Lafayette&lt;/span&gt; não aprende nada e Jesus continua resolvendo as coisas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, houve conflitos interessantes. Um deles foi o de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;Alcide&lt;/span&gt; que se preocupava com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;Sookie&lt;/span&gt;, fazendo com que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;Debbie&lt;/span&gt; despertasse um ciume violento. O negócio do grupo de lobisomens também foi bastante interessante e até achei que eles iam ter uma participação mais importante relacionado a guerra dos vampiros e das bruxas. Infelizmente, esta história só pecou no fim quando o ex namorado de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;Luna&lt;/span&gt; fica com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_94"&gt;Debbie&lt;/span&gt;. E falando em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_95"&gt;Luna&lt;/span&gt;, ela foi um dos meus personagens preferidos dessa temporada. Ela não é só interessante e divertida mas fez com que Sam finalmente se tornasse uma pessoa boa e legal, ao contrário da terceira temporada inteira. E nesse pretexto entra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_96"&gt;Tommy&lt;/span&gt;, também, que após matar os pais, se tornou um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_97"&gt;skinwalker&lt;/span&gt;. Como eu disse anteriormente, eu achei que este foi um dos pontos mais fortes dessa temporada, pois foi algo que eu realmente não estava esperando! Infelizmente, o coitado morre. Porém, acho que sua morte fez da vida de Sam mais humana e natural. Apesar de ter criado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_98"&gt;demônios&lt;/span&gt; para se lembrar, criou uma certa paz na vida de Sam, principalmente agora com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_99"&gt;Luna&lt;/span&gt; ao seu lado. E falando em romance, outra história que eu gostei bastante foi o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_100"&gt;triangulo&lt;/span&gt; amoroso entre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_101"&gt;Jessica&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_102"&gt;Jason&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_103"&gt;Hoyt&lt;/span&gt;. Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_104"&gt;ótimo&lt;/span&gt; conflito que se desenvolveu de forma divertida e chocante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 419px; height: 178px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-j9eHg6oG8Hc/Tk17lILEeVI/AAAAAAAABB8/i5irWcT9OhU/s1600/4083%2Bcopy.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há outras coisas importantes que ficou um pouco apagado no fim da temporada, que foi o fato do mundo inteiro estar contra os vampiros depois do ataque de Russel na televisão. Este era um ponto forte no inicio da temporada, mas que ficou mais apagado com o desenvolver por causa da história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_105"&gt;Antonia&lt;/span&gt;. Porém, o acontecimento naquela festa de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_106"&gt;Tolerância&lt;/span&gt; onde ela possuiu os vampiros e atacou todo mundo também vazou para a televisão e nada foi comentado. Será que eles vão guardar isso pra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_107"&gt;proxima&lt;/span&gt; temporada?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falando do último episódio agora, eu fiquei extremamente satisfeito. Não estava achando a quarta temporada uma temporada muito boa por todos esses &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_108"&gt;fatores&lt;/span&gt; que acabei de dizer, mas seu fim fez toda essa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_109"&gt;trajetória&lt;/span&gt; valer a pena. Ao contrário do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_110"&gt;season&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_111"&gt;finale&lt;/span&gt; da terceira temporada, neste, todas as histórias que começaram na terceira e principalmente na quarta temporada, se resolvem de maneira quase pacifica e extremamente emotiva. Apesar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_112"&gt;Marnie&lt;/span&gt; ter &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_113"&gt;possuido&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_114"&gt;Lafayette&lt;/span&gt;, o que eu tinha achado extremamente desnecessário, ela acabou decidindo ir para o "além" depois de uma incrível cena onde os mortos vem ajudar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_115"&gt;Sookie&lt;/span&gt; e Tara. O aparecimento de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_116"&gt;Adele&lt;/span&gt; na cena, avó de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_117"&gt;Sookie&lt;/span&gt;, quase me provocou lágrimas. Além disso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_118"&gt;Sookie&lt;/span&gt; finalmente decidiu colocar um fim nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_119"&gt;demonios&lt;/span&gt; que a atormentava e colocou um fim nas possibilidades de ter Bill ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_120"&gt;Eric&lt;/span&gt; em sua vida. Bill já nem tem o direito de fazer mais isso, mas depois de tudo o que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_121"&gt;Sookie&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_122"&gt;Eric&lt;/span&gt; tiveram nessa temporada, acredito que ele virou apaixonado o suficiente para se tornar uma nova pessoa e respeitar as vontades de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_123"&gt;Sookie&lt;/span&gt;. Felizes também terminaram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_124"&gt;Jason&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_125"&gt;Jessica&lt;/span&gt;, assim como Sam e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_126"&gt;Luna&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_127"&gt;Alcide&lt;/span&gt; também decidiu tirar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_128"&gt;Debbie&lt;/span&gt; de sua vida, e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_129"&gt;Arlene&lt;/span&gt; agora finalmente viu o fantasma de seu ex-marido que veio plantar coisa na cabeça dela de que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_130"&gt;Terry&lt;/span&gt; é perigoso. Jamais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_131"&gt;poderiamos&lt;/span&gt; pensar isso de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_132"&gt;Terry&lt;/span&gt;, mas afinal, quem é aquele cara que decidiu aparecer neste episódio? Já o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_133"&gt;Lafayette&lt;/span&gt;, coitado, vai ter que viver só com o espírito de Jesus. Pelo menos o poder que ele tem vai servir pra alguma coisa depois e ele não vai ter que se lamentar de ter matado seu namorado, já que ele "convenceu" &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_134"&gt;Lafayette&lt;/span&gt; de que está bem onde está e que sempre estará com ele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 422px; height: 194px;" src="https://lh5.googleusercontent.com/-IdwaNPkSsQk/ThTZrj-6Z9I/AAAAAAAAA9M/K1NzT7OvwZo/402-3.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora falando em morte, eu estou profundamente perturbado. Antes de sair o episódio eu fui ver no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_135"&gt;Twitter&lt;/span&gt; o que o pessoal dos Estados Unidos tinha achado do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_136"&gt;season&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_137"&gt;finale&lt;/span&gt; e então, li algum idiota postando R.I.P Tara. Eu fiquei extremamente chocado, mas já tinha pensado que isso poderia ser uma possibilidade para ela pois acreditava que ela não conseguiria ser feliz num mundo onde ela é ameaçada constantemente por vampiros. Porém, neste último episódio ela demonstra que um novo começo pode acontecer, e meu... o que foi aquela última cena? &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_138"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_139"&gt;Blood&lt;/span&gt; nunca teve um episódio tão humano, dando finais felizes para todos. Sobrou até pra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_140"&gt;Pam&lt;/span&gt; que ficou chorando pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_141"&gt;Eric&lt;/span&gt; que estava apaixonado por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_142"&gt;Sookie&lt;/span&gt;, seguido por um abraço da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_143"&gt;garçonete&lt;/span&gt;. Ficar moendo o episódio inteiro o quanto a vida deles são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_144"&gt;miseraveis&lt;/span&gt; mas que no fim, pode dar tudo certo, como podem ter matado a Tara daquele jeito? E não é triste, é simplesmente dolorido de se ver. A cena é crua e rápida, e acaba com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_145"&gt;Sookie&lt;/span&gt; gritando "alguém, por favor, nos ajude", pois ela sabe que não há ninguém para salvá-los daquele mundo. Tudo isso fez com que este seja o melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_146"&gt;season&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_147"&gt;finale&lt;/span&gt; da série, e quem sabe, o melhor episódio de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_148"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_149"&gt;Blood&lt;/span&gt;. Pelo menos a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_150"&gt;Sookie&lt;/span&gt; matou a vagabunda da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_151"&gt;Debbie&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, antes que começamos a chorar aqui, vamos falar dos ganchos que este episódio deixou. Pelo fato da temporada ter resolvido todos os conflitos tanto da terceira mas como da quarta temporada, os ganchos, apesar de ser interessantes, nos dão fôlego para aguentar esperar um ano. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_152"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_153"&gt;Blood&lt;/span&gt; sempre acabou com finais que abrem portas para novos acontecimentos, mas a maneira como acabou a terceira temporada fez com que um ano de espera fosse uma verdadeira tortura. Agora, apesar dos misteriosos acontecimentos como o reverendo da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_154"&gt;Fellowship&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_155"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_156"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_157"&gt;Sun&lt;/span&gt; que havia desaparecido, retornar como vampiro e um suposto lobisomem ir atacar o Sam, o rumor que estavam comentando finalmente apareceu: Russel está de volta! Não imaginei que eles já iam mencionar nesta temporada, mas pelo visto, cabeças vão rolar. E o fato da mulher da Autoridade ter morrido, acredito que muitas portas sejam abertas para Bill e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_158"&gt;Eric&lt;/span&gt;. Quem sabe uma parceria?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 417px; height: 173px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-syRGHkaIjeI/TmBSgWhomTI/AAAAAAAABjE/SaVpzwSa0mg/s1600/4111%2Bcopy.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumindo, a quarta temporada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_159"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_160"&gt;Blood&lt;/span&gt; é provavelmente a melhor de todas as temporadas. Acredito que ela esteja praticamente empatada com a terceira temporada por mais que muitos tenham achado que a terceira temporada é uma loucura total. Mas é essa loucura que faz &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_161"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_162"&gt;Blood&lt;/span&gt; ser o que é. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_163"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_164"&gt;Blood&lt;/span&gt; não é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_165"&gt;Crepusculo&lt;/span&gt; ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_166"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_167"&gt;Vampire&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_168"&gt;Diaries&lt;/span&gt;! &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_169"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_170"&gt;Blood&lt;/span&gt; é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_171"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_172"&gt;Blood&lt;/span&gt;! E o que ficou extremamente forte nessa temporada foi que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_173"&gt;Allan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_174"&gt;Ball&lt;/span&gt;, depois de toda aquela maluquice, deixou o mundo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_175"&gt;True&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_176"&gt;Blood&lt;/span&gt; muito mais humano em nos apresentar conflitos entre casais, novos romances e mortes significantes. Por mais que tenha sido a temporada mais fraca sobre o conceito de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_177"&gt;bad&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_178"&gt;things&lt;/span&gt;, foi uma temporada para nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_179"&gt;concientizarmos&lt;/span&gt; que eles, apesar de tudo, ainda são humanos. E por mais que o desenvolver da temporada não tenha deixado isso tão claro, esse episódio foi o mais humano de todos. E o final com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_180"&gt;Sookie&lt;/span&gt; gritando por ajuda para ninguém, é um dos finais mais incríveis que eu já vi em qualquer outra série. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_181"&gt;Parabens&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_182"&gt;Allan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_183"&gt;Ball&lt;/span&gt;; parabéns &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_184"&gt;HBO&lt;/span&gt;... nos vemos na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_185"&gt;proxima&lt;/span&gt; temporada!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-1983901264451520452?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/1983901264451520452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=1983901264451520452' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1983901264451520452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1983901264451520452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/09/true-blood-quarta-temporada-o-que.html' title='True Blood: Quarta Temporada - o que aconteceu, o que não aconteceu e o que vai acontecer!'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ujAMtBQajgw/Td8IgabSsKI/AAAAAAAAAzc/ENwpYITW46E/s72-c/TB03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-4071057993805488775</id><published>2011-09-08T16:07:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T17:50:24.823-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Upcoming 2011</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se tem uma coisa que começou bem na nova década, foi o cinema. Aqueles que dizem o contrário ou não estão vendo os filmes certos ou simplesmente não estão vendo filme algum. É muito fácil falar das grandes obras do cinema como Coppola, Godard, Leone, Tarantino, entre outros. Conhecê-los é o dever de todo cinéfilo, mas isso não quer dizer que devemos ignorar o que está por vir. Ano passado tivemos filmes importantíssimos, como A Rede Social e A Origem, que apesar de serem sinônimos de Oscars tiveram sua importância gravada pelos nomes que fizeram as obras. Países estrangeiros mostraram coisas interessantes também, como Tio Bonomee e Amores Imaginários. Até o Brasil entrou nesta lista com Tropa de Elite 2, o maior sucesso blockbuster do país, anunciado oficialmente a cultura de ser ver filmes brasileiros no cinema, tendo esse número triplicado neste ano com milhares de filmes nacionais sendo exibidos pelo país. Sem contar o 3D, que teve um grande espaço no mercado cinematográfico, tendendo a aumentar muito mais a cada ano que passa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E as coisas não param por ai. Apesar de estarmos em Setembro de 2011, já temos obras importantíssimas este ano como Melancolia e Árvore da Vida. Porém, quando vi o que ainda está para lançar nos cinemas este ano, fiquei impressionado com a quantidade de filmes interessantes que foram produzidos e ainda não lançaram, mas que são alvos de prêmios em festivais internacionais. Eis aqui uma breve lista de alguns filmes que eu selecionei que você não pode perder quando estes forem lançados!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 599px;" src="http://www.onlinemovieshut.com/wp-content/uploads/2011/04/another-earth-poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/qB50aBrHbu4" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Another&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Earth&lt;/b&gt; é um filme de drama misturado com ficção ciêntifica muito parecido com Melancolia, que conta a história do aparecimento de uma outra Terra ao lado da nossa e um acidente de carro provocado por uma estudante. Tendo sua participação no Sundance Film Festival desse ano, o filme aborda questões sobre a vida, o "outro eu" e a chance de recomeçar novamente num lugar diferente. O filme foi dirigido pelo iniciante Mike Cahill, com William Mapother (Ethan do Lost) e Brit Marling (Community). Infelizmente, ainda não há previsão para o filme chegar no Brasil. Enquanto isso, você pode ver o fascinante trailer acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 582px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-NcA5Cu9ttKA/TdHkPpJ2sOI/AAAAAAAAAIE/R2juZ1QSS40/s1600/Sleeping-Beauty-Poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/5sIGo9z2JDU" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Bela Adormecida&lt;/span&gt; está longe de ser o filme sobre o conto de fadas que todos conhecem. Aliais, sua trama está mais para os adultos do que para as crianças. Causando bastante controvércias no Cannes deste ano, este primeiro filme da diretora  Julia Leigh narra a história de uma garota universitária que decide se aventurar no mundo da prostituição ao atender homens que possuem fetiche por mulheres que dormem no ato sexual. O trailer possui toda uma mis'n'scene sinistra, com imagens que lembram referencias de Salo ou 120 Dias de Sodoma e De Olhos Bem Fechados. O filme também não possui previsão para se chegar ao Brasil, mas o trailer é hipnotizador. Confira!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 599px;" src="http://c181321.r21.cf0.rackcdn.com/PHij9ZNZKMW5mo_1_m.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/rXUFUp6vsxg" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Begginers&lt;/b&gt; está sendo o filme independente queridinho de todos os festivais. Com críticas positivas, este filme parece juntar o humor negro e as graciosidades da vida de maneira refinada e interessante. A história não tem muito a dar. A jornada de um filho mais velho que tem que tomar conta de seu pai que decidiu sair do armário assim que descobriu que tem câncer. O forte mesmo aqui é o roteiro, que apenas com o simples trailer lançado pela distribuidora percebemos que é um desses filmes deliciosos de se ver. E quando se junta Ewan McGregor, Mélanie Laurent e Christopher Plummer nisso, a vontade de ver é maior ainda. Confira o trailer!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 579px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4I7LVM4WJn8/Tkl1tJw3W1I/AAAAAAAAEec/XNgujjHpCbQ/s1600/Carnage-poster-frances.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/ON3kwJPwcMU" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Junte Kate Winslet, Christoph Waltz, Jodie Foster e John C. Reilley numa sala e mandem eles se matarem. Isto é &lt;b&gt;Carnage&lt;/b&gt;, novo filme do diretor &lt;b&gt;Roman&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Polanski&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;que adapta a peça de Yasmina Reza. A trama acompanha um desentendimento entre crianças em um playground, seguido pela discussão entre os pais de dois garotos envolvidos. A conversa inicia de maneira cordial, mas transforma-se em um debate sobre temas polêmicos como racismo, homofobia e misoginia. O filme está sendo extremamente bem recebido em todos os lugares, sendo possivel prever alguma indicação ao Oscar de 2012. O filme lança oficialmente nos EUA dia 16 de Dezembro, então, talvez só veremos este aqui ano que vem. Enquanto isso, veja o trailer do filme!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 599px;" src="http://recantoadormecido.com.br/blog/wp-content/gallery/martha-marcy-may-marlene-poster-oficial-01setembro2011/martha-marcy-may-marlene-poster-oficial-01setembro2011.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/0_k3wCsOgqk" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Martha&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Marcy&lt;span&gt; &lt;/span&gt;May&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Marlene&lt;/b&gt; é um dos filmes que eu estou mais esperando para ver. Espero que pelo menos, dentre estes que eu estou citando, algum venha para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, pois aguentar esperar chegar todos eles dói demais. Este independente filme que também está indo muito bem nos festivais relata a história de uma mulher desestabilizada que é assombrada por recordações dolorosas e uma paranóia crescente, onde ela se esforça para se reintregar com sua familia depois de escapar de um culto abusivo. O elenco é composto por Elizabeth Olsen, Brady Corbet, Hugh Dancy e John Hawkes. Se você achou o nome e a sinopse interessante, o trailer, então, é fantástico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 599px;" src="http://recantoadormecido.com.br/blog/wp-content/gallery/margaret-poster-oficial-01setembro2011/margaret-poster-oficial-01setembro2011.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/fJs5al-zVYs" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Margaret&lt;/b&gt; é um terror psicológico sobre um acidente de carro envolvendo uma estudante. O filme possui um elenco incrível composto por Anna Paquin, Matt Damon, Mark Ruffalo, Matthew Broderick e Alison Janney. Tendo ainda não participado de nenhum festival, o filme acaba ficando pendente nos comentários e tendo seu lançamento nos Estados Unidos para o dia 30 de Setembro. Apesar de não possuir previsão para o Brasil, podemos ver o interessante trailer acima.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 599px;" src="http://tvcinemaemusica.files.wordpress.com/2011/07/in-time-poster-21jul2011_03.jpg?w=550" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/fdadZ_KrZVw" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;In&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Time&lt;/b&gt;, ou &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Preço do Amanhã&lt;/span&gt;, é um provável blockbuster estilo Christopher Nolan. Com uma direção de arte e fotografia maravilhosa e um elenco interessante formado por Olivia Wilde, Amanda Seyfried, Justin Timberlake, Alex Pettyfer e Matt Bomer, o filme conta a história de um futuro onde as pessoas param de envelhecer com 25 anos e precisam trabalhar para ganhar mais tempo de vida. A trama consiste num homem que consegue mais tempo para viver do que ele pode imaginar, fazendo com que ele tenha que correr da policia para salvar sua vida. Apesar de não parecer grande coisa para aqueles que não gostam muito de ficção ciêntifica, a produção do filme parece prometer bastante, fazendo com que a espera seja válida. O filme chega no Brasil no dia 4 de Novembro. Veja o interessante trailer acima.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 599px;" src="http://www.britscene.com/wp-content/uploads/2011/08/British-Film-weekend-movie-poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/RUU_WzRBHX4" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Weekend&lt;/b&gt; é um filme de temática gay que vem sendo aclamado pelos festivais. A história é sobre dois rapazes que passam um fim de semana juntos após se conhecerem que conversam sobre a vida, o futuro, relacionamento, amor, entre outras coisas. Veja o trailer acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de eu ter falado sobre oito filmes que estão para lançar, eu consegui achar aproximadamente trinta filmes interessantes que vão estar ocupando as salas de cinema durante esse semestre. Algumas pessoas já ouviram falar deles, como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Inquetos &lt;/span&gt;de Gus Van Sant; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Pele que Habito&lt;/span&gt; do Almodovar; A Dangerous Method; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Um Dia&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;My Week With Marylin&lt;/span&gt; com Michelle Williams e Emma Watson; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Twixt&lt;/span&gt; do Coppola; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;We Need To Talk About Kevin&lt;/span&gt;, entre outros. Separei então os mais diferentes e interessantes destes. Espero que tenham se interessado por algum, e assim que virmos algum deles, sua critica estará aqui no blog!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-4071057993805488775?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/4071057993805488775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=4071057993805488775' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/4071057993805488775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/4071057993805488775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/09/upcoming-2011.html' title='Upcoming 2011'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/qB50aBrHbu4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-1634606776934315643</id><published>2011-08-22T13:45:00.000-07:00</published><updated>2011-12-15T07:35:26.977-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Hesher</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você tem uns treze anos e foge para longe pois não sabe lidar com seus problemas. Lá, você encontra vários monstros que te fazem rei e brincam de pega-pega com você. Fica bonitinho num filme, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;né&lt;/span&gt;? Agora substitui os monstros por um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;metaleiro&lt;/span&gt; tatuado de cabelo cumprido que invade a sua casa, mora lá e te ameaça a te matar se você o expulsar, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;destrói&lt;/span&gt; tudo ao seu redor e te coloca em encrencas. Você veria? Conheça &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Hesher&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Onde Vivem os Monstros&lt;/span&gt; versão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Hardcore&lt;/span&gt;, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Portman&lt;/span&gt; e Joseph Gordon-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Levitt&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 422px; height: 631px;" src="http://cdn.fd.uproxx.com/wp-content/uploads/2010/07/Hesher-Poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que estejam se perguntando o porque eu estou usando a comparação de Onde Vivem os Monstros, é porque simplesmente não tem como se lembrar de Max ao ver T.J em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Hesher&lt;/span&gt;. O garoto possui 13 anos e não sabe lidar com a morte da mãe. E o que ele faz então? Começa simplesmente a destruir coisas. Mas não é coisas como o quarto da irmã em Onde Vivem os Monstros, estou falando de destruir casas mesmo! E é num desses eventos que aparece &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Hesher&lt;/span&gt;, um cara &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;magrelo&lt;/span&gt; com tatuagens (cujos desenhos são um dedo do meio, um homem de palito se matando, o esqueleto de um macaco), cabelo e grande e obviamente nada limpo. O cara se irrita com T.J e simplesmente invade a casa do menino e o ameaça caso ele o expulse de lá. Atormentados pela morte da mãe, ninguém parece realmente se importar com a presença do maluco de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;cueca&lt;/span&gt; e tatuagens que vê pornografia e bebe cerveja o dia inteiro. E é ai então que a presença do rapaz começa a mudar a vida de cada um lá dentro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maneira como essa história é contada, porém, é extremamente politicamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;incorreta&lt;/span&gt;. As vezes, chega até ser gratuita demais, mas nada que não sirva para boas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;risadas&lt;/span&gt;. Na verdade, eu até cheguei a deixar a história mais bonitinha com essa minha "sinopse", pois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Hesher&lt;/span&gt; não se deixa passar por um garoto de "fins através de meios" em nenhum momento. Ele é um cara que não está nem ai, e pode-se dizer que a única pessoa que ele realmente acaba fazendo algo bom é para a avó de T.J. O que não deixa, porém, dele ir &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;bêbado&lt;/span&gt; para uma ocasião especial da avó e falar em como ele teve uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;epifania&lt;/span&gt; ao observar suas bolas enquanto cagava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 407px; height: 270px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RqSf8iiSMVY/TLx_5vLgNjI/AAAAAAAAACk/WCP8OAppTrs/s1600/hesher.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tudo, a história mesmo é de T.J. Ele é o garoto que não sabe lidar com a morte da mãe e ao invés de ir a um mundo cheio de monstros ele faz de tudo para se agarrar as memórias da mãe morta ao tentar resgatar o carro em que ela morreu que foi vendido. Enquanto isso, ele é atormentado por um menino da escola, que apesar de muitas vezes se dar mal, ele também consegue atormentar bem o moleque ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;pixar&lt;/span&gt; o carro dele ou trancar a mão do menino na janela do carro. Sem contar a estranha amizade que ele faz com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Nicole&lt;/span&gt;, a personagem interpretada por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Portman&lt;/span&gt;. Esta é uma coitada que parece despertar o interesse de T.J. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Hesher&lt;/span&gt; é simplesmente o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;catalizador&lt;/span&gt; que faz as coisas acontecerem entre esses núcleos, o resultado que pode dar nisso, porém, ele não se importa. E é isso que explica ele colocando fogo em carros, invadindo casas e até mesmo atropelando o próprio T.J.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;absurdo&lt;/span&gt; que constitui tudo isso é tudo o que faz &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Hesher&lt;/span&gt; ser o filme que é. Sua politicagem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;incorreta&lt;/span&gt; não é um meio para se chegar a um fim &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;satisfatório&lt;/span&gt;, mas sim, é simplesmente a expressão usada para lidar com o que todos ali estão passando. Lógico que o sentido de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Hesher&lt;/span&gt; ali não existe, mas assim como os monstros no filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Spike&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Jonze&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Hesher&lt;/span&gt; é o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;catalizador&lt;/span&gt; que faz os eventos da vida de T.J chegarem a um senso, por mais que este senso seja &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;incorreto&lt;/span&gt;. Essa falta de clareza talvez se deve ao fato de alguns erros no roteiro como quando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Hesher&lt;/span&gt; se diz parecer mais forte mas é o mais fraco ao se comparar com uma cobra que ele tinha que tinha medo de ratos; ou simplesmente pelo fato de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Hesher&lt;/span&gt; parecer querer ajudar em algumas horas e não estar nem ai em outras. Afinal, é ele que decide fazer parte da história de T.J e sua família. Ninguém o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;chamou&lt;/span&gt; ali e ele não é obrigado a estar ali. Ele simplesmente começa a fazer parte de tudo aquilo. De um jeito ou de outro, dá pra &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;enxergar&lt;/span&gt; um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Hesher&lt;/span&gt; em cada personagem, principalmente em T.J; e um T.J em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Hesher&lt;/span&gt;. No fim, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Hesher&lt;/span&gt; acaba sendo o vilão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;queridinho&lt;/span&gt; do filme. Ele estraga tudo ao ser redor, mas no fim, sempre faz alguma coisinha que nos faz gostar dele, por mais politicamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;incorreto&lt;/span&gt; que seja.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 423px; height: 278px;" src="http://www.omelete.com.br/images/galerias/Hesher/Hesher_03.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já sobre as produções &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;tecnicas&lt;/span&gt;, não preciso falar muito. É um filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;independente&lt;/span&gt;, então seu espírito, apesar de ser muito bem feito, é de um filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;independente&lt;/span&gt;. O que fazem do filme mesmo é a fotografia e as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;atuações&lt;/span&gt;. Joseph Gordon-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Levitt&lt;/span&gt; é o perfeito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Hesher&lt;/span&gt;, e suas tatuagens lembram muito o vocalista do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Used&lt;/span&gt;, principalmente a do menino de palito estourando seus miolos. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Portman&lt;/span&gt; parece perdida no filme, mas sendo a produtora, acredito que ela tenha gostado da história. Ver ela &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;debaixo&lt;/span&gt; de óculos grandes, cabelos presos e passando produtos no caixa do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;supermercado&lt;/span&gt;, você até esquece que foi ela que incorporou o Cisne Negro e ganhou o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Oscar&lt;/span&gt;. T.J, então, apesar de ser novo se dá muito bem tanto em ameaçar a cortar o dedo do pé de um menino quanto em chorar horrores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que estavam sentindo falta de uma indicação mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;underground&lt;/span&gt; do blog, achei que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Hesher&lt;/span&gt; seria um bom exemplo. Apesar de ser um filme dramático, sua politicagem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;incorreta&lt;/span&gt; faz com que você solte uma gargalhada a cada cinco minutos. O que não deixa, porém, de você de emocionar em diversas partes. O que fará desse filme um drama ou uma comédia é o quanto de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Hesher&lt;/span&gt; existe em você!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-1634606776934315643?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/1634606776934315643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=1634606776934315643' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1634606776934315643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1634606776934315643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/08/hesher.html' title='Hesher'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_RqSf8iiSMVY/TLx_5vLgNjI/AAAAAAAAACk/WCP8OAppTrs/s72-c/hesher.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-895230086983363390</id><published>2011-08-16T18:20:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.685-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Árvore da Vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma luz fosca surge no meio da tela. Vozes em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;off&lt;/span&gt; citam frases que parecem não se juntar com as outras. Uma família recebe uma triste noticia. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;câmera&lt;/span&gt; dá focos em detalhes irrelevantes. A história parece não começar. A natureza toma conta. O espaço toma conta. O tempo. E quanto tempo! Nada faz sentido. Dinossauros aparecem. Pessoas saem da sala. Veja abaixo o que o Arte à Sétima tem a dizer sobre o filme mais esperado do ano, Árvore da Vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 427px; height: 622px;" src="http://www.cinepop.com.br/cartazes/arvoredavida_4.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece até que estou falando mal do novo filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Terrence&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Malick&lt;/span&gt;, mas na verdade, estou querendo dizer muito o contrário. Devo &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;admitir&lt;/span&gt; que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;diretor&lt;/span&gt; exagerou em alguns aspectos e abusou do tempo, mas isso não quer dizer que Árvore da Vida seja um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;ótimo&lt;/span&gt; filme. Para aqueles que também vão ver a espera de um filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;certinho&lt;/span&gt; estilo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Oscar&lt;/span&gt;, também &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;estaram&lt;/span&gt; enganados, e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;seram&lt;/span&gt; mais um daqueles que vão sair da sala com apenas trinta minutos de duração. Árvore da Vida é um filme complexo, porém, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de entregar as mais belas e simples &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;mensagens&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contar a história da relação de um pai e filho, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Terrence&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Malick&lt;/span&gt; brinca com o tempo e o espaço através de imagens &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;hipnotizantes&lt;/span&gt; e uma montagem altamente frenética. Não há nenhuma linearidade no roteiro, nos apresentando uma montagem cheia de elipses e planos altamente &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;curtíssimos&lt;/span&gt;, que nem ao menos chegam aos trinta segundos. O motivo disso está na própria alma da história. Uma viagem ao tempo da alma de um homem e da vida que o cerca. A vida, seu significado, a fé que ela carrega e a beleza na natureza são elementos abordados e questionados pelo próprio filho em sua fase de amadurecimento. É o menino sofrendo com as &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;exigências&lt;/span&gt; do pai, é o menino tentando entender porque as pessoas morrem se Deus é um ser do bem, é o menino tentando entender a vida, etc. E enquanto isso acontece, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Malick&lt;/span&gt; nos mostra a própria vida e sua natureza moldando o espaço através dos tempos. Grande parte desse período aparece no começo do filme, o que ficou um pouco deslocado, sendo que poderia muito bem mostrar tais imagens com o decorrer da história. As partes que aparecem dinossauros, então, são realmente desnecessárias, porém, fazem parte de uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;belíssima&lt;/span&gt; sequência com imagens &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;hipnotizantes&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 409px; height: 293px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/treeoflife_4.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por mais que pareça um filme estranho, há todo um sentido do filme ser assim. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Terrence&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Malick&lt;/span&gt; não quer contar uma história, mas sim, mostrar respostas nas coisas mais simples da vida. E ele faz isso ao dar foco aos mais simples detalhes o filme inteiro.São as atitudes que fazemos, o que pensamos, o que acontece &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;conosco&lt;/span&gt;.  É a água, a grama, as brincadeiras, os cachorros, as &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;texturas&lt;/span&gt; e a forma das coisas. Vendo por esse lado o filme possui uma grande referencia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Andrei&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Tarkovsky&lt;/span&gt; ao tentar esculpir o tempo. Ao contrário deste, porém, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Terrence&lt;/span&gt; faz um filme muito mais dinâmico e frenético. O tempo que todo esse conjunto toma, porém, é um tanto longo demais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Terrence&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Milack&lt;/span&gt; quer dizer apenas uma coisa: ame a vida e seja feliz com os mais simples detalhes. Somos que nem a natureza. Como diz no começo do filme, há dois caminhos para vida, onde o caminho da natureza, quer apenas gradar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;sí&lt;/span&gt; mesma, e através disso, agrada os outros. E é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;exatamente&lt;/span&gt; isso o que Árvore da Vida está abordando o tempo inteiro. Amar é o único caminho para ser feliz, se não, sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;fida&lt;/span&gt; passará sem perceber. E essa fórmula funciona de maneira tão simples e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;direta&lt;/span&gt; que você sairá da sala com uma certa perspectiva diferente das coisas ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-895230086983363390?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/895230086983363390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=895230086983363390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/895230086983363390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/895230086983363390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/08/critica-arvore-da-vida.html' title='Crítica - Árvore da Vida'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-4870752288728161784</id><published>2011-08-14T10:59:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Super 8</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É muito fácil ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Steven&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Spielberg&lt;/span&gt; em 2011. Depois de ter feito pelo menos uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;dúzia&lt;/span&gt; de clássicos memoráveis do cinema, tudo o que ele precisa fazer - além de dar risada da mina de ouro que adquiriu; é se divertir no mundo em que ele tanto ajudou a construir ao ser produtor executivo de outros filmes ou séries que envolvam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;alienigenas&lt;/span&gt; ou qualquer outra loucura que ele abordou em seus filmes. Quando J.J Abrams começou a aparecer com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Lost&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Star&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Trek&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Cloverfield&lt;/span&gt;, não demorou muito para os dois se juntarem para trazerem um dos filmes mais esperados do ano. Super 8 pode não ter muito as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;características&lt;/span&gt; de J.J Abrams, mas o filme consegue ser o que é pelas mãos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Spielberg&lt;/span&gt;, que criou um trabalho que apesar de não ser novo, faz de Super 8 um filme memorável por diversos motivos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 420px; height: 623px;" src="http://www.cinepop.com.br/cartazes/super8_3.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que vão ver o filme a procura de mais um filme sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;alienigenas&lt;/span&gt;, área 51 ou até mesmo mistérios intrigantes com explosões ao fundo vão se enganar fortemente. Mesmo eu, que não estava esperando que mostrasse muito disso, acabei saindo da sala percebendo o quanto Super 8 conseguia ser tão simples apesar de parecer mostrar uma trama um tanto complexa. Para aqueles que cresceram vindo Os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Goonies&lt;/span&gt; e principalmente E.T de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Spielberg&lt;/span&gt;, Super 8 é a nova versão desses filmes. Claro que depois destes, Super 8 não consegue ser tão marcante, mas consegue ser quase tão especial quanto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contar uma história sobre um acidente de trem que carregava um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;alienigena&lt;/span&gt;, revelando conspirações secretas do Governo dos Estados Unidos, é através da &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;perspectiva&lt;/span&gt; de algumas crianças de uma cidade pacata de Ohio que o filme se passa. O filme, na verdade, é uma grande viagem ao tempo, e o fato da história se passar aproximadamente nos anos 70, faz com que qualquer um que veja o filme seja levado ao passado, quando &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;fazíamos&lt;/span&gt; coisas escondidos, a escola era chata e não &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;conseguíamos&lt;/span&gt; parar de pensar sobre garotas. E é neste contexto que somos introduzidos a um grupo de amigos que passam a tarde se divertindo fazendo filmes. Estes garotos, são &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;incrivelmente&lt;/span&gt; bem desenvolvidos, possuindo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;características&lt;/span&gt; singulares marcantes, que assim como todo bom &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;cliché&lt;/span&gt; sessão da tarde, serão importantes para resolver conflitos e situações de perigo com o passar do filme. O que não deixa de fazer com que eles sejam divertidos e ganhe a nossa simpatia. Sem contar que eles formam um elenco incrível. Joel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Courtney&lt;/span&gt;, que interpreta o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;protagonista&lt;/span&gt;, é altamente carismático, fazendo com que você queira dar um abraço nele a cada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;lagrima&lt;/span&gt; que sai de seus olhos. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Elle&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Fanning&lt;/span&gt;, então, é um monstro e simplesmente maravilhosa. Apesar de ser mais nova que sua irmã, a garota anda demonstrando ser um tanto melhor que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Dakota&lt;/span&gt; com os últimos filmes que anda fazendo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 434px; height: 205px;" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/08/super-8-2011-pcstudioz-31-640x302.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas afinal, o filme é sobre eles. O mistério que envolve o acidente de trem, uma estranha criatura que saiu de lá, os estranhos eventos que acontecem pela cidade e a invasão do exército militar são apenas pretextos para que a vida dos jovens que presenciaram ao vivo o acidente de trem mudem por completo. Aliais, o fato do filme se tratar sobre uma criatura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;alienigena&lt;/span&gt; faz até com que tal assunto fique deslocado em certos momentos no filme, pois afinal, a história não é sobre ele. Mas o que não deixa de ser extremamente necessário. Ao dar todo o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;catalizador&lt;/span&gt; para os conflitos dos personagens, uma solução teria que ser feita. Apesar de eu achar que o filme possui algumas cenas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;ação&lt;/span&gt; um tanto desnecessárias e uma sequência final onde o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;alienigena&lt;/span&gt; aparece muito, Super 8 acaba de uma bela maneira, concluindo todos os conflitos de uma maneira maravilhosa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, se os créditos são de J.J Abrams ou de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Steven&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Spielberg&lt;/span&gt; é um mistério. A influência dos dois no mesmo filme, apesar da história e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;direção&lt;/span&gt; ser de J.J Abrams, consta num equilíbrio perfeito. Talvez o filme não seria o que é sem a influência do outro, mas de um jeito ou de outro, o resultado acabou ficando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;ótimo&lt;/span&gt;. A fotografia do filme, então, não preciso nem falar. Hollywood anda se destacando muito em seus filmes em relação a fotografia. Não só em Super 8, mas como Capitão América, Contra o Tempo, X-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Men&lt;/span&gt;: Primeira Classe, Meia Noite Paris, entre outros. Sem contar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;direção&lt;/span&gt; de arte, que faz com que todo os anos 70-80 que o filme narra se torne real.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 430px; height: 183px;" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/08/super-8-kid2-640x273.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, Super 8 acaba se tornando uma viagem ao tempo para sermos crianças. E o fato de se usar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;alienigenas&lt;/span&gt; para dar um suspense na história é um fato que moderniza o filme e o deixa mais interessante. Não é tão memorável quanto E.T, Os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Goonies&lt;/span&gt;, entre outros. Mas o fato de trazer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;caracteristicas&lt;/span&gt; semelhantes num ano como o nosso, faz com que Super 8 seja um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;ótimo&lt;/span&gt; filme e que torna J.J Abrams o que todos dizem, como "o próximo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Spielberg&lt;/span&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-4870752288728161784?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/4870752288728161784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=4870752288728161784' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/4870752288728161784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/4870752288728161784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/08/critica-super-8.html' title='Crítica - Super 8'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-5470837959773211280</id><published>2011-08-07T12:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Melancolia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Está ficando cada vez mais difícil falar sobre as obras de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Lars&lt;/span&gt; Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Trier&lt;/span&gt;. Não que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ultimamente&lt;/span&gt; tenha sido uma tarefa fácil, mas após assistir Melancolia, precisei de todo o tempo dos créditos para saber o que eu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;achava&lt;/span&gt; do filme, e ainda fiquei pensando sobre ele durante todo o caminho de volta para casa. Não há como dizer se este é melhor ou pior que outros trabalhos de Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Trier&lt;/span&gt;. Suas obras são tão &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;singulares&lt;/span&gt; que não há como colocar mais créditos em uma e menos em outras, pois cada uma são especiais do jeito que são. Vou admitir que Melancolia é um tanto longo e seu propósito fique um pouco no ar, mas isso não quer dizer que seja um filme incrível. Veja a seguir o que o Arte à Sétima tem a dizer sobre o filme:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 427px; height: 626px;" src="http://www.cinepop.com.br/cartazes/melancolia_3.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há como assistir Melancolia e esquecer o fato de que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;diretor&lt;/span&gt; passou por uma terrível depressão nos últimos anos. Aliais, seus trabalhos anteriores, como Anticristo, vieram dessa experiência, fazendo com que ele se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;intitulasse&lt;/span&gt; como o melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;diretor&lt;/span&gt; do mundo e que havia sido escolhido pelas mãos de Deus para fazer aquele filme e que não explicaria para ninguém que não tivesse entendido pois havia feito o filme para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;sí&lt;/span&gt; mesmo. Tudo bem que este ano ele foi expulso de Cannes por dizer comentários que levavam a entender que ele apoiava o nazismo, mas isso não é relevante. O fato é que Melancolia é um filme onde a própria depressão toma formas.  E isso funciona de maneira tão intrigante, que o pretexto usado para representá-la chega a ser lindo. E o que seria isso? Um planeta chamado Melancolia colidindo com a Terra e destruindo tudo. Assim como a depressão, que tira toda a felicidade e vida de um ser humano. Mas vamos com calma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar desta ser a trama da história, é a perspectiva de duas irmãs sobre tal evento que o filme se move. Estas são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Justine&lt;/span&gt; e Claire, que são apresentadas através de duas partes do filme após um belo e longo prólogo parecido com o de Anticristo. A primeira parte é sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Justine&lt;/span&gt; e seu casamento. O episódio na verdade lembra muito o primeiro filme de Dogma 95 (movimento onde Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Trier&lt;/span&gt; foi um dos fundadores), Festa de Família, onde as coisas não acabam sendo tão bonitas quanto eram para ser. O propósito, porém, vem das atitudes da própria noiva, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Justine&lt;/span&gt;. Ela parece totalmente infeliz, e chega a sair do salão para fazer outras coisas que em determinados momentos chegam até irritar, como dormir, arrumar uma sala que não está sendo usada ou até mesmo tomar banho! Suas atitudes vão ficando cada vez mais estranhas, nos levando a entender através de outros diálogos com os personagens, de que já havia algo errado com ela, mesmo antes do casamento. Afinal, ela não estava batendo tão bem da cabeça que sua irmã teve que arrancar o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;buquê&lt;/span&gt; de sua mão para jogar para o público, pois nem isso ela conseguia fazer. Apesar da longuíssima sequência ser um tanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;monótana&lt;/span&gt; em algumas partes, a festa é cheia de personagens engraçados e interessantes, com um incrível elenco formado por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Kiefer&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Sutherland&lt;/span&gt;, Charlotte &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Rampling&lt;/span&gt;, John &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Hurt&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Alexander&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Skarsgård&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Stellan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Skarsgård&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Brady&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Corbet&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 426px; height: 239px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/melancolia_7.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A segunda parte é sobre sua irmã, Claire. Esta está apavorada pelo fato de que um planeta chamado Melancolia passará perto de Terra, mesmo com os &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;cientistas&lt;/span&gt; dizendo que eles não se colidirão. Enquanto isso, ela fica cuidando de sua irmã, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Justine&lt;/span&gt;, que está tão mal que nem consegue andar direito.  A segunda parte até parece ficar um pouco distante da primeira, pelo fato de estar totalmente ligada ao planeta Melancolia chegando a Terra, enquanto acompanhamos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Justine&lt;/span&gt; tendo acessos de loucura como indo literalmente tomar um banho de lua durante a noite, ou não conseguir comer por achar que tudo está com gosto de cinzas. A chegada do planeta na Terra, porém, possui um incrível terror psicológico envolvido. As situações &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;proporcionadas&lt;/span&gt; são de extrema aflição e o pessimismo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Justine&lt;/span&gt; não ajudam em nada ao dizer que a Terra é má e que ela merece morrer. As mudanças repentinas do clima, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;ótima&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;atuação&lt;/span&gt; de Charlotte &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Gainsbourg&lt;/span&gt;, e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;câmera&lt;/span&gt; da mão de Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Trier&lt;/span&gt; nos fazem realmente se colar naquele lugar, percebendo que não há escapatória, pois o mundo acabará. A cena final, então, é maravilhosa, apesar de causar um certo pânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O propósito do filme, porém, fica um pouco no ar quando os créditos se começam. Afinal, o que vimos foi um filme sobre o fim do mundo ou um filme sobre depressão? &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Tecnicamente&lt;/span&gt; falando, os dois &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;pretextos&lt;/span&gt; são mal desenvolvidos. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Justine&lt;/span&gt;, que está depressiva, não é um personagem bem desenvolvido, e a suposta metáfora que liga sua tristeza ao planeta chamado Melancolia que está prestes a destruir tudo, não é muito clara. Ela parece idolatrar o planeta ao se banhar nua de sua luz, mas ao mesmo tempo, não se importa pelo fato dele destruir a terra. Como eu disse, ela mesma cita que a Terra é má, e que ela merece morrer e que não há vida mais em nenhum lugar. Por outro lado, Claire mostra o lado mais humano da coisa com seu desespero e sua dor por perder seu marido, seu filho e sua vida perfeita. Estes sentimentos são muito mais reais no filme e conseguem dar vida a todo o terror psicológico, mas ainda sim fica um pouco confuso pela quantidade de destaque da depressão de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Justine&lt;/span&gt; na história. Afinal, tem metáfora mais forte no filme do que o nome do planeta se chamar Melancolia? A conexão entre eles, porém, parece um mistério. Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Trier&lt;/span&gt; sempre escondeu bem suas metáforas através de simbolismos muito bem criados, que funcionam de maneira perfeita em Anticristo, mas em Melancolia, parecem passar despercebidos ou mal feitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 430px; height: 224px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/melancolia_12.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas como estamos falando de Von Trier, as coisas nunca são tão simples. Se fomos analisar as duas partes do filme, nos damos de cara com duas contradições que se unem pelo fato do planeta estar colidindo com a terra. Uma é Justine, que está depressiva e não se importa com a destruição da vida. Esta abraça a depressão e o pessimismo e vê que não há nada a se desesperar. Já, Claire, é otimista, e tem sua familia e sua vida perfeita a perder caso o mundo acabe. E mesmo que o mundo acabe, ela ainda é otimista em acreditar numa vida em outro lugar, apesar dela não poder fazer nada já que o mundo acabará de um jeito ou de outro. E como isso acontece? Com o impacto de Melancolia. Se vissemos esse pretexto com a metáfora que surge pelo fato do planeta se chamar Melancolia, percebemos que Von Trier está nada mais nada menos que fazendo uma visão pessimista sobre a vida através da depressão. A vida pode ser bonita, pode ser feia, mas quando se trata da depressão em sí, não importa. Todos nós seremos atingidos e morerremos. E é isso o que de fato acontece no filme, nos resultando a última cena maravilhosa do filme. Por isso que eu digo que não há como assistir Melancolia sem lembrar de que o diretor passou por uma terrível depressão. Este filme é nada mais nada a menos sobre isto, apesar dele deixar este tipo de pretexto bem no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se é um filme provocante, pode-se dizer que sim. A maneira como ele moldou a depressão para servir de tema em seu filme é de fato algo criativo e de se admirar. Porém, se o filme poderia ser melhor, eu diria que sim. Mas sendo um filme sobre depressão e o estado emocional de Von Trier estar totalmente envolvido nele, fica um tanto difícil julgar. Então finalizo minha crítica dizendo que o filme não superou minhas espectativas. E isso pelo fato de que o modo que Von Trier usou para moldar sua depressão, ficou sem conexão em muitos momentos e seu simbolismo não foi tão forte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 420px; height: 260px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/melancolia_2.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme, por outro lado, é impecável. O prólogo no começo do filme são imagens &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;hipnotizantes&lt;/span&gt; em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;câmera&lt;/span&gt; lenta que mostram o fim do mundo de maneira bela e intrigante, junto com uma trilha sonora arrepiadora e uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;direção&lt;/span&gt; de arte maravilhosa. A fotografia do filme é bela, e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;câmera&lt;/span&gt; de mão de Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Trier&lt;/span&gt; sempre mostrando a cara dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;atores&lt;/span&gt; bem de perto (algo que eu gosto muito, por sinal) nos transportam para dentro do filme de uma maneira mágica. Os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;atores&lt;/span&gt;, então, nem preciso comentar. Além do elenco incrível que comentei, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Kirsten&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;Dunst&lt;/span&gt; aparece como um dos seus papeis mais diferenciados, e Charlotte &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;Gainsbourg&lt;/span&gt; está incrível como sempre. Se tem uma coisa que Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;Trier&lt;/span&gt; consegue fazer, é puxar o melhor de seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;protagonistas&lt;/span&gt;, tendo estes, sempre ganhado o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;prêmio&lt;/span&gt; de Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;Atriz&lt;/span&gt;, mesmo que elas acabem xingando o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;diretor&lt;/span&gt; depois como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;Bjork&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;Nicole&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;Kidman&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, Melancolia acaba sendo mais um filme &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;provocante&lt;/span&gt; de Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;Trier&lt;/span&gt;. Devo admitir que gostei mais de Anticristo, ou até mesmo outros trabalhos como Dançando no Escuro; mas como eu disse, não há como comparara o mesmo tempo. Os filmes de Von &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;Trier&lt;/span&gt; são únicos com qualidades específicas. Apesar dele ter falhado em alguns aspectos em Melancolia, seu conceito e a maneira que ele aborda o tema neste filme são únicos, e por mais que não tenha sido tão bem representado, são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;caracteristicas&lt;/span&gt; que se merecem respeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-5470837959773211280?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/5470837959773211280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=5470837959773211280' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/5470837959773211280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/5470837959773211280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/08/critica-melancolia.html' title='Crítica - Melancolia'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-7255842982355076780</id><published>2011-07-24T01:11:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.687-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Foster the People: Torches</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E para aqueles que estavam com saudades das indicações musicais do Arte à Sétima, eis aqui uma novidade &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;interessantissima&lt;/span&gt; que acaba de sair do forno de bandas novas de 2011: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;People&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 375px; height: 375px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-7GTVv_CHoG8/TerGSd8HmFI/AAAAAAAACnw/1Pog6S_g8bM/s400/Foster-The-People-Torches-album-artwork-500x500.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vindo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;diretor&lt;/span&gt; da Califórnia, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;People&lt;/span&gt; é uma banda de três jovens que vão muito além de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;indie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;pop&lt;/span&gt; comum. Não é nem preciso ouvir a primeira faixa do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;cd&lt;/span&gt; inteira, Helena &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Beat&lt;/span&gt;, que você já percebe a diversidade de como os instrumentos são trabalhados nela. E ao contrário dessas diversas bandas estranhas cujo muitas acabam recebendo grandes elogios não me perguntem o porque, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;People&lt;/span&gt; usa seus "estranhos" elementos para um som criativo, gostoso e divertido de se ouvir. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Pumped&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Up&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Kids&lt;/span&gt;, o primeiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;single&lt;/span&gt; da banda, é uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;ótima&lt;/span&gt; faixa que mistura efeitos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;eletrônicos&lt;/span&gt;, lembrando muito uma mistura de bandas como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Vampire&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Weekend&lt;/span&gt;,  &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;MGMT&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Passion&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Pit&lt;/span&gt;. Aliais, a semelhança entre essas bandas são berrantes, apesar de que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;People&lt;/span&gt; usar diferentes elementos de uma maneira totalmente inovadora e criativa, parecendo muito as vezes que eles chegam até ser melhores que tais bandas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 428px; height: 285px;" src="http://data.whicdn.com/images/10694026/foster-band-pic-by-Williams-+-Hirakawa_large.jpg?1307812674" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;album&lt;/span&gt; deles foi lançado este ano e se chama &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Torches&lt;/span&gt;, com apenas dez faixas. O resultado, porém, é extremamente criativo e inédito no cenário musical. Não é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;album&lt;/span&gt; tema, feito especialmente para dias chuvosos, dias de frio, ou trilha sonora de uma festa. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Torches&lt;/span&gt; funciona em todos os lugares e com certeza não passará &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;despercebido&lt;/span&gt; àqueles que ouvirem. É um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;album&lt;/span&gt; bem diferente e com certeza satisfará aqueles que já estão enjoando do último &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;albúm&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Vampire&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Weekend&lt;/span&gt;, e principalmente aqueles que odiaram o último &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;album&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;MGMT&lt;/span&gt;. Mesmo que não seja o seu caso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Foster&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;People&lt;/span&gt; ainda é uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;ótima&lt;/span&gt; escolha para sua biblioteca musical. Veja abaixo o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;single&lt;/span&gt; Houdini:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe width="420" height="309" src="http://www.youtube.com/embed/04TXoFI6CSM" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-7255842982355076780?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/7255842982355076780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=7255842982355076780' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/7255842982355076780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/7255842982355076780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/07/foster-people-torches.html' title='Foster the People: Torches'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7GTVv_CHoG8/TerGSd8HmFI/AAAAAAAACnw/1Pog6S_g8bM/s72-c/Foster-The-People-Torches-album-artwork-500x500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-8501714277817679568</id><published>2011-07-15T17:31:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.687-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Harry Potter e as Relíquias da Morte (Parte II)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dez anos se passaram e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Warner&lt;/span&gt; nos prometeu um final épico ao dividir &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Harry&lt;/span&gt; Potter e as Relíquias da Morte em dois filmes. Quando a primeira parte chegou aos cinemas, todos os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;fãns&lt;/span&gt; ficaram altamente satisfeitos pela adaptação extremamente fiel ao livro, que não só tinha um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;conteúdo&lt;/span&gt; diferente para mostrar aos adoradores da série, mas como também, tinha seu fôlego e tempo para narrar o que estava prestes a acontecer. Sete &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;meses&lt;/span&gt; então se passaram e a segunda parte finalmente chegou com grandes &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;expectativas&lt;/span&gt;. Afinal, o final é épico como prometem? Infelizmente, a primeira parte de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Relíquias&lt;/span&gt; fica muito mais adiante de sua segunda. Mas isso não faz com que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Harry&lt;/span&gt; Potter finalize a saga com um dos seus filmes mais incríveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 425px; height: 587px;" src="http://www.cinepop.com.br/cartazes/harrypotter8_3.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Potter e as Relíquias da Morte - Parte II começa de uma maneira bem seca. Não há introdução qualquer na história e o filme segue como se nem ao menos tivesse sido dividido. Afinal, estamos esperando há sete &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;meses&lt;/span&gt; para a conclusão, fazendo com que qualquer introdução seja desnecessária. Estamos querendo ver cabeças rolar, assim como a propaganda do suposto final épico promete. O que na verdade, acaba fazendo o inicio da Parte II um tanto deslocada no filme. Depois de passar dias se escondendo e realizando viagens para achar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Horcruxes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; na Parte I, a Parte II ainda reserva mais uma viagem no inicio do filme, onde &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Rony&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Hermione&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; vão para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Gringotes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; achar mais uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Horcruxes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. A cena é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;ótima&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, envolvendo um roubo num banco, um dragão que cospe fogo e uma sala onde &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;objetos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; se multiplicam realizados pelos efeitos especiais mais incríveis. Aliais, quando eu li esta parte dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;objetos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; se multiplicando no livro, eu realmente me perguntei como eles fariam isso parecer real o suficiente no filme. E eles fizeram muito bem. Porém, a cena fica um tanto perdida no filme, já que este é o grande final, não acrescentando nada a história apesar de ser uma passagem altamente necessária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo, o trio vai para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Hogwarts&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e o filme finalmente começa, apesar de já ter se passado uns vinte minutos. A chegada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Hogwarts&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; é o primeiro movimento da peça do xadrez que iniciará a batalha. Sua aparição não só é intimidadora pelo fato dele estar num lugar perigoso para ele, mas como também, mostrar como os estudantes estão lidando com aquele mundo que enfrentam. Aliais, tudo parece mais perigoso e violento na Parte II. Alguns minutos antes da chegada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Hogwarts&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, por exemplo, vemos uma sangrenta cena onde &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Voldemort&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; anda no meio de uma sala coberta por sangue onde há mortos em toda sua volta. Sem contar o próprio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Voldemort&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, que está mais &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;violento&lt;/span&gt; e desesperado pelo fato dele descobrir que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; está caçando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Horcruxes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 415px; height: 316px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/harrypotter8_37.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A preparação para a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;batalha&lt;/span&gt;, então, começa, dando inicio a uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;sequência&lt;/span&gt; maravilhosa onde todos os professores começam a jogar feitiços de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;proteção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; no castelo, formando uma enorme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;cortida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; cristalina. A sensação é arrepiadora ao ver todos aqueles personagens juntos que acompanhamos por todos esses anos protegendo o castelo, o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;símbolo&lt;/span&gt; que mais deu vida a toda a magia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Potter, que em breve será todo destruído. Porém, a batalha na verdade é de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Enquanto todos enfrentam os Comensais da Morte, aranhas gigantes e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;trasgos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, o filme, assim como o livro, foca mais em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; atrás das últimas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Horcruxes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; pelo castelo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Hogwarts&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. E isso também envolve &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Rony&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Hermione&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, resultando numa cena que todos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;estávamos&lt;/span&gt; esperando para ver na Câmara Secreta. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;objetivo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; deles ali é destruir as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Horcruxes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, e a batalha que acontece fora do castelo é apenas um ganha-tempo antes de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; enfrentar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Voldemort&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; cara a cara. E é durante esse tempo em que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; procura e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;destrói&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; as últimas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Horcruxes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; que grandes revelações vem a tona.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devo dizer que eu fiquei um pouco desapontado com as surpresas que o filme aguardava. Claro que já sabia quais eram elas pelo fato de ter lido o livro, mas ver na tela deixou a desejar. As revelações vem com uma grande carga emocional nos livros, revelando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;caracteristicas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e segredos de personagens que mudam completamente o sentido da história que conhecemos até agora. Afinal, estamos falando de segredos que se escondem desde o primeiro filme, feito a dez anos atrás. O mínimo que eles podiam ter feito, é terem sido fiéis ao livro quanto a carga emocional e feito destas cenas em particular, cenas épicas assim como o seu resultado final tanto promete. Não é nada que não tenha sido dito nos livros, mas nada como um pouco mais de capricho para fazerem estas cenas os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;desfeixos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; chaves que a série merece. Não só em tais revelações, mas faltou emoção em muitas partes do filme. Como diversos personagens importantes que simplesmente aparecem mortos, sem deixar rastro emocional algum para trás. Ou até mesmo cenas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;impactantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; que aparecem em momentos que não deveriam aparecer, como a luta de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Molly&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Bellatrix&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; que aparecem no meio da luta entre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Voldemort&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;! Alterações drásticas são feitas do livro para o filme também, como o que acontece com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Neville&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e as decisões que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Draco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; toma. Não sei dizer certamente se são mudanças boas ou ruins, mas definitivamente mudam o ponto de vista que J.K &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Rowling&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; conclui em seu livro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 423px; height: 230px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/harrypotter8_17.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A relação entre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Voldemort&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, porem, ficam muito mais intensas neste filme. Afinal, o filme é deles. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; está destruindo as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Horcruxes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Voldemort&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; está começando a se sentir mais fraco. A batalha é entre o bem e o mal. Porém, tal batalha não é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;exatamente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; uma sequência de cair o queixo, afinal, J.K &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Rowling&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; nem permite isso em seu livro. Não é a primeira vez que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; luta com o Lorde das Trevas. Se vocês não se lembram, ele lutou com ele na Pedra Filosofal, na Câmara Secreta, no Cálice de Fogo e na Ordem da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;Fênix&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Não só lutas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;físicas&lt;/span&gt;, mas como também, a série de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Potter inteira é uma luta contra as forças do mal que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;Voldemort&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; espalha pelo mundo dos bruxos. A &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;sequência&lt;/span&gt; da batalha que envolve os dois em Relíquias da Morte, teve até que um desenvolvimento intrigante com os acontecimentos novos que inventaram, ao contrário do livro que foi curto e grosso. Não é necessário muitas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;ações&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, apenas um basta. A série inteira foi uma batalha, esta é a conclusão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;Yates&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, apesar de ter se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;saido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; melhor na primeira parte de Relíquias do que na segunda, fez um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;ótimo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; trabalho. Afinal, na altura do campeonato, não se pode olhar este último filme a procura de defeitos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;técnicos&lt;/span&gt;. Tudo o que resta no roteiro é a alma da história, e por mais que não tenha sido tão bem adaptado quanto o livro - algo que fez a primeira parte ser provavelmente melhor que a segunda, o filme é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;ótimo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, tendo cenas extremamente envolventes, uma fotografia bela e efeitos especiais de última geração que deixam tudo com um toque final mais real.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 419px; height: 228px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/harrypotter8_16.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, a conclusão de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Potter e as Relíquias da Morte acaba sendo um vazio. Não um vazio por causa do filme, mas por dar fim a uma história que vivemos por dez anos. E não falo isso porque nós, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;fãns&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, gostamos muito de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Potter. É uma história que começou quando nós &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;éramos&lt;/span&gt; mais novos. Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; cresceu dentro de nós ao &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;acompanhá&lt;/span&gt;-lo pelas mesmas decisões que ele tomou em sua vida. Tirar isso de nós não é um adeus, pois suas memórias sempre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;estaram&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; lá para relembrá-las tanto nos livros quanto nos filmes. Tem até um parque temático em Orlando, mas isso não é o ponto. O ponto é que a partir do momento em que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Potter e as Relíquias da Morte acaba, deixamos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; viver por conta própria, e seguimos os nossos caminho sozinhos. Há até um epílogo mostrando o que acontece um tempo depois, mas assim como no livro, fica deslocado. Vivemos com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; por dez anos, e sua ausência nos fará falta mesmo sabendo o que acontece depois. Não que fosse necessário mais filmes, mas o elo que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;Harry&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; criou entre a gente fala muito mais alto do que uma batalha entre o bem e o mal. É uma história de amor e amizade. Uma história de vida que acompanhar por dez anos fez com que o nosso mundo virasse mais mágico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-8501714277817679568?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/8501714277817679568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=8501714277817679568' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/8501714277817679568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/8501714277817679568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/07/critica-harry-potter-e-as-reliquias-da.html' title='Crítica - Harry Potter e as Relíquias da Morte (Parte II)'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-1081009144693911381</id><published>2011-06-29T19:19:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.688-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Contra o Tempo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de ter conseguido uma reputação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;considerávelmente&lt;/span&gt; positiva, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Ducan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Jones&lt;/span&gt; - filho do astro David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Bowie&lt;/span&gt; - volta com Contra o Tempo, um filme com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Jake&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Gyllenhaal&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Michelle&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Monaghan&lt;/span&gt; cujas explosões &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;hollywoodianas&lt;/span&gt; e missões militares são apenas a fachada de um filme muito mais intrigante e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;inteligente&lt;/span&gt;. Veja abaixo o que o Arte à Sétima tem a dizer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 429px; height: 602px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-cV19fME3UAg/TavpdtQvIaI/AAAAAAAAJ0Q/7b537Z821yQ/s1600/source-code-movie-poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O inicio de Contra o Tempo é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;exatamente&lt;/span&gt; o que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;protagonista&lt;/span&gt; interpretado por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Jake&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Gyllenhaal&lt;/span&gt; sente. Estamos num trem cujo o destino não sabemos, mostrando uma pessoa que não sabemos quem é, incluindo o nosso próprio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;protagonista&lt;/span&gt;. Há uma mulher a nossa frente falando de promessas e te chamando de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Sean&lt;/span&gt;. O que está acontecendo? Onde estamos? Nem temos tempo para raciocinar que o trem explode, e o nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;protagonista&lt;/span&gt; aparece então dentro de uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;cápsula&lt;/span&gt; falando com uma mulher que diz que ele está em um programa do governo realizando uma missão. Que programa é esse? O Código Fonte. Sua função? Entrar nos últimos oito minutos na mente de uma pessoa que já morreu. A missão? Descobrir como essa pessoa morreu. E é ai que se inicia a trama de Contra o Tempo. O único problema é que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Colter&lt;/span&gt;, nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;protagonista&lt;/span&gt;, também não sabe como ele chegou lá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro diversos filmes de missões secretas do governo e explosões &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;hollywoodianas&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Ducan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Jones&lt;/span&gt;, assim como Lunar, nos preparou um filme cujos problemas psicológicos falam muito mais alto do que um simples filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;ação&lt;/span&gt; e ficção-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;ciêntifica&lt;/span&gt;. Sendo um soldado do Afeganistão, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Colter&lt;/span&gt; não se lembra de ter sido solicitado para tal missão, exigindo respostas de seus comandantes. Porém, a pressa da missão ser concluída é tão precisa, que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Colter&lt;/span&gt; não recebe nenhuma resposta, sendo obrigado a obter alguma resposta dentro do &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;código&lt;/span&gt; fonte. Mas como buscar seu paradeiro dentro de uma realidade que não é real onde em dentro de oito minutos, ela acabará? Vendo por esse lado, Contra o Tempo é muito mais um filme sobre a identidade do personagem do que a própria missão que ele é designado a fazer. Afinal, todos os laços emocionais estão lá. É a mulher simpática que está falando com ele no trem, que o parece seguir durante toda a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;projeção&lt;/span&gt; do código fonte; é o fato de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Colter&lt;/span&gt; não saber o que aconteceu com ele e não deixarem ele parar a missão; é o fato dele querer falar com o pai, já que ele está nos EUA e não mais no Afeganistão; é a mulher que está controlando a missão; entre outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 417px; height: 244px;" src="http://watchsourcecodeonline.com/wp-content/uploads/2011/02/watch-source-code-movie-online.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Juntando todos esses aspectos, apesar de ser um filme curto, Contra o Tempo se torna um envolvente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;thriller&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;ação&lt;/span&gt; e ficção &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;ciêntifica&lt;/span&gt; pelo fato de todas as informações serem absorvidas por nós junto com os personagens. E isso faz com que as respostas dos acontecimentos sejam mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;impactantes&lt;/span&gt; - principalmente porque elas são definitivamente chocantes! Não direi muito aqui para não estragar surpresas do filme, mas Contra o Tempo consegue ser extremamente criativo em como o programa do Código Fonte funciona, que está totalmente ligado na condição em que o nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;protagonista&lt;/span&gt; se encontra; algo que vamos descobrindo com o passar do filme. Outras &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;características&lt;/span&gt; que fazem o filme ser extremamente envolvente e ágil, é o fato de nós estarmos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;procurando&lt;/span&gt; tanto o paradeiro da pessoa que explodiu o trem, quanto o de nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;protagonista&lt;/span&gt;, nos jogando assim, no código fonte, uma realidade que se repete diversas vezes mas se altera devido aos acontecimentos que o nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;protagonista&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;proporciona&lt;/span&gt;. O elo emocional que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Colter&lt;/span&gt; cria com a realidade do código fonte, também, é forte o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;suficiente&lt;/span&gt; para dar empurro a toda a história, nos levando para uma conclusão dramática, bela, que apesar de ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;hollywoodiana&lt;/span&gt;, é apresentada sem absurdos e relevantes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente, todo o crédito aqui seria do roteiro de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Ben&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Ripley&lt;/span&gt;, mas é o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Ducan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Jones&lt;/span&gt; que leva os elogios. Afinal, é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;ótimo&lt;/span&gt; filme, que vai muito além de apenas um filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;ação&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Jake&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Gyllenhaal&lt;/span&gt; pode ser o novo galã de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;hollywood&lt;/span&gt;, mas este trabalho não o tira do sério, assim como outros papeis que já fez em Entre Irmãos, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Zodiaco&lt;/span&gt; e O Segredo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Brokeback&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Mountain&lt;/span&gt;. Como diz o filme, o que você faria se tivesse mais alguns minutos de vida? Eu veria Contra o Tempo, pois é um filme cuja resposta é &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;inteligente&lt;/span&gt; e intrigante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-1081009144693911381?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/1081009144693911381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=1081009144693911381' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1081009144693911381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1081009144693911381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/06/critica-contra-o-tempo.html' title='Crítica - Contra o Tempo'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cV19fME3UAg/TavpdtQvIaI/AAAAAAAAJ0Q/7b537Z821yQ/s72-c/source-code-movie-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-2357050596665392416</id><published>2011-06-26T20:48:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.688-07:00</updated><title type='text'>Crítica - Meia Noite Em Paris</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;exoticismo&lt;/span&gt; e o redescobrimento espiritual da burguesia vem sendo os principais temas dos filmes de Allen nos últimos anos, deixando de lado as comédias alter-ego do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;diretor&lt;/span&gt; e provocando uma certa comparação em sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;filmografia&lt;/span&gt; entre seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;fãns&lt;/span&gt;. Dividido entre aqueles que preferem o antigo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Woody&lt;/span&gt; Allen e o novo, Allen parece ter finalmente entrado num equilíbrio ao juntar a graciosidade e o humor de filmes como A Rosa Púrpura do Cairo e o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;exoticismo&lt;/span&gt; de filmes como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Vicky&lt;/span&gt; Cristina Barcelona. E tudo isso acontece em Meia Noite em Paris, um filme com as graciosidades de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Woody&lt;/span&gt; Allen &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;companhado&lt;/span&gt; com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;exoticismo&lt;/span&gt; que apenas a história da arte pode &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;proporcionar&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 419px; height: 619px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-LEsWjnBH7jE/Te-3StEQljI/AAAAAAAAEhg/MARpVvnJY7o/s1600/midnight_in_paris.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É difícil dizer se Meia Noite em Paris é um filme sobre Paris ou se é um filme sobre arte. Mas é fato que quanto mais conhecer Paris e mais entender sobre arte, mais gostará do filme. Encantado pela cidade mas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;nostálgico&lt;/span&gt; em relação a época em que vive, Gil é um escritor que está trabalhando em seu novo livro enquanto passa alguns dias em Paris junto com sua noiva &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Inez&lt;/span&gt;. Se sentindo deslocado no meio de pessoas exibicionistas, manias burguesas e entre outros, o rapaz decide passar as noites sozinhos, onde quando ele percebe, que a meia noite ele passa a viver em Paris nos anos 20, conhecendo diversos artistas famosos como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Pablo&lt;/span&gt; Picasso, Salvador &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Dalí&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Ernest&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, ao invés de contar um filme com uma história divertida sobre uma suposta viagem ao tempo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Woddy&lt;/span&gt; Allen pede também uma bagagem de conhecimento do expectador através de seu roteiro. Ver &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Pablo&lt;/span&gt; Picasso e Salvador &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Dalí&lt;/span&gt; conversando com Gil como se fossem amigos é legal, mas são as referências que eles jogam durante o filme é o que fazem Meia Noite em Paris ser o filme que é. Como a aparição de Toulouse Lautrec, que se passa despercebida se não reconhecerem o anão que tomava absinto o dia inteiro, famoso por fazer os cartazes do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Moulin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Rouge&lt;/span&gt;. Ou quando Gil dá um palpite para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Luis&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Buñel&lt;/span&gt; fazer um filme sobre um jantar onde as pessoas não conseguem sair da sala, que na realidade acabaria sendo o famoso O Discreto Charme da Burguesia. Sem contar o próprio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Dalí&lt;/span&gt; e toda sua teoria sobre os rinocerontes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 419px; height: 278px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-W5lapJI_-pY/TgSNzLuBZMI/AAAAAAAAAaQ/vscbuvuhf4c/s1600/o-owen-wilson-midnight-in-paris-on-set.jpeg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O interessante também de Meia Noite em Paris, é que pelo fato de Gil ser um escritor que está entre diversos artistas famosos, o principal tema do filme é arte em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;sí&lt;/span&gt;. O filme é praticamente diálogos de como se fazer arte. Como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Heminway&lt;/span&gt; dizendo que um escritor só será um verdadeiro escritor quando ela deixar de temer a morte, pois apenas aqueles que fazerem o que realmente amam morreram satisfeitos; ou a própria conselheira de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;, que dá conselhos para Gil sobre o livro que está escrevendo e diz que a função de um artista é dar sentido ao vazio de sua existência e não expressar sua solidão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas obviamente, isso não é tudo o que faz o filme ser o que é. Gil, assim como todos os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;protagonistas&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Woody&lt;/span&gt; Allen, acabam recebendo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;traços&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;personalidade&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;diretor&lt;/span&gt;, e logo nos damos com um homem perdido tanto no tempo, mas na vida como vive. Como sua noiva, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;independente&lt;/span&gt; e cheias de manias burguesas, enquanto ele, só pensa em como ser um escritor de sucesso e viver uma vida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;parisiense&lt;/span&gt; na chuva. Como diz Allen, "o que eu mais me arrependo nessa vida é não ter sido outra pessoa". Suas viagens para o passado, logo são uma reflexão de como lidar com seu presente e como todos estão insatisfeitos com o tempo em que vivem e sonham com uma outra realidade pois não são felizes com a realidade que vivem. O final então, é a solução perfeita para todo o questionamento que o filme aborda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 437px; height: 270px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/midnighinparis_3.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E Owen Wilson cumpre bem o seu papel. Por sempre ter interpretado papeis cujos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;protagonistas&lt;/span&gt; nunca levam eles mesmos a sério, este era o papel perfeito para ele pois durante toda a sua realidade em Paris, sempre pareceu um tanto distante, e pelo fato da &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;ironia&lt;/span&gt; dele estar viajando ao tempo na década dos anos 20, fazem com que sua interpretação esteja sempre no nível em que o roteiro pede. E tudo isso enquanto Rachel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;McAdams&lt;/span&gt; faz a noiva irritante perfeita, enquanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Marion&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Cotillard&lt;/span&gt; faz o que ela sabe fazer de melhor, que é exaltar a absurda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;maravilhosidade&lt;/span&gt; que sua beleza possui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumindo, Meia Noite em Paris não é um filme &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;romântico&lt;/span&gt; ou engraçado, mas sim, uma grande homenagem a beleza de Paris, da arte e da vida e como ela deve ser vivida. Sua graciosidade é tanta que seus 100 minutos pareceram 30.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-2357050596665392416?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/2357050596665392416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=2357050596665392416' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/2357050596665392416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/2357050596665392416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/06/critica-meia-noite-em-paris.html' title='Crítica - Meia Noite Em Paris'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LEsWjnBH7jE/Te-3StEQljI/AAAAAAAAEhg/MARpVvnJY7o/s72-c/midnight_in_paris.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-3356045320042824200</id><published>2011-06-25T11:57:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.688-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Os Agentes do Destino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos sozinhos no universo ou alguém está cuidando de nós? Estamos aqui por mera &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;coincidência&lt;/span&gt; ou tudo faz parte de um plano maior? É difícil falar de Os Agentes do Destino - filme baseado no livro de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Philip&lt;/span&gt; K. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Dickers&lt;/span&gt; com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Damon&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Emily&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Blunt&lt;/span&gt; - sem trocar ideias &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;mirabolantes&lt;/span&gt; sobre teorias da conspiração, da relatividade ou até mesmo sobre a teoria da evolução das espécies. Um filme que aborda todas essas questões, resultando na criação de uma própria teoria que faz jus ao filme. E o que seria isso? Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;blockbuster&lt;/span&gt; de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 426px; height: 638px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-d-jiqO-zLr4/TVWfvIUxnyI/AAAAAAAAGkc/uq32ISsmHA4/s1600/adjustment_bureau_ver3.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Damon&lt;/span&gt; interpreta David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Norris&lt;/span&gt;, o senador que todos querem ter. Jovem, bonito, popular e com um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;enorme&lt;/span&gt; carisma. Mas ainda não é tempo para ele conquistar o cargo de senador. Sua popularidade acaba sendo um tanto imatura, fazendo a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;mídia&lt;/span&gt; descobrir coisas de seu passado que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;afetam&lt;/span&gt; sua reputação. E é ai que por acaso ele encontra uma mulher chamada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Elise&lt;/span&gt; no banheiro. Um encontro bem casual que é &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;suficiente&lt;/span&gt; para fazer com que inspire David a fazer um discurso que o bota de volta nos trilhos para tal cargo de senador e o faz perceber que talvez tenha encontrado a mulher de sua vida. Porém, o que ele não sabia é que seu destino não era vê-la novamente. Mas quando a reencontra, homens de terno aparecem dizendo que ele nunca mais deve vê-la, pois se não, as coisas não &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;saíram&lt;/span&gt; de acordo com o "plano". Logo, David tenta fazer com que ele encontre com ela novamente. Mas como conseguir se todos seus passos estão sendo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;monitorados&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contar uma história de conspiração, Os Agentes do Destino vai um pouco além das teorias populares, criando paradoxos e ideias interessantes de como o mundo funciona. Como um simples acaso, que pode ser tanto uma mera &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;coiciêndia&lt;/span&gt; ou um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;fator&lt;/span&gt; necessário, que pode tanto mudar sua vida para sempre, ou fazer com que você deixe de fazer algo que não estava de acordo com um plano maior. A pergunta é, porque tal plano deve ser seguido? E é ai que entra a história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Damon&lt;/span&gt;. Por que ele nunca mais pode ver uma mulher que se apaixonou? Como isso pode fazer parte de um plano maior se ficar com a pessoa que você ama parece ser a coisa certa? E é ai que entra &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;desfechos&lt;/span&gt; tirados de teorias como as teorias do caos e a da relatividade, fazendo um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;thriller&lt;/span&gt; envolvente com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;ótimas&lt;/span&gt; cenas de perseguição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 403px; height: 266px;" src="http://veryaware.com/wp-content/uploads/2011/03/the-adjustment-bureau-31-470x311.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E George &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Nolfi&lt;/span&gt; - &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;diretor&lt;/span&gt; pela primeira vez neste filme após escrever &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;diverdos&lt;/span&gt; roteiros como O Ultimato &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Bourne&lt;/span&gt; e Doze Homens e Outro Segredo - dá vida a todo o filme através dos agentes que parecem controlar tudo isso. Estes são curiosos homens que parecem trabalhar numa certa empresa controlada pelo "presidente", não dizendo muito bem se este presidente é o do país, Deus ou alguém com poderes. Eles possuem um livro onde &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;prevêem&lt;/span&gt; possibilidades, intervenções e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;desfechos&lt;/span&gt; que mudam o destino das pessoas. Seu trabalho é fazer com que todos sigam o plano através de ajustes que eles implantam no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;cotidiano&lt;/span&gt;, como a perca de um sinal no celular, o esquecimento de uma chave, e etc. O mais interessante de tudo, que é o que trás uma certa dose de surrealismo no filme, é como eles se movem. Eles conseguem criar portais através de portas, que os transportam para outros lugares, entrando outras teorias de viagem ao tempo. Uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;característica&lt;/span&gt; interessante que cria diversas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;ótimas&lt;/span&gt; cenas de perseguição durante o filme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já o romance entre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Damon&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Emily&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Blunt&lt;/span&gt; funciona perfeitamente. É um romance um tanto real, não tendo muito melodrama cuja &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;química&lt;/span&gt; funciona sem magia. Não é um casal que você imaginaria junto, afinal, estamos falando de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Damon&lt;/span&gt;, que vimos pegar diversas garotas em seus filmes com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Emily&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Blunt&lt;/span&gt;, uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;atriz&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;magrela&lt;/span&gt; que está começando a se destacar agora. Porém, a energia que eles criam é &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;convincente&lt;/span&gt; o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;suficiente&lt;/span&gt; para mover a história para frente, fazendo você se identificar com o casal em diversos momentos, criando uma cena até um tanto emocionante no fim, no telhado de um prédio, que lembra muito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Vanilla&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Sky&lt;/span&gt;, por sinal. Mas a conclusão da história, apesar de ser um pouco &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;hollywoodiana&lt;/span&gt;, é interessante, pois cria outras possibilidades em cima de teorias absolutas que o filme questionou o filme inteiro, nos perguntando até onde as coisas devem ser como são e até onde as coisas são mera &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;coincidência&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 423px; height: 312px;" src="http://www.projetocinema.com.br/wp-content/uploads/2011/02/the_adjustment_bureau_34-600x444.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, Os Agentes do Destino é um filme que brinca bem com todas essas teorias. Ele tropeça algumas vezes durante seu desenvolvimento, mas sua trama é sempre forte e envolvente. Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;blockbuster&lt;/span&gt; divertido, um tanto diferente, que apesar de seguir as bases &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;hollywoodianas&lt;/span&gt;, fará você sair satisfeito com o preço que pagou para vê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-3356045320042824200?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/3356045320042824200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=3356045320042824200' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3356045320042824200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3356045320042824200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/06/critica-os-agentes-do-destino.html' title='Crítica - Os Agentes do Destino'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-d-jiqO-zLr4/TVWfvIUxnyI/AAAAAAAAGkc/uq32ISsmHA4/s72-c/adjustment_bureau_ver3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-3826052092139320693</id><published>2011-04-17T19:33:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.689-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Pânico 4</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1996, Wes Craven pode recolocar seu título de mestre do horror no lugar com o lançamento de Pânico, um suspense que se baseava com a própria falta de criatividade dos filmes de horror lançados até então para a trama de uma história de serial killer. O filme ficou famoso e fechou com uma trilogia que apesar de bem diferentes uma das outras, mantia seu papel no lugar e conseguia conectar as três histórias criativamente. Dez anos então se passaram, e o lançamento de Pânico 4 chega como surpresa. Interessante ou desnecessário? Veja abaixo o que o Arte à Sétima tem a dizer sobre o quarto volume do filme do assassino Ghost Face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 418px; height: 635px;" src="http://www.cinepop.com.br/cartazes/panico4_9.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Ao assistir a trilogia do filme Pânico, tudo o que você consegue pensar é que você definitivamente não queria ser Sidney Prescott. Três filmes com diferentes assassinos cujo a sede por sangue foi despertada pela antiga vida secreta de sua mãe cujo é revelada ao passar dos três filmes. Quando o núcleo de todo esse episódio de sangue e drama parecia ter fim, dez anos se passam e ainda decidem atormentar a pobre Sidney, que neste quarto volume, está em paz, com um livro lançado. Mas como todo um bom roteirista de horror trash, a nossa protagonista principal não poderia estar em paz. Se este quarto volume tivesse sido lançado em 2001, um ano após o Pânico 3, poderiamos dizer que a saga de Pânico estava perdida. Mas como dez anos se passaram e tantos nomes interessantes entraram no elenco, seria uma reviravolta na história de Ghost Face?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 428px; height: 313px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/panico4_47.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo indicava que sim. E ao ver os dez primeiros minutos de Pânico 4, é a única coisa que você consegue pensar. Famoso por falar mal de filmes de horror, Pânico 4 brinca com o ridiculo numero de sequencias que os filme de horror possuem nos dias de hoje (Alo?? Jogos Mortais 5, 6 e 7??). E isso não é novidade. Toda a trilogia de Pânico, apesar de ser um filme de horror, brinca com os próprios clichês da garota burra e gostosa ser a primeira a morrer, o assassino ser o inesperado mas sempre volta quando morre, enfim. A diferença era que o roteiro de horror funcionava. A pergunta é: em Pânico 4 funciona ou é apenas um filme que está querendo ser um tanto trash a dar ênfase a toda essa palhaçada que presenciamos ao ver filmes de horror hoje em dia?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A resposta é mal respondida. Um roteiro que se desenvolve de uma maneira levemente interessante e que no fim, não justifica os meios dando um final que parece ter sido inventado só para nos tentar surpreender ao descobrirmos quem é o assassino. Mas vamos com calma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 422px; height: 239px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/panico4_45.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;O presente de Pânico 4 fala sobre Sidney, que finalmente conseguiu acalmar seus antigos demônios com o lançamento de um livro. Chegando a sua cidade natal, Woodsboro, a garota se vê num cenário onde o Ghost Face é motivo de festa e piada devido a reputação que o grande números de sequências que Stab adquiriu - filme baseado no livro de Gale Weathers, que retratou todos os eventos presenciados no primeiro filme. Lá, ela se reencontra com seu antigo amigo policial Dewe e a própria Gale, que estão casados, e uma prima que ela não via a muito o tempo. Porém, não demorou muito para o assassino Ghost Face atacar novamente, e logo, Sidney se vê na mesma situação que ela passou dez anos tentando esquecer.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da história ser a mesma, o filme deixa claro que o cenário é diferente. Um hiatus de dez anos devide a história de Pânico 3 para Pânico 4, onde agora, os jovens são muito mais independentes com a internet, onde publicam e adquirem informações muito mais rapido do que os próprios reporters e não são tão idiotas e previsiveis quanto os filmes da época de 90 mostravam ser. Sem contar as histórias internas dos personagens, como a de Gale, que deixa de ser jornalista para ser escritora mas se vê interessada no novo caso de Woodsboro, porém, é impedida de obter informações por Dewe, que apesar de ser seu marido, não a deixa participar do caso por agora ser o Xerife da cidade. Ou até mesmo Sindy, que desta vez está muito mais preparada para atacar o assassino Ghost Face, e enfrenta sem medo e com coragem. Resumindo, tudo tinha um ótimo cenário para ser um bom filme, ou pelo menos, uma continuação interessante. E o desenvolver do filme é interessante sim, porém, seu final peca em diversos sentidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 422px; height: 267px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/panico4_54.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Ao tentar surpreender o publico, o roteirista nos revela um personagem um tanto estranho como assassino. Surpreendente é, mas não faz sentido a tudo o que vemos na história. Muitas cenas acabam aparecendo gratuitamente, e a ênfase que eles tanto dão para a internet, não parece justificar os meios quando o assassino revela seu motivo para estar matando todos daquele jeito. Não é que nem os primeiros filmes, que todos que morriam tinham um motivo para morrer, e um motivo bom. O motivo do novo Ghost Face não se entrelaça com a história que se desenvolveu ao passar do filme em nenhum momento, deixando o público distante do antagonista e não vendo motivos para ele estar fazendo isso. Resumindo... decepção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fim é o que mais estraga o filme. O desenvolver da história é que nem os outros Pânicos, porém, não se encaixa com sua conclusão, resultando num filme extremamente mediano, quase que ruim. O resto não há muito o que dizer. A direção de Wes Craven, apesar não ser fenomal, nunca foi algo que fez diferença na história. Os atores estão mais velhos, então, mais evoluidos. Rostos de Anna Paquin, Emma Roberts e Adam Brody deixam a história mais moderna e descolada. O que é um disperdicio com um roteiro desse. Ver ou não ver Pânico 4 é uma decisão sua. Se você gosta de Ghost Face assim como Freddy, ou qualquer filme que tenha alguem matando estilo old school, vale a pena assitir. Caso o contrário, não perca seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-3826052092139320693?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/3826052092139320693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=3826052092139320693' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3826052092139320693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3826052092139320693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/04/critica-panico-4.html' title='Crítica - Pânico 4'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-6615321362788852542</id><published>2011-04-16T10:45:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.690-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Rio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode-se dizer que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Shrek&lt;/span&gt; e A Era do Gelo foram as únicas animações que se destacaram tanto quanto os lançamentos da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Pixar&lt;/span&gt;. Numa época em que lançam diversas animações decepcionantes por ano, Rio não teria motivos para ficar de fora se não fosse por um único motivo: uma história que se passa no Rio de Janeiro. Porém, ao ver o filme, percebemos que não é apenas uma história que se passa no Rio, mas sim, uma história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;caracters&lt;/span&gt; brasileiros e lições de morais vinda de um povo que gosta de calor, samba e amor. Veja abaixo o que o Arte à Sétima tem a dizer deste incrível filme, Rio:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 419px; height: 320px;" src="http://www.cinepop.com.br/cartazes/rio_4.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É bem provável que Rio não seria o filme que é se não fosse dirigida pelo próprio Carlos Saldanha, o brasileiros que fez outras animações famosas como A Era do Gelo e Robôs. Ao contar a história sobre os dois &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;pássaros&lt;/span&gt; se aventurando no Brasil, Carlos Saldanha bota o famoso jeitinho brasileiros em todos os cantos do filme, formando um longa-metragem que nunca falou tanto de nossa nação de uma maneira positivamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;esterotipada&lt;/span&gt; e alegórica. O filme começa com o despertar de uma selva e um samba &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;eletrizante&lt;/span&gt; que nos leva a um movimento de ruptura, onde o nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;protagonista&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Blue&lt;/span&gt;, é capturado e levado a Minnesota. Lá, ele acaba parando nas mãos de uma jovem chamada Linda, que acabam virando melhores amigos. Anos se passam, e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Blu&lt;/span&gt; acaba descobrindo que é um bicho em &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;extinção&lt;/span&gt; e precisa ser levado para o Brasil para ficar com a última &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;fêmea&lt;/span&gt; de sua espécie. Chegando ao Brasil, em clima de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Carnaval&lt;/span&gt;, os &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;pássaros&lt;/span&gt; acabam sendo &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;capturados&lt;/span&gt; por bandidos da favela, iniciando uma jornada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;sobrevivência&lt;/span&gt;. Porém, tudo seria mais fácil se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Blu&lt;/span&gt; soubesse como voar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 421px; height: 190px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/rio_1.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao assistirmos Rio, percebemos que o filme é inteiramente sobre o Brasil. Desde o momento em que o filme se inicia no meio de um samba até conhecermos todos os personagens durante a história, que como brasileiros, conseguimos distinguir facilmente o que Carlos Saldanha está &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;ensinuando&lt;/span&gt; a cada cena que ele &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;estereotipa&lt;/span&gt; o povo brasileiro. É os nossos conhecidos que viram outras pessoas ao desfilar no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;carnaval&lt;/span&gt;, é o povo que se importa mais com o futebol do que as tarefas que precisam ser feitas, são as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;churrascarias&lt;/span&gt; que não deixam você respirar, ou até mesmo a mania que os brasileiros tem de passarem uma certa impressão para uma garota, ou como diz no filme, criar um clima ou ajudar os amigos a pegarem a garota. Coisas que no meio de uma animação americana feita para crianças, fica uma delícia de ver e é incrivelmente engraçado. Acredito que o filme fosse melhor ainda se tivessem cópias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;legendadas&lt;/span&gt; nos cinemas, pois além de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Jesse&lt;/span&gt; Eisenberg estar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;dublando&lt;/span&gt; com sua voz engraçada, estaria mostrando sotaques e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;gírias&lt;/span&gt; que os americanos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;tentam&lt;/span&gt; brincam em algumas cenas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E obviamente que tudo isso não seria &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;possível&lt;/span&gt; se não fosse feito pelo Carlos Saldanha. Como brasileiro, o material que ele jogou no filme é mais do que verdadeiro. Algo positivo, também, pois mostra um lado do Brasil bem original para os povos estrangeiros. Até mesmo o lado ruim do Brasil, as favelas e os &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;tráfegos&lt;/span&gt;, são vistas como algo engraçado onde as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;personalidades&lt;/span&gt; dos bandidos são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;caracterizadas&lt;/span&gt; por pessoas burras e atrapalhadas. Não só a criminalidade mas como os grupos sociais. Brincando através dos animais, Carlos Saldanha nos mostra um interessante baile &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;funk&lt;/span&gt;, um desfile de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;carnaval&lt;/span&gt; altamente criativo e excitante, e até mesmo a vida de um menino de rua. Diversas tramas que se juntam para formar um roteiro cujo o povo brasileiro fala muito mais alto do que uma história de dois &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;pássaros&lt;/span&gt; que estão tentando voltar para seus respectivos donos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 418px; height: 189px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/rio_2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;Mas como animação, o roteiro não é a única coisa que cai bem. Não tive a oportunidade de ver o filme em 3D, mas como toda animação nova, os gráficos são perfeitos e visualizar Rio de Janeiro a noite em uma animação, nunca foi tão belo. O mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;impressionante&lt;/span&gt; ainda foi a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;caracterização&lt;/span&gt; dos brasileiros no rosto dos personagens. Em todos os personagens brasileiros no filme, há uma fisionomia típica de um brasileiro que Carlos Saldanha foi um mestre em diferenciar nós dos rostos dos americanos. O menina de rua, então, possui uma fisionomia absurda, que ao mesmo tempo, me pergunto se Carlos Saldanha não se inspirou nos bonecos dos jogadores de futebol que eram dados numa promoção da Coca Cola há muitos anos atrás em época de Copa do Mundo, onde os bonecos dos jogadores tinham um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;cabeção&lt;/span&gt; de uma fisionomia bem animada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumindo, Rio é uma animação maravilhosa feita mais para os brasileiros por botarem uma alegoria nossa de uma maneira tão verdadeira e engraçada. É um filme para rir, se divertir e se identificar com o que o povo brasileiro tem de melhor: o nosso samba e o nosso incrível bom humor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-6615321362788852542?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/6615321362788852542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=6615321362788852542' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/6615321362788852542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/6615321362788852542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/04/critica-rio.html' title='Crítica - Rio'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-1750643075946969388</id><published>2011-04-12T19:05:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.690-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Um toque de loucura e surrealismo.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Arte à Sétima está de volta com uma grande lista de filmes para ver, comentar, e um layout que deixou todo o blog mais prático, interativo e organizado. Agora que a tarefa de ver os supostos melhores filmes de 2010 segundo críticas internacionais está terminada, estou livre para comentar tanto das novidades que estão chegando em 2011 quanto outros materiais interessantes que estão aparecendo na minha faculdade de cinema que comecei este semestre. Então para começar, selecionei os filmes mais interessantes e originais que vi nestes últimos mêses. Confira!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_Qa-wn60e4es/TRwAgwetayI/AAAAAAAABFo/9K9w0rh0nqk/s1600/repulsion_hallway+hands_01.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo meu professor de Linguagem Cinematográfica, o primeiro paradigma do cinema é que toda obra é referencial. Tendo achado Cisne Negro o melhor filme de 2010, não pude deixar de dar uma olhada nos filmes que disseram que seriam as referências bases do novo filme de Aronofsky, que seriam nada mais nada mais nada a menos do que Suspiria de Dario Argento e Repulsao ao Sexo de Roman Polanki. Minha professora de historia do cinema mundial ainda diz que a maior influencia de Aronofsky para Cisne Negro foi O Estudante de Praga, um dos primeiros longa-metragens do mundo, feito na alemanha, antes mesmo de O Nascimento de Uma Nação. Como O Estudante de Praga ainda esta na minha lista de download, e achei Suspíria um filme fraco, venho a dizer sobre &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Repulsa ao Sexo&lt;/span&gt;, um filme simplesmente brilhante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao começar assistir o filme, não se sabe o certo o que o filme quer tratar. Vemos uma história lenta e estranha de uma menina que fica sonhando durante o dia enquanto tem desprezo do namorado de sua irmã, que mora junto com ela. Mais para frente, a garota fica sozinha em casa quando sua irmã e o namorado vão viajar. Logo, coisas estranhas começam a acontecer dentro do apartamento, onde a distorção da realidade quebra a barreira do nosso senso do que é real e do que é loucura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme em sí é simplesmente genial. Assim como Cisne Negro, o filme não procura revelar verdades ou surpreender o publico no seu fim. É um filme de horror que narra nada mais nada a menos do que alucinações de um personagem em crise. E Roman Polanski faz isso de uma maneira incrívelmente bem feita e artistica, revelando um lado dele que eu nunca havia visto em relações a filmes de suspense. O filme é todo em preto e branco e não há nenhuma pista o filme inteiro sobre o que realmente está acontecendo e o porque está acontecendo. As coisas simplesmente acontecem, e a linha entre o que é real e ilusão vira um borrão para nós mesmos nos perdemos na loucura da personagem principal. E tudo isso é feito através de rachaduras que aparecem na parede sozinhas, salas que uma hora são de um tamanho e depois viram de outro, ou até mesmo pessoas estranhas que chegam no apartamento para ameaçar a personagem principal. Não é um filme para você simplesmente ver, mas sim, um filme para você assistir e interpretar. Um cult noir, que não porque exatamente, me lembrou um pouco o filme Blow Up - Depois Daquele Beijo. Resumidamente, uma obra magnífica. Para quem gostou de Cisne Negro, Repulsa ao Sexo é um filme obrigatório.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 418px; height: 283px;" src="http://thefilmtalk.com/wp-content/uploads/2011/01/Enter-the-Void-Podcast.jpeg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que dizem que Jogos Mortais é um dos filmes mais chocantes que ja viram, é porque estão precisando de uma séria atualizações de filmes. Não digo que ver uma pessoa perdendo um membro a cada cena não seja algo para não se impressionar, mas violência gratuita é uma forma muito fácil de perturbar a mente da pessoa que está assistindo um filme. Quem é um gênio do terror psicológico é o nosso grande Michael Haneke, diretor de Violência Gratuita, A Fita Branca e Caché. Este comentário, porém, vai para um dos diretores mais pirados da frança, chamado Gaspard Noé.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de ter feito um filme com o tema de estupro, onde a história é contada de trás para frente e tendo uma cena de esturpo por quinze minutos, o diretor trás um filme que retrata a vida após a morte num filme altamente colorido e psicodélico chamado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Enter the Void&lt;/span&gt;. Não lançado ainda no Brasil, o filme relata a história de um livro que diz quando uma pessoa morre, a pessoa revê sua vida inteira até o momento que ela morreu, e começa a vagar pelo mundo vendo como o mundo está após sua morte, até ele se reencarnar numa luz amarela que é emitida pelas pessoas durante o ato sexual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/lI89ovR36r0" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="305"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa brisa altamente alucinante, Gaspard Noé nos transporta para esta viagem de duas horas e quarenta de duração. Apesar de ser uma viagem cansativa, é uma viagem obrigatória para aqueles que estão querendo ver um filme altamente criativo de linguagem cinematográfica única. O filme inteiro se passa em Tóquio, com luzes altamente florescentes e cenas que são nada mais nada a menos do que imagens surrealistas que representam o que sentimos ao inalarmos uma droga. O mais interessante são os planos enormes, que são feitos de diferentes formas, que fazem o filme ser o que é. Primeiramente, os planos são nada mais nada a menos do que os olhos do personagem principal, como se a câmera fosse o seu olho. Em seguida, a câmera está sempre atrás do personagem. Nunca vemos seu rosto e observamos tudo o que se passa no filme como se estivessemos atrás do personagem. E por último, o filme se estende num gigantesco plano que fica rodeando a cidade, explicando o que acontece com os personagens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário do que u estou dizendo, muitos acharam este filme ruim. Vou dizer que a história não é grande coisa, mas toda linguagem cinematografica jogada em cima da temática fazem este filmes dos filmes mais interessantes que eu já vi na minha vida. Para quem gosta de direção e fotografia, Enter the Void é uma rica aula de cinema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 414px; height: 276px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-c0t0qCuI1fs/TWhyDkPK-RI/AAAAAAAAFK8/p9TvZUMWFVk/s1600/Dogtooth-One-Sheet3.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, se você não está acostumado com filmes estranhos, pode acabar de ler este post por aqui. Mas se você é fanático por eles, e se um dos seus filmes preferidos é Dogville, você definitivamente vai amar o filme indicado ao Melhor Filme Estrangeiro deste Oscar, chamado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dente Canino&lt;/span&gt;, da Grécia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dando uma resumida na história, o filme retrata uma familia cujos os filhos são presos na casa pelos pais para eles não terem contato com o mundo lá fora. Para isso, seus país criam uma realidade ilusitória para eles conseguirem viver em harmonia. Todo o dia, eles aprendem o significado de palavras novas, porém, com sentidos contrários (como o saleiro de mesa, que para eles, é ensinado como "telefone; um flores amarelas pequenas, que são ensinados como "zoombie" para eles). Eles também acreditam que aviões são brinquedos que voam pelo céu, e de vez em quando, eles caem no jardim de casa; ou que gatos são as criaturas mais perigosas que existem. Tudo isso acontece enquanto eles fazem brincadeiras entre eles, como cheirar anestesia e ver quem acorda primeiro, e uma visita semanal de uma mulher que trabalha com o pai para satisfazer os prazeres sexuais do filho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 421px; height: 277px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_p3AERssrDJA/S_AgofUKOJI/AAAAAAAAAyU/dKMUFNt2DtI/s1600/dente-canino.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Provávelmente você deve estar pensando que nunca ouviu algo tão absurdo em sua vida. E foi exatamente isso o que me fez levar a assistir o filme, pois eu simplesmente não acreditava. Quando eu vi o filme, os créditos começaram a aparecer no fim e eu ainda não sabia o que achar do filme. Era uma obra sem história, que só contava a vida de jovens bizarros vivendo numa realidade absurda. Porém, eu comecei a refletir sobre o assunto e comecei a achar o filme muito bom. Ao perceber o tratameto que os filhos são submetidos, pessoas começaram a me perguntar se não seria uma crítica ao jeito que nós somos criados, que apesar de sermos criados todos iguais, seria este o jeito certo? Não só isso, mas o que os pais deles estão tentando passar aos filhos. Seria uma maneira melhor de ver o mundo? Também tem o conceito de que eles só poderiam sair de casa se o dente canino deles cairem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um tanto complexo falar sobre este filme sem outra pessoa ter visto. Não há motivos claros para dizer se é um filme bom ou ruim. Eu, particularmente, achei muito bom, pois é um filme extremamente diferente, que possui uma abordagem tão inédita que chega a causar desconforto em quem está lendo a história. O que eu tenho a dizer é: assistam o filme. Pois achando o filme ruim, ou bom, é um baita soco para quem está acostumado com filmes que seguem numa linha reta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-1750643075946969388?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/1750643075946969388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=1750643075946969388' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1750643075946969388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1750643075946969388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/04/um-toque-de-loucura-e-surrealismo.html' title='Um toque de loucura e surrealismo.'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Qa-wn60e4es/TRwAgwetayI/AAAAAAAABFo/9K9w0rh0nqk/s72-c/repulsion_hallway+hands_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-426576975862648754</id><published>2011-02-27T13:09:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.691-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matérias'/><title type='text'>Os 10 Melhores Filmes de 2010</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem acompanha o Arte à Sétima a mais um de ano, percebeu que damos um certo destaque a mais para os dez melhores &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;albúns&lt;/span&gt; e filmes do ano. Logicamente não é uma atitude exclusiva entre os outros blog, mas podemos dizer que fazer tais estatísticas é algo que fazemos com um grande sorriso no rosto. Afinal, o Arte à Sétima é um blog de indicação e crítica, e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;selecionar&lt;/span&gt; os melhores lançamentos para marcar o ano é algo que fazemos com naturalidade. Este ano, como podem ter percebido pelos últimos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;posts&lt;/span&gt;, o Arte à Sétima foi mais rígido do que o costume no sentido de fazer essa lista por diversos motivos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro que 2010 teve uma quantidade de filmes bons extremamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;significativa&lt;/span&gt;. Tão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;significativa&lt;/span&gt; que fez o blog voltar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;ativa&lt;/span&gt;, que estava um tanto abandonado por um período de seis &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;meses&lt;/span&gt;. Segundo que nossas listas dos dez melhores filmes do ano sempre eram baseadas nos lançamentos do Brasil, e não nos seus respectivos lançamentos de origem, fazendo assim, com que as listas de filmes do ano tivessem filmes tanto de um ano quanto o de outro. Baseando-se mais no que a crítica &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;internacional&lt;/span&gt; tinha a dizer sobre os melhores filmes de 2010, o Arte à Sétima começou uma corrida atrás deles enquanto eles não chegavam no Brasil, para que assim que virasse o ano, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;conseguíssemos&lt;/span&gt; postar a nossa opinião. No fim, chegamos atrasados, mas passamos por todos os lugares que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;tínhamos&lt;/span&gt; que ir, e agora, temos nossa lista oficial dos dez melhores filmes de 2010, lançados no ano de 2010 em seus respectivos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;países&lt;/span&gt; de origem. Confira abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10. "127 Horas" de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_113"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 382px; height: 267px;" src="http://cdn.sheknows.com/articles/2010/11/127-hours-poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desvendar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_114"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle é uma tarefa que ninguém consegue fazer. Com filmes como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_115"&gt;Trainspotting&lt;/span&gt;, A Praia, Extermínio e Quem Quer Ser Um Milionário na mesma lista de filmes feitos, se percebe que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_116"&gt;diretor&lt;/span&gt; não tem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_117"&gt;personalidade&lt;/span&gt; alguma. E com o lançamento de seu último filme e mais todos os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_118"&gt;Oscars&lt;/span&gt; que ele acarretou, você começa a se perguntar o que vem depois. E é ai que entra 127 Horas, um filme baseado numa história real que conta a jornada de um rapaz que fica preso numa rocha no meio do deserto. Ao contrário do que muitos andam dizendo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_119"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle acerta, e faz um grande filme. Talvez até tenha sido a baixa expectativa que eu estava guardando, ou simplesmente foi porque eu gostei do filme mesmo. A experiência &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_120"&gt;proporcionada&lt;/span&gt; por James Franco é intensa, e suas memórias apresentadas durante o filme, apesar de não serem muito bem exploradas, são interessantes, e que fazem o filme ter algum sentido. Afinal, o filme é sobre um cara preso numa pedra tentando sobreviver, faça uma lista de quantos filmes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_121"&gt;sessões&lt;/span&gt; da tarde você tem iguais. Mas o fato de 127 Horas ficar em décimo lugar numa lista de dez é que o filme é bom, gente. Talvez você não possa achar isto nos primeiros trinta minutos, mas para tudo o que a história tinha para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_122"&gt;proporcionar&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_123"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle mostrou tudo com competência e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_124"&gt;profissionalidade&lt;/span&gt;. E se você viu o filme apenas esperando para ver James Franco cortando seu próprio braço, você definitivamente não está vendo o filme. James Franco se prova como um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_126"&gt;ator&lt;/span&gt; de competência ao invés daquele famoso amigo do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_127"&gt;Peter&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_128"&gt;Parker&lt;/span&gt;, e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_129"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle até volta a ter alguns créditos depois de toda essa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_130"&gt;filmografia&lt;/span&gt; bizarra. Ainda não faz dele um grande &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_131"&gt;diretor&lt;/span&gt;, mas 127 Horas é uma pérola que se guarda no ano de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;09. "Amores Imaginários" de Xavier &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Dolan&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 393px; height: 209px;" src="http://29.media.tumblr.com/tumblr_l6ta6x3jiO1qz7um3o1_500.png" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Xavier &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Dolan&lt;/span&gt; pode ter apenas 21 anos, mas criatividade e motivação é o que não falta neste jovem &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;canadense&lt;/span&gt;. Depois de ter feito Eu Matei Minha Mãe em 2009, o garoto chega em 2010 com Amores Imaginários, e já tendo um terceiro programado para 2011 com Louis &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Garrel&lt;/span&gt; no elenco. Enquanto a gente espera, a gente curte Amores Imaginários, que devido as graciosidades deste simples filmes, fazem este ser um dos dez melhores do ano. Através de uma história de um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;triângulo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;amoros&lt;/span&gt;, Xavier &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Dolan&lt;/span&gt; brinca na montagem do filme em seu roteiro, com efeitos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;interessantíssimos&lt;/span&gt; e uma bela fotografia em destaque. Não é sobre o que o filme tem a mostrar, mas sim, como ele é mostrado ao expectador. Através de primeiras impressões, olhares curiosos, e sinais de comportamento, Xavier &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Dolan&lt;/span&gt; nos mergulha numa história em que ele revela os detalhes, os pensamentos, sentimentos e as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;ações&lt;/span&gt; que as pessoas passam a ter afim de chamar atenção de uma outra pessoa. E é algo que funciona perfeitamente bem, pois são fatos reais, que são &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;impossíveis&lt;/span&gt; de não se identificar. E tudo isso acompanhado com entrevistas de pessoas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;anônimas&lt;/span&gt; dizendo sobre como é que você pensa e age quando começa a gostar de alguém. São diversos detalhes trabalhos de maneiras belas e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;artísticas&lt;/span&gt; que fazem de Amores Imaginários um filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;interessantíssimo&lt;/span&gt; de ser visto. A cena final, então, é sensacional. Depois de Eu Matei Minha Mãe, agora com Amores Imaginários, podemos ter certeza de que Xavier &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Dolan&lt;/span&gt; não nos desapontará.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;08. "Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Indômita"&lt;/span&gt; de Joel e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Ethan&lt;/span&gt; Cohen.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 392px; height: 218px;" src="http://bulk2.destructoid.com/ul/files/assets/000/073/720/header_wide/new-true-grit-posters-are-awesome-in-their-simplicity-header.jpg?1290109252" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca fui um grande admirador dos irmãos Cohen - não posso falar muito, também, pois não vi muitos filmes deles. Um de seus últimos filmes em destaque, Onde os Fracos Não Tem Vez, é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;ótimo&lt;/span&gt;, mas acaba se deixando levar no seu fim. Queime Depois de Ler, em seguida, é simplesmente muito fraco, e não tive a oportunidade nem vontade de ver Um Homem Sério. Este ano, eu apostei grande em Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Indômita&lt;/span&gt;, e posso dizer que acertei. Não tenho bons argumentos pra explicar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;exatamente&lt;/span&gt; o porque eu gostei desse filme, pois afinal, ele é simplesmente bom. Sua história é contada direito, sem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;enrolações&lt;/span&gt; e partes chatas. É uma história de vingança no terreno caipira dos Estados Unidos. Um filme com espírito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;western&lt;/span&gt; contado em pleno 2010. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Atuações&lt;/span&gt; boas, com um roteiro exemplar e uma produção marcante. Se você não acha que estes são argumentos o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;suficientes&lt;/span&gt; para botar Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Indômita&lt;/span&gt; entre os dez melhores filmes do ano, vá ver o filme no cinema e me diga o que achou depois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;07. "Minhas Mães e Meu Pai" de Lisa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Cholodenko&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 393px; height: 184px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.tvprime.pt/wp-content/uploads/2010/11/kids-are-all-right-banner.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=c1fETYOnO-To0QGU7ZSkCA&amp;amp;ved=0CAQQ8wc4LA&amp;amp;usg=AFQjCNGtiNfnjRNCLpI9SoIfZV3Kca-_Dg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minhas Mães e Meu Pai pode até estar em sétimo lugar nesta lista, mas saibam que este é praticamente o meu filme preferido de 2010. Apesar de muitas pessoas olharem torto para este filme que saiu do nada, com uma história meia boca, eu vejo um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;potencial&lt;/span&gt; muito maior do que a maioria das pessoas vêem nele. Não é um filme inovador, mas ele simplesmente foi bem trabalhado onde poderiam ter botado a mão na massa nele. Alguns usam a desculpa do casal homossexual como um grande &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;fator&lt;/span&gt; positivo do filme, mas eu vejo isso apenas como um detalhe. Minhas Mães e Meu Pai é uma história de família e relacionamento. É uma história que retrata realidade moderna, mas foca muito mais em amadurecimento e problemas emocionais de uma sociedade com uma mente aberta. E tudo isso funciona numa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;ótima&lt;/span&gt; formula composta por personagens que se enquadram muito bem no mundo do filme, que retratam com a maior clareza o mundo que vivemos hoje em dia. É um casal tentando se manter com sua família, são os jovens passando por problemas e tentando ganhar sua &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;independência&lt;/span&gt; e descobrir mais sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;sí&lt;/span&gt; mesmos. E o fato de usarem um casal homossexual para contarem esta história, é apenas um dos elementos chaves que fizeram desta incrível história se tornar mais descolada, junto com seu incrível elenco, sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;direção&lt;/span&gt;, e sua trilha sonora. Sem dúvida um dos melhores filmes do ano e um dos filmes que eu mais tenho orgulho de defender sua causa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;06. "Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; Contra o Mundo" de Edgar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Wright&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 386px; height: 233px;" src="http://blastr.com/assets_c/2010/03/Scott_Pilgrim_vs_the_world_onesheet_thumb-thumb-550x332-35741.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meio de casais homossexuais, criação do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Facebook&lt;/span&gt;, mundo em que se plantam ideias em sonho, Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; é um dos diversos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;fatores&lt;/span&gt; que fazem o ano de 2010 um ano extremamente importante para as &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;próximas&lt;/span&gt; décadas do cinema. Tudo bem que ele não carrega tal &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;importância&lt;/span&gt; nas costas quanto os outros filmes citados, mas é um exemplo de quanto mais há para se explorar ainda. Com um dos melhores roteiros anos, Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; retrata os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;HQ&lt;/span&gt;'s para a tela da maneira mais legal do mundo. Apesar de ser extremamente absurda, a formula funciona perfeitamente, pois afina, tudo é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;cool&lt;/span&gt;. Não só o filme, mas tudo o que ele representa. O próprio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; que é um garoto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;indie&lt;/span&gt; com uma banda descolada, e toda a trama dele derrotar os sete ex-namorados de sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;atual&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;ficante&lt;/span&gt;. Sua montagem, que brinca com sentimentos dos personagens e passagem de tempos adaptadas dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;quadrinhos&lt;/span&gt;; a trilha sonora composta por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Beck&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;Broken&lt;/span&gt; Social &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Scene&lt;/span&gt;; os efeitos sonoros; e o seu roteiro, que é simplesmente fantástico. Filme mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;cool&lt;/span&gt; não existe - pelo menos nos últimos dez anos. O que eu tenho a dizer é... vejam Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;05. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;"Harry&lt;/span&gt; Potter e as Relíquias da Morte - Parte I" de David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;Yates&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 384px; height: 226px;" src="http://hwcdn.themoviedb.org/backdrops/239/4ce82cd27b9aa17c90000239/harry-potter-and-the-deathly-hallows-part-i-poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma pessoa que seja &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;profissional&lt;/span&gt; em críticas de cinema ou até mesmo que leve todas as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;caracteristicas&lt;/span&gt; de uma obra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;cinematografica&lt;/span&gt; como preenchimento de uma tabela para revisão, resultando assim, na sua crítica; jamais botaria um volume de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;Harry&lt;/span&gt; Potter como um dos dez melhores filmes do ano. Não que os filmes sejam ruins, mas sim, pelo fato de ser uma história dividida em oito filmes, que possuem profundos erros em seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;rítimo&lt;/span&gt; graças aos seu livros, e que se analisados como uma obra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;cinematografica&lt;/span&gt;, não verá nada de muito surpreendente. O fato de eu colocar a primeira parte do último filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;Harry&lt;/span&gt; Potter aqui é porque não podemos analisar estes filmes como obras &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;cinematograficas&lt;/span&gt;, e segundo que, este volume de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;Harry&lt;/span&gt; Potter é o melhor de todos os outros já lançados pois ele fez &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;exatamente&lt;/span&gt; o que os outros filmes não faziam: parar de encher linguiça daqueles que nunca gostaram da serie, e entregar com coração um livro &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;inteiramente&lt;/span&gt; adaptado para os fãs, que querem ver os capítulos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Harry&lt;/span&gt; Potter aparecendo na tela de cinema. Com um roteiro extremamente fiel ao livro, David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;Yates&lt;/span&gt; preparou um cenário extremamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;profissional&lt;/span&gt;, que apesar de serem ignorados por muitos só porque é um volume de número sete que fala sobre mágica, é digno de suas indicações ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;Oscar&lt;/span&gt;. Se o filme possui falhas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;rítimo&lt;/span&gt; e de como os personagens se desenvolvem, eu não sei. A única coisa que eu sei é que tudo o que eu li no livro de J.K &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;Rowling&lt;/span&gt;, apareceu neste volume de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;Harry&lt;/span&gt; Potter de uma maneira que eu nunca tinha visto em nenhum filme. Bem feita, real, e sem um único corte sequer das páginas do livro de Relíquias da Morte. Para um verdadeiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;fãn&lt;/span&gt; de Potter, não vejo motivos para que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Harry&lt;/span&gt; Potter e as Relíquias da Morte Parte I não esteja entre os dez melhores filmes de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;04. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;"Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;Story&lt;/span&gt; 3" de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Lee&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;Unkrich&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 387px; height: 245px;" src="http://disneyportugal.files.wordpress.com/2009/09/toy-story-3.jpg?w=450&amp;amp;h=263" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falar sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;Story&lt;/span&gt; 3 é que nem falar da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;Pixar&lt;/span&gt; em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;sí&lt;/span&gt;. Depois de uma jornada de anos e anos, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;Pixar&lt;/span&gt; foi criada com o lançamento de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_94"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_95"&gt;Story&lt;/span&gt;, o primeiro filme feito inteiramente por computação gráfica. Este abriu as portas para o que hoje em dia é a maior empresa de animação do mundo, sendo que os dois últimos filmes lançado por ela, não só foram indicados por Melhor Filme de Animação (categoria que entrou no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_96"&gt;Oscar&lt;/span&gt; recentemente graças a invenção da tecnologia que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_97"&gt;Pixar&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_98"&gt;proporcionou&lt;/span&gt; no mercado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_99"&gt;cinematográfico&lt;/span&gt;), mas como também, ganharam as indicações de Melhor Filme do Ano, junto com nove filmes originais. E tudo isso se resume a uma história de dez anos, que após todo esse desenvolvimento, chega a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_100"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_101"&gt;Story&lt;/span&gt; 3, a trilogia que representa tudo o que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_102"&gt;Pixar&lt;/span&gt; é. E é na história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_103"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_104"&gt;Story&lt;/span&gt; 3 que você percebe isso. Este não só possui um dos melhores roteiros que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_105"&gt;Pixar&lt;/span&gt; já criou, mas também, representa todo o seu desenvolvimento e a cara dos filmes que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_106"&gt;Pixar&lt;/span&gt; criou nesses últimos dez anos. A história dos brinquedos, a perspectiva de suas vidas, são nada mais nada a menos do que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_107"&gt;mensagem&lt;/span&gt; que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_108"&gt;Pixar&lt;/span&gt; tenta passar: tudo é possível. É um tanto difícil dizer o quanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_109"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_110"&gt;Story&lt;/span&gt; 3 representa para o mundo do cinema. Não só porque ele é um grande filme, mas também, por tudo o que ele aborda. Por que afinal, é o terceiro volume da série, e não um filme singular. E é através de todos esses anos que percebemos em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_111"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_112"&gt;Story&lt;/span&gt; 3, o que ele representa. Caso vocês estejam um pouco perdido no que eu estou tentando dizer, leiam &lt;a href="http://arteasetima.blogspot.com/2010/06/toy-story-3-e-ate-onde-pixar-chegou.html"&gt;esta matéria&lt;/a&gt; que eu escrevi sobre o filme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;03. "A Rede Social" de David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_132"&gt;Fincher&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 367px; height: 275px;" src="http://www.flash-screen.com/free-wallpaper/uploads/201009/thus/1285655995_470x353_the-social-network-poster.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece que quanto mais os filmes ficam famosos, mais as pessoas tem mania de falarem que eles são ruins. Numa época em que O Discurso do Rei lidera as indicações ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_133"&gt;Oscar&lt;/span&gt;, eu não entendo os comentários negativos que saem de A Rede Social. Vou dizer que eu também era uma dessas pessoas que falava mal do novo filme do David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_134"&gt;Fincher&lt;/span&gt;, mas foi após ver ele pela segunda vez que eu consegui entender do que o filme realmente estava tentando tratar. Para quem leu a minha segunda crítica da Rede Social no blog, você vê que A Rede Social não é um filme sobre o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_135"&gt;Facebook&lt;/span&gt; ou uma nova obra prima de David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_136"&gt;Fincher&lt;/span&gt;. É um filme que retrata a modernidade e a chegada dela na nossa geração. O filme não foi feito para mostrar o quanto o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_137"&gt;Facebook&lt;/span&gt; é legal, mas sim, a formação desta empresa e o que a formação dela significa para a geração dos anos 2000: uma geração onde os jovens tomam o poder. E só o fato do filme retratar isso, já põe O Discurso do Rei no chinelo, pois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_138"&gt;foda&lt;/span&gt;-se o gago do século passado. A Rede Social retrata um movimento jamais retratado antes, tanto do cinema, como mundialmente na economia do globo. O impacto do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_139"&gt;Facebook&lt;/span&gt; está em nossas vidas, e não no filme de David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_140"&gt;Fincher&lt;/span&gt;. Pode não parecer muito ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_141"&gt;assistí&lt;/span&gt;-lo pois estamos vivendo a modernidade, e o que o filme faz é retratar o nascimento dela. É que nem Cantando na Chuva, que retrata a chegada do cinema falado na década de 20 em plenos anos 50. A Rede Social não está muito longe disso, tirando o fato de que neste eles não dançam, não contam piadas, e estão falando da empresa mais moderna da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_142"&gt;atualidade&lt;/span&gt;. Um filme como esses, tendo uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_143"&gt;direção&lt;/span&gt; como a de David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_144"&gt;Fincher&lt;/span&gt;, faz com que o cinema moderno dê um salto extremamente grande, falando mais alto do que qualquer outro filme nos últimos dez anos. E no meio de todos esses filmes que foram lançados este ano, ao contrário do que muitos estão dizendo, prova-se de que o cinema ainda pode ser muito, mais muito bem explorado. A Rede Social é o filme que prova isso. Pode não ser o melhor filme do ano, mas é o ano para o lançamento deste filme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;02. "A Origem" de Christopher &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_145"&gt;Nolan&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 397px; height: 213px;" src="http://screencrave.frsucrave.netdna-cdn.com/wp-content/uploads/2010/05/inception-hq-poster-short-3-5-10-kc.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu juro que eu entendo quem fala mal de A Rede Social. Não gosto, mas entendo. Agora, falar mal de A Origem, acho que seja pura ignorância da pessoa quem diz. Tudo bem que o roteiro possui certas falhas, mas me dizer que o filme é ruim, eu não aceito, e literalmente não entendo. A Origem é uma das obras mais originais dos últimos dez anos, e não entendo quem não consegue ver isso. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_146"&gt;Nolan&lt;/span&gt; pode até ter se perdido um pouco na hora de botar tudo na tela, mas o mínimo que você pode dizer do filme é que você daria uma nota como sete e meio de dez. De tudo o que Christopher &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_147"&gt;Nolan&lt;/span&gt; poderia ter &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_148"&gt;extraído&lt;/span&gt; da história que ele criou, ele não só colou na tela, mas como também, colou de maneira ousada e criativa. Não há uma única coisa que eu tenho para falar mal de A Origem, e acredito que todos aqueles que estejam indo ver para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_149"&gt;vivênciar&lt;/span&gt; uma experiência inédita, criativa e ousada, vão achar a mesma coisa. A Origem fica em segundo lugar na minha lista de dez melhores filmes do ano, porque ele é simplesmente bom, criativo e ousado. Se alguém consegue pegar a história de A Origem e fazer melhor, definitivamente você não faz cinema, porque obviamente, não sabe de nada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;01. "Cisne Negro" de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_150"&gt;Darren&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_151"&gt;Aronofsky&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 383px; height: 220px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://a35mm.files.wordpress.com/2010/12/black-swan-original.jpg%3Fw%3D625&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=pVfETYy8IMry0gHkrIn2Bw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNFfAhHVptnEyyIinDI8D7A6CnkQNg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já pode começar a levantar as bandeiras escrito "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_152"&gt;Aronofsky&lt;/span&gt;"? Pois se tiver alguém com mais orgulho deste filme do que eu, que atirem a primeira pedra. No meio de filmes que retratam o ano 2000, que brincam com a realidade, sonhos, e retratam sobre casais homossexuais, Cisne Negro não tenta retratar nada, mas sim, mostrar tudo o que o cinema tem de mais puro a mostrar: a arte em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_153"&gt;sí&lt;/span&gt;. Ao contar a história de uma bailarina a procura da perfeição, o roteiro de Cisne Negro é acompanhado por uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_154"&gt;direção&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_155"&gt;Aronofsky&lt;/span&gt; que não tenta desafiar a mente humanas com revelações ocultas ou diferentes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_156"&gt;perspectivas&lt;/span&gt; do mundo. Tudo o que Cisne Negro tem a mostrar é uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_157"&gt;orgástica&lt;/span&gt; experiência de horror, com cenas bizarras e com uma história que apesar de não entender muito bem para onde estamos sendo levados, passamos pelos caminhos que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_158"&gt;deveriamos&lt;/span&gt; passar para sentir tudo o que a experiência do filme tem a passar. É uma obra ousada, cujo o desespero que tem em sua trama é o suficiente para você enlouquecer nele junto com o personagem que te acompanha. E tudo isso é feita de maneira linda, como uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_159"&gt;câmera&lt;/span&gt; que parece estar dançando. Uma trilha sonora arrepiante, e uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_160"&gt;atuação&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_161"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_162"&gt;Portman&lt;/span&gt; digna do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_163"&gt;Oscar&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero que vocês tenham gostado da lista dos dez melhores filmes de 2010 do Arte à Sétima. Afinal, fizemos muito suspense, então, espere que o que eu escrevi sobre os filmes tenham feito vocês terem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_164"&gt;entedido&lt;/span&gt; o meu lado. Para quem está se perguntando quais são os filmes de número onze ao vinte desta lista, filmes como Um Lugar Qualquer, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_165"&gt;Kick&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_166"&gt;Ass&lt;/span&gt;, Happy Thank You More Please, O Escritor Fantasma, Reencontrando a Felicidade, Ilha do Medo e Não me Abandone Jamais também entram nesta lista, não respectivamente nessa ordem. Para saber mais o que eu tenho a dizer sobre esses filmes, dêem uma vasculhada no blog, pois comentei quase todos eles aqui. Já para quem está se perguntando quais foram os 10 Melhores Filmes de 2009 publicado pelo o Arte à Sétima, eis aqui em baixo uma nova lista, com os filmes de 2009 lançados em seus respectivos paises de origem - ao contrário do ano passado, que tinha filmes tanto de 2009 quanto de 2008, e deixaram de fora muitos filmes de 2009 que chegaram no Brasil só em 2010.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;01. Bastardos Inglórios&lt;br /&gt;02. Up - Altas Aventuras&lt;br /&gt;03. Anticristo&lt;br /&gt;04. Onde Vivem os Monstros&lt;br /&gt;05. (500) Dias Com Ela&lt;br /&gt;06. &lt;a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=9221"&gt;Enter the Void&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;07. Star Trek&lt;br /&gt;08. O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus&lt;br /&gt;09. &lt;a href="http://www.blogger.com/Cora%C3%83%C2%B5es%20Em%20Conflito"&gt;Corações Em Conflito&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;10. O Garoto de Liverpool&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-426576975862648754?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/426576975862648754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=426576975862648754' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/426576975862648754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/426576975862648754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/02/os-10-melhores-filmes-de-2010.html' title='Os 10 Melhores Filmes de 2010'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-8187017929634604342</id><published>2011-02-05T09:41:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.691-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Para a trilha sonora do seu verão - Neon Indian</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de passar um tempo sem comentar sobre nenhuma banda, encontramos uma nova obsessão! Conheça abaixo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Neon&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Indian&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 365px; height: 344px;" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/_/37779745/Neon+Indian+neon.png" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vindo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;direto&lt;/span&gt; do deserto do Texas e das ruas do Brooklyn em Nova York, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Neon&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Indian&lt;/span&gt; trás o som mais apropriado para o momento da nossa descoberta, o calor do verão brasileiro. Com uma sonoridade bem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;house&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;new&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;wave&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Neon&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Indian&lt;/span&gt; trás um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;eletrônico&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;psicodélico&lt;/span&gt; que ainda por ser uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;ótima&lt;/span&gt; batida apara dançar, é a trilha sonora perfeita para uma tarde com os amigos. A banda possui uma sonoridade parecida com bandas como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;MGMT&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Empire&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Sun&lt;/span&gt;, Phoenix e Animal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Collective&lt;/span&gt; acompanhando com instrumentos bem trabalhados que apesar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;gostosos&lt;/span&gt; de ouvir, são compostos de um jeito diferente, tornando assim, uma banda bem diferente das demais que estamos acostumados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A banda só possui um disco, chamado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Psychic&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Chasms&lt;/span&gt;, com 12 faixas. Conheça uma das melhores faixas do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;albúm&lt;/span&gt; abaixo, chamada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Deadbeat&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Summer&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/qlJ27Dcv4fc" allowfullscreen="" frameborder="0" height="305" width="395"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-8187017929634604342?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/8187017929634604342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=8187017929634604342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/8187017929634604342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/8187017929634604342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/02/para-trilha-donora-do-seu-verao-neon.html' title='Para a trilha sonora do seu verão - Neon Indian'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/qlJ27Dcv4fc/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-526316837129587538</id><published>2011-02-03T09:36:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.692-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Mais filmes de 2010</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E quanto mais perto chegamos do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Oscar&lt;/span&gt;, mais filmes o Arte à Sétima vê. Depois de publicar uma segunda opinião sobre A Rede Social no blog, falar sobre Cisne Negro, A Origem, Minhas Mães e Meu Pai, 127 Horas, entre outros, eis o que temos a dizer sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Valentine&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Rabbit&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Hole&lt;/span&gt;, Além da Vida, e O Turista:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 380px; height: 302px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://cdn.crushable.com/files/2010/11/blue_valentine1-490x390.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=OehKTc2HBoL-8AaThYGyDg&amp;amp;ved=0CAQQ8wc4OQ&amp;amp;usg=AFQjCNEkYw-22bH4AOlpTfBSB0aSA1VTIw" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo um dos filmes mais esperados do ano, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Valentine&lt;/span&gt; promete ser um dos filmes mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;romanticos&lt;/span&gt; da história do cinema. O que eu posso dizer é que essa promessa não é cumprida, apesar de ser um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;ótimo&lt;/span&gt; filme. Dividido entre o passado e o presente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Valentine&lt;/span&gt; contam a história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Dean&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Cindy&lt;/span&gt;, agora, quando estão casados, e a memória deles quando eles se conheceram. O filme possui toda uma história intrigante e bonitinha, com uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;direção&lt;/span&gt; toda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;independente&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;câmera&lt;/span&gt; de mão em constante movimento e uma fotografia que possui apenas um alto contraste. O que tinha tudo para ser um grande filme peca &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;exatamente&lt;/span&gt; no que o filme tem a mostrar: o presente do casal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geralmente estamos acostumados a ver uma história de amor se formando, e o feliz para sempre é nos apresentado sem saber o que acontece com eles depois. Em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Valentine&lt;/span&gt;, vemos o que acontece depois de tudo o que o casal passou após eles se conhecerem, chegando até um pós casamento, com uma filha nas mãos. E o que piora ainda mais, é que no presente, eles são diferentes, e seu destino é escrito apenas com uma noite, enquanto acompanhamos toda a história de como eles se conheceram com o passar do filme. O que é triste, pois faz com que no fim, a obra não tenha propósito devido a sua conclusão. O filme seria muito melhor se fossem eles se conhecendo e se casando, assim como mostra em seu passado ao assistir o filme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas analisando por outro lado, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Valentine&lt;/span&gt; não está a procura de contar a história da donzela que encontra o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;príncipe&lt;/span&gt; encantado, mas sim, pessoas ordinárias que só se ferram na vida, que devido a acontecimentos inesperados, elas acabam tomando decisões impulsivas e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;realísticas&lt;/span&gt;. Não é uma obra para se deliciar com compaixão, mas sim, ver a realidade de uma visão diferente. E é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;exatamente&lt;/span&gt; isso o que sentimos ao conhecer quem é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Dean&lt;/span&gt; e quem é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Cindy&lt;/span&gt; e como eles vivem. Então, meninas, só por que tem o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Ryan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Gosling&lt;/span&gt;, não vão esperando um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Notebook&lt;/span&gt; da vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 370px; height: 218px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_h8MDa6S2iKM/TSPDeTQ1g8I/AAAAAAAAAOw/Bmx2T-jLRHQ/s1600/rabbit-hole-final-postercrop.jpeg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dirigido pelo mesmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;diretor&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Shortbus&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Rabbit&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Hole&lt;/span&gt; ou Reencontrando a Felicidade é um filme muito melhor do que o crédito que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Oscar&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Nicole&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Kidman&lt;/span&gt; apresenta. Apesar de não ser muito bem desenvolvido, o filme tem teorias interessantes, que fazem o fim da obra valer a pena.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao primeiro relance, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Rabbit&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Hole&lt;/span&gt; aparenta ser um filme qualquer. O filme não possui nenhuma história ou &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;desfecho&lt;/span&gt; interessante, até entendermos que estamos lidando com a história de um casal que está tentando sobreviver a morte de um filho. No &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;início&lt;/span&gt;, os personagens não aparentam ser nada demais. Nenhuma emoção, acontecimento que mudem a vida deles. A história começa ficar interessante mais pro meio do filme, quando a mãe, interpretada por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Nicole&lt;/span&gt;, começa a ter &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;contato&lt;/span&gt; com o menino que atropelou o seu filho acidentalmente. Este cria &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;desfechos&lt;/span&gt;, que apesar de não parecerem importantes a primeira vista, criam metáforas e paradoxos que se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;refletem&lt;/span&gt; em como o casal ficará no fim das contas ao concluir o filme. Algo que apesar de não parecer muita coisa, é o que ganha o filme. E isso é culpa do roteirista, por não dar mais atenção ao menino e sim, a outros personagens que não tem muita &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;importância&lt;/span&gt;. Afinal, o nome &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Rabbit&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Hole&lt;/span&gt; vem de coisas que o menino tem a dizer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Rabbit&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Hole&lt;/span&gt; pode não ser um filme perfeito, mas ele acerta mesmo assim. Era provável que ele ficasse do circuito do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Oscar&lt;/span&gt; devido a todos esses grandes nomes, mas é bom ficar atento que é um bom filme de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 387px; height: 243px;" src="http://www.filmofilia.com/wp-content/uploads/2010/09/hereafter.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é nenhuma novidade de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Clint&lt;/span&gt; Eastwood é um dos melhores &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;diretores&lt;/span&gt; ainda vivos. Depois de seus últimos filmes, como A Troca, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Gran&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Torino&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Invictus&lt;/span&gt;, não há como temer que qualquer &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;próximo&lt;/span&gt; filme seu poderia sair ruim. Curiosamente, Além da Vida não está no mesmo nível que seus filmes anteriores. Mas isso não quer dizer que seja um filme ruim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentando abordar o tema sobre a vida após a morte, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Clint&lt;/span&gt; nos apresenta um mundo de um psíquico que consegue falar com os mortos. Junto, ele entrelaça mais duas histórias que envolvem um tsunami e uma explosão de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;metrô&lt;/span&gt; em Londres. A história poderia ser mais interessante ainda se elas não se desenvolvessem tão lentamente, nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;afetando&lt;/span&gt; com uma duração de quase duas horas e meia, para que no fim, a história nem acabe se concluindo direito. Alguns personagens que apareceram no filme nem se quer mostraram propósito de terem aparecido, como a personagem da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Bryce&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;Dallas&lt;/span&gt; Howard, ou até mesmo a pesquisa sobre a vida após a morte que a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;francesa&lt;/span&gt; Marie faz, que nem ao menos tem grandes impactos na história, resultando apenas num livro que é levemente citado. A história possui um desenvolvimento lento, com uma introdução de personagens que leva metade do filme, para ter uma conclusão de trinta minutos, que nem nos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;afecta&lt;/span&gt; muito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da história falhar em diversos pontos, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;Clint&lt;/span&gt; Eastwood fez o seu melhor papel. Afinal, a história não era dele, resultando apenas a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;direção&lt;/span&gt; para ser feita. Sendo um grande &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;diretor&lt;/span&gt;, obviamente, o filme possui quadros belos, com efeitos especiais que acabaram sendo indicados ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;Oscar&lt;/span&gt; deste ano. No fim, Além da Vida não pode ser um grande filme, mas vale a pena ser visto para quem é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;fãn&lt;/span&gt; deste grande &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;diretor&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 368px; height: 267px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://blog.80millionmoviesfree.com/wp-content/uploads/2010/11/the-tourist-movie.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=5e1KTfzbBYK88ga2nNS1Dg&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNFZQGSoEmvEFJzKoY2RTQ248wQKpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;Angelina&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;Jolie&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;Johnny&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;Depp&lt;/span&gt; e uns &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;bang&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;bang&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;bang&lt;/span&gt;! Quer uma fórmula &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;cliche&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;Hollywodiana&lt;/span&gt;, está aqui. E para ser menos previsível ainda, ironicamente falando, o filme é ruim. E o mais interessante de tudo é que qualquer idiota que vai ao cinema a procura de diversão (a maioria), acaba se deixando levar por um detalhe que se não muito bem observado, percebe-se que é um dos maiores erros já feitos em um roteiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;cinematográfico&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas tudo bem, vamos falar das coisas boas, pois as coisas ruins não são novidades. Neste filme que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;inesplicadamente&lt;/span&gt; foi indicado ao Globo de Ouro, o alemão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;Florian&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;Henckel&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;von&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Donnersmarck&lt;/span&gt; nos trás uma perseguição em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;Venesa&lt;/span&gt;. O filme chega até ser legal e interessante com o desenvolver da história, e tudo isso vem com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;Angelina&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Jolie&lt;/span&gt; numa das performances mais belas dela (visualmente falando, pois ela nunca esteve tão bonita em um filme); e com cenas maravilhosas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;Venesa&lt;/span&gt;. Cidade linda, mulher maravilhosa, figurino fino e uma história de perseguição intrigante acompanhada com piadinhas. O que poderia dar errado? A tentativa de um final surpresa que não deu certo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente não vou falar o que acontece aqui, mas o que ficou parecendo é que quando o roteiro foi escrito, o roteirista foi escrevendo seu saber de seu fim, e quando chegou lá, decidiu botar o mais improvável. Improvável é, mas ao mesmo tempo, perde todo o sentido de todas as escolhas que o papel de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;Angelina&lt;/span&gt; desempenhou. Pode até parecer convincente a primeira vista, mas se você analisar como tudo ocorreu durante a história, nada, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;absolutamente&lt;/span&gt; nada acaba fazendo sentido, entregando tudo aquilo como "foi apenas sorte". E cá entre nós, já não basta toda essa história de perseguição em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;Venesa&lt;/span&gt; para acreditarmos que estamos vendo um filme, mas deixar de lado tudo o que aconteceu para engolir aquele fim já é pedir demais. Se quiser ver o filme, pode até ir. É bonito, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;engraçadinho&lt;/span&gt;, e intrigante. Mas não fique pensando muito quando chegar no fim, pois vai acabar se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;estressando&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-526316837129587538?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/526316837129587538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=526316837129587538' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/526316837129587538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/526316837129587538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/02/outros-filmes-de-2010.html' title='Mais filmes de 2010'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_h8MDa6S2iKM/TSPDeTQ1g8I/AAAAAAAAAOw/Bmx2T-jLRHQ/s72-c/rabbit-hole-final-postercrop.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-182416201384062479</id><published>2011-02-01T11:54:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.692-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Happy Thank You More Please</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;500 Dias Com Ela, Tudo Acontece em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Elizabethtown&lt;/span&gt;, e Hora de Voltar. Nada como um filme para retratar o amor no meio do caos e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;desequilíbrio&lt;/span&gt; da humanidade através das poesias de um filme diferente e bonitinho vindo de um roteiro criativo. A verdade é que todos nós somos uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;bagunça&lt;/span&gt; e precisamos de amor para consertar o que há de errado em tudo no mundo. E são esses filmes que nos fazem emocionar com certos sentimentos que não conseguimos muito bem entendê-los ou controlá-los no mundo real. Mas para ser mais específico, é sobre este filme que eu quero falar. Um filme que consegue superar todos os outros em questões de filmes com tema sobre amor, felicidade e pessoas que só querem se encaixar na vida. Veja abaixo o que o Arte à Sétima tem a dizer sobre o filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Happy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Thank&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;You&lt;/span&gt; More &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Please&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 375px; height: 553px;" src="http://pandoranoviembre.files.wordpress.com/2011/04/happythankyoumoreplease.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lançado em 2010, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Happy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Thank&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;You&lt;/span&gt; More &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Please&lt;/span&gt; é um filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;independente&lt;/span&gt; que ainda não se encontra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;disponivel&lt;/span&gt; no Brasil. O filme retrata diversos amigos com idades aproximadamente entre 25 a 28 anos, que moram em Nova York e buscam nada mais nada a menos do que a felicidade no meio de um mundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;bagunçado&lt;/span&gt; e injusto. Sam é um escritor fracassado que se vê cuidando de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;menininho&lt;/span&gt; que se perdeu do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;metrô&lt;/span&gt;, enquanto persegue uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;garçonete&lt;/span&gt; de um bar. Sua melhor amiga, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Annie&lt;/span&gt;, possui uma doença cujo corpo não produz pelos, e tenta encontrar um amor em sua vida enquanto antigos parceiros reaparecem em sua vida, que parecem provar a ela que ela não merece alguém bom em sua vida. Enquanto isso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Marry&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Charlie&lt;/span&gt; são um casal que se vêm divididos entre a ideia de se mudar para L.A e ficar em Nova York, enquanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Marry&lt;/span&gt; não sabe o que fazer após receber a noticia que está grávida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Happy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Thank&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;You&lt;/span&gt; More &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Please&lt;/span&gt; não é nem o mais importante, mas sim, o que ela retrata quando representada ao espectador. A procura de tentar contar histórias sobre amor e a busca da felicidade, esta obra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;independente&lt;/span&gt; nos transporta para um mundo de jovens adultos urbanos de Nova York que não possuem nada de especial, apenas suas semelhanças de nunca conseguirem fazer o que é certo. O que é algo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;interessantissimo&lt;/span&gt;, pois é o que na verdade acontece na vida real, tornando este filme uma obra que consegue tocar muito mais do que os outros que estamos acostumados a ver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 372px; height: 217px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.nypost.com/r/nypost/blogs/popwrap/201101/IMAGES/13/happy.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=bWVITeyTEYOC8gb29-yfBg&amp;amp;ved=0CAQQ8wc4zQE&amp;amp;usg=AFQjCNEPRm9-si5960k1HXUM0fH5vqk6dw" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, o que mais se destaca no filme ainda é o seu roteiro, e como as falas dos personagens são incrivelmente bem boladas, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;quotes&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;impactantes&lt;/span&gt;, mas ao mesmo tempo, possuindo um grande toque de realidade, que nos aproxima de um jeito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;aconchegante&lt;/span&gt;, tornando o filme uma obra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;gostosa&lt;/span&gt; e fofa de se ver. Com toda a fotografia e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;direção&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;independente&lt;/span&gt; do filme, tornam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Happy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Thank&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;You&lt;/span&gt; More &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Please&lt;/span&gt; uma das obras mais memoráveis em questões de filmes que retratam pessoas a procura da felicidade num mundo complicado. Afinal, a frase do filme é "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;go&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;get&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;yourself&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;love&lt;/span&gt;", e é através de reflexões dos personagens montadas em um roteiro altamente tocante e realista, que percebemos que ninguém é perfeito, apenas aprendemos a ser felizes. E é assim que você acaba gostando de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Happy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Thank&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;You&lt;/span&gt; More &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Please&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme foi dirigido por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Josh&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Radnor&lt;/span&gt;, que além de também participar do filme, participa do programa de TV &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;How&lt;/span&gt; I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Met&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Your&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Mother&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Malin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Akerman&lt;/span&gt; de Antes Só do que Mal Casado também participa do filme. Sendo uma obra totalmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;independente&lt;/span&gt;, sem previsão para chegar ao Brasil, eu fiz questão de comentar sobre este filme aqui, pois é uma obra sensacional, e com certeza, um dos melhores filmes de 2010. Se você tiver oportunidade para vê-lo, faça-o agora. Veja o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;trailer&lt;/span&gt; abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" src="http://www.youtube.com/embed/sG3qBqtX50o" allowfullscreen="" width="390" frameborder="0" height="305"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-182416201384062479?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/182416201384062479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=182416201384062479' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/182416201384062479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/182416201384062479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/02/happy-thank-you-more-please.html' title='Happy Thank You More Please'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/sG3qBqtX50o/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-4891940449433950048</id><published>2011-01-30T13:20:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.693-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Deixe-me Entrar (Remake)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Remakes&lt;/span&gt;. A criança deformada do cinema. Uma obra que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;desrespeita&lt;/span&gt; a arte original e que na maioria dos casos, passa pela produção americana para criar uma atmosfera mais bem feita e mais comercial. Ainda tendo alguns que se salvam desta aberração, como o novo King Kong, a maioria dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;remakes&lt;/span&gt; são absurdamente desnecessários, principalmente quando estamos falando de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;remakes&lt;/span&gt; cujos originais são muito bons. E é ai que entra o filme de vampiro sueco Deixa Ela Entrar, um dos melhores &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;thrillers&lt;/span&gt; que eu já vi em minha vida, e que só por causa da produção &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;independente&lt;/span&gt; e o idioma sueco, os americanos fizeram questão de roubar esta ideia para o tornarem mais comercial e mais assustadora. Apesar de ser um absurdo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;desrespeito&lt;/span&gt; e uma atitude desnecessária, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;remake&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Deix&lt;/span&gt;-me Entrar acerta, mesmo não sendo tão bom quanto o original.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 372px; height: 554px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.shockya.com/news/wp-content/uploads/let_me_in_poster3.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=WNZFTYv_EMOB8gaD6_nMAQ&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNEjnsK_pzZZwZwZuq3_0U1fpp4RSQ" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Obivamente&lt;/span&gt;, não tem como falar de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;remake&lt;/span&gt; sem comparar ao seu original. Afinal, sendo um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;remake&lt;/span&gt;, buscamos propósitos na nova versão da obra que justificam a sua criação. E sendo Deixa Ela Entrar um filme incrível, eu realmente queria saber o porque os americanos se propuseram a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;faze&lt;/span&gt;-lo, e o mais interessante ainda, possuir críticas boas no exterior. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Surprendentimente&lt;/span&gt;, a aberração virou algo bonito graças a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;direção&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Reeves&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história da versão americana de Deixa Ela Entrar é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;exatamente&lt;/span&gt; igual ao seu original, tendo cenas praticamente &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;idênticas&lt;/span&gt; e com um roteiro que não muda muito. A diferença, é que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Reves&lt;/span&gt; conseguiu tornar a história mais bizarra e sombria do que a original, algo que realmente me fez um pouco de falta ao ver a versão sueca, que estava mais preocupada em mostrar a relação do menino com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;vampira&lt;/span&gt;. Nesta nova versão, além do filme ser todo sombrio, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Abby&lt;/span&gt;, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;vampira&lt;/span&gt;, é muito mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;violênta&lt;/span&gt;, e e há uma certa "transformação" quando ela ataca as pessoas, que lembra muito a cara da menina do O Exorcista. Além disso, os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;bullyings&lt;/span&gt; que o menino sofre são muito mais violentos do que o original, e as mortes das pessoas são mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;violêntas&lt;/span&gt; e radicais. Algo que dá todo o crédito para o filme, pois são realmente bem feitas. Os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;primeiros&lt;/span&gt; cinco minutos do filme então, é algo que intimida e impressiona.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 367px; height: 213px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/letmein_8.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas estas são apenas os pontos chaves do filme que tornam este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;remake&lt;/span&gt; algo que não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;descartável&lt;/span&gt;. Apesar de ainda ser uma obra sem propósito, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;remake&lt;/span&gt; ainda é um filme bom devido toda a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;direção&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Reves&lt;/span&gt;, que além desses elementos que eu citei, apresentou o filme como se fosse uma obra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;independente&lt;/span&gt;. Não há nada com uma super produção, e aquela cidade que eles vivem é uma cidade pacata do Novo México nunca vista antes. E tudo isso acompanhado com uma bela fotografia sombria, quanto a incrível &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;direção&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Ereves&lt;/span&gt; e jogos de cena muito interessantes. Há cenas que eu achei muito boas, como a parte em que o carro capota antes do homem jogar acido nele (não vou ser específico para não estragar a surpresa de quem não viu), que o acidente é nos apresentado da visão de quem está dentro do carro, enquanto ele capota.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas apesar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Reves&lt;/span&gt; ter dirigido o filme lindamente e ter deixado ele mais tenso, o original ainda consegue ser melhor por diversos motivos. Só o fato de ser uma obra original, já ganha diversos pontos, e segundo que, além da história do menino e da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;vampira&lt;/span&gt;, temos a visão dos fatos dos adultos que moram no mesmo prédio que a menina, e que começam a também passar por situações perigosas e suas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;consequências&lt;/span&gt;. Algo que deixa o filme mais interessante, ao contrário do original, que entregou esta visão dos fatos para a policia, que nem ao menos se destacou muito no filme. Com isso, apesar dos dois filmes &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;possuírem&lt;/span&gt; um roteiro muito parecido, a nova versão se tornou um tanto cansativa, enquanto a versão original era intrigante, pois sempre tinha alguma coisa acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 367px; height: 276px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.theshiznit.co.uk/images/screens/let-me-in-194e3-large.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=-9ZFTca2OML58Aa4nLC3AQ&amp;amp;ved=0CAQQ8wc4mAE&amp;amp;usg=AFQjCNGFpyd1yhJO7rnxx0VjrD2m7NksHw" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De um jeito ou de outro, não é novidade que este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;remake&lt;/span&gt; seria inferior. Mas apesar de tudo, o filme é uma bela obra e pode muito bem ser indicado por pessoas, já que ele está com mais fácil acesso do que a obra original, que não está disponível &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;em&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;DVD&lt;/span&gt; no país. Continua sendo uma obra altamente desnecessária, mas pelo menos, não é uma obra ruim. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Matt&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Reeves&lt;/span&gt; se provou como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;diretor&lt;/span&gt; competente ao dirigir está história. Não só como trabalho, mas ao respeitar o original. Antes mesmo dele começar a dirigir, ele havia dito que não sabia como fazer o filme pois a obra original já está perfeita. Pelo menos no fim, quem saiu com os créditos foi ele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que eu posso dizer é... se você gostou do filme &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;sueco&lt;/span&gt; Deixa Ela Entrar, vale a pena ver o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;remake&lt;/span&gt; para as novidades com um clima mais tenso. Se você não viu a versão &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;sueca&lt;/span&gt; mas quer ver este, aconselhamos ver o original primeiro. Vendo ou não, de um jeito ou de outro, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;remake&lt;/span&gt; de Deixa Ela Entrar é um bom filme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-4891940449433950048?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/4891940449433950048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=4891940449433950048' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/4891940449433950048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/4891940449433950048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/01/critica-deixe-me-entrar-remake.html' title='Crítica - Deixe-me Entrar (Remake)'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-6670501511973512736</id><published>2011-01-25T19:09:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.693-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Indicados ao Oscar 2011</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E um dos momentos mais importantes do ano chegou... pelo menos para quem está de olho entre os filmes que mais se destacaram no ano passado. Tentando acompanhar toda essa enorme lista de filmes, o Arte à Sétima ainda está um pouco atrás, mas pouco a pouco, estamos acompanhando todos os nomes indicados para darmos a nossa própria opinião tanto sobre os filmes em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;sí&lt;/span&gt;, quanto as indicações e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;premiações&lt;/span&gt; que andam acontecendo. De um jeito ou de outro, já temos uma boa posição para falar sobre como estão os indicados ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Oscar&lt;/span&gt; deste ano. Confira abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 386px; height: 240px;" src="http://www.teusmapress.com.br/wp-content/uploads/2010/11/oscar-2011.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim como o ano passado, dez filmes entraram para a indicação de Melhor Filme, sendo assim, Cisne Negro, A Origem, A Rede Social, 127 Horas, Minhas Mães e Meu Pai, O Discurso do Rei, O Vencedor, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Story&lt;/span&gt; 3, Inverno da Alma e Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Indômina&lt;/span&gt;. Achei um tanto desnecessário dez indicações, sendo que cinco poderiam muito bem ser preenchidas com A Rede Social, Cisne Negro, A Origem, O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Discuro&lt;/span&gt; do Rei e O Vencedor. Mas tudo bem. As cinco indicações ficaram com os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;diretores&lt;/span&gt;, cujos indicados são David O. Russel, Tom &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Hooper&lt;/span&gt;, David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Fincher&lt;/span&gt;, os irmãos Cohen e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Darren&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Aronofsky&lt;/span&gt; pelos respectivos O Vencedor, O Discurso do Rei, A Rede Social, Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Indômina&lt;/span&gt; e Cisne Negro. Achei interessante &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Nolan&lt;/span&gt; não ter sido indicado aqui. Vamos ter que esperar o lançamento de Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Indômina&lt;/span&gt; para conferir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;atores&lt;/span&gt; não ficaram muito diferentes, tirando o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Ryan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Gosling&lt;/span&gt; que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;surpreendentimente&lt;/span&gt; não foi indicado por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Valentine&lt;/span&gt;. Estou com o filme aqui para assistir, mas só de ver o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;trailer&lt;/span&gt;, percebe-se que sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;atuação&lt;/span&gt; foi incrível. Em breve tem crítica no blog. Mas já é um fato de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Colin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Birth&lt;/span&gt; levará a estatueta, enquanto James Franco, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Jesse&lt;/span&gt; Eisenberg, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Jeff&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Bridges&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Javier&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Bardem&lt;/span&gt; disputam ao seu lado pelos respectivos 127 Horas, A Rede Social, Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Indômina&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Biutiful&lt;/span&gt;. Apesar da ausência de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Gosling&lt;/span&gt;, a substituição de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Javier&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Bardem&lt;/span&gt; é bem posicionada. Enquanto isso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Annette&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Benning&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Nicole&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Kidman&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Jennifer&lt;/span&gt; Lawrence, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Portman&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Michelle&lt;/span&gt; Williams disputam para o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;prêmio&lt;/span&gt; de Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Atriz&lt;/span&gt; pelos respectivos Minhas Mães e Meu Pai, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Rabbit&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Hole&lt;/span&gt;, Inverno da Alma, Cisne Negro e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Valentine&lt;/span&gt;. Quero saber agora quem é que não botou a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Julianne&lt;/span&gt; Moore aqui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 159px; height: 129px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.outracoisa.com.br/wp-content/uploads/2010/09/the-kings-speech-outracoisa-2.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=C5E_Tf-TBcL78Aa5muj1Aw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNHRm7ZE7YRG5HK42qa1LQHYzBQbAw" /&gt; &lt;img style="width: 218px; height: 130px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://discursoacido.files.wordpress.com/2011/01/black-swan-natalie-portman-in-double-trouble.jpg%3Fw%3D570%26h%3D306&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=W5E_Tbv9IoH78AbXyLjTAw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNEJstIlHlIYVVu7u4sFv4M5WIUepA" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Geoffrey&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Rush&lt;/span&gt;, Mark &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Ruffalo&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Jeremy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Renner&lt;/span&gt;, John &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Hawkes&lt;/span&gt; e Christian &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Bale&lt;/span&gt; disputam pelo Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Ator&lt;/span&gt; Coadjuvante pelos respectivos O Discurso do Rei, Minhas Mães e Meu Pai, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Atração&lt;/span&gt; Perigosa, Inverno da Alma e O Vencedor. Enquanto isso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;Amy&lt;/span&gt; Adams, Helena &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Bonham&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;Carter&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;Melissa&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;Leo&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;Hailee&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;Steinfeld&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;Jacki&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;Weaver&lt;/span&gt; disputam pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;prêmio&lt;/span&gt; de Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;Atriz&lt;/span&gt; Coadjuvante pelos respectivos O Vencedor, O Discurso do Rei, O Vencedor novamente, Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;Indômina&lt;/span&gt; e Reino Animal. Achei interessante todos estes destaques por Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;Indômina&lt;/span&gt; e fiquei feliz também por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;Hailee&lt;/span&gt; ser indicada. Este é o seu primeiro filme e ela tem apenas 14 anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Mágico, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;Story&lt;/span&gt; 3, Como Treinar Seu Dragão são os indicados para Melhor Animação, enquanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;Biutiful&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Incendies&lt;/span&gt;, Fora da Lei e Dente Canino são os indicados para Melhor Filme Estrangeiro. O Mágico e Dente Canino são um dos filmes que tenho aqui para assistir, então em breve, terá comentários no blog. O Discurso do Rei, Minhas Mães e Meu Pai, O Vencedor, A Origem e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;Another&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;Year&lt;/span&gt; são indicados para Melhor Roteiro Original, enquanto Inverno da Alma, Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;Indômina&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;Story&lt;/span&gt; 3, A Rede Social e 127 Horas ficaram com as indicações de Roteiro Adaptado. As indicações de produção você encontra no &lt;a href="http://www.cineplayers.com/index_oscar.php"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;CinePlayers&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 202px; height: 163px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://thefilmstage.com/wp-content/uploads/2010/07/TheKidsAreAllRight_still-300x225.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=jZE_TZDsH8P-8AanvJn2Aw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNEM4NP4rykqrHgZZ4Vc-269CndhSw" /&gt; &lt;img style="width: 168px; height: 163px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://ci.i.uol.com.br/cinema/2010/08/24/justin-timberlake-e-jesse-eisenberg-em-cena-do-filme-the-social-network-1282665676921_300x300.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=tpE_Tar8PIO78gbBycXpAw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNHyD8m6XjlBJGivyb2jRXmmY1hqSQ" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No geral, achei justo as indicações ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;Oscar&lt;/span&gt;, apesar de estar bem centrado aos dez filmes indicados como Melhor Filme. Senti falta de Não me Abandone Jamais, assim como no Globo de Ouro, mas pelo menos, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Oscar&lt;/span&gt; manteve sua mente e não botou nenhuma bomba como O Turista, ou indicações não muito dignas como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;Andrew&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;Garfield&lt;/span&gt; para A Rede Social. Minhas apostas? O Discurso do Rei para Melhor Filme, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Direção&lt;/span&gt;, Roteiro Original e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;Ator&lt;/span&gt; para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;Colin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;Birth&lt;/span&gt;; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;Portman&lt;/span&gt; para Cisne Negro como Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;Atriz&lt;/span&gt;; Christian &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_94"&gt;Bale&lt;/span&gt; como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_95"&gt;Ator&lt;/span&gt; Coadjuvante e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_96"&gt;Amy&lt;/span&gt; Adams ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_97"&gt;Melissa&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_98"&gt;Leo&lt;/span&gt; como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_99"&gt;Atriz&lt;/span&gt; Coadjuvante para O Vencedor; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_100"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_101"&gt;Story&lt;/span&gt; 3 para Melhor Filme da Animação; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_102"&gt;Biutiful&lt;/span&gt; para Filme Estrangeiro; A Rede Social para Melhor Roteiro Adaptado. O resultado sai no dia 27 de Fevereiro. Estaremos acompanhando ao vivo via &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_103"&gt;Twitter&lt;/span&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-6670501511973512736?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/6670501511973512736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=6670501511973512736' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/6670501511973512736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/6670501511973512736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/01/indicados-ao-oscar-2011.html' title='Indicados ao Oscar 2011'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-3113058789523429355</id><published>2011-01-19T21:53:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.694-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matérias'/><title type='text'>Dando uma segunda olhada à Rede Social.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vou admitir que quando eu vi A Rede Social pela primeira vez, o filme não superou minhas expectativas, e quando ganhou todos os prêmios mais importantes do Globo de Ouro eu até cheguei a ficar desapontado. Não o achava um filme ruim, mas também, para mim, não passava apenas de um filme bem feito sobre a história de uma empresa bem sucedida cujo chefe era um idiota. Porém, quando eu vi pela segunda vez, achei A Rede Social um filme muito bom. E é por isso que eu venho a escrever esta matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 387px; height: 230px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/The-Social-Network.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=H9A3TbevJ4T48Abj0sS8Cg&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNGUwdOFBC1iIDYh6lWUglu3n9XPqQ" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;É muito fácil dizer que está indo assistir a um filme sobre o Facebook, ou até mesmo um novo filme de David Fincher. O que as pessoas estão esquecendo de notar quando vão assistir A Rede Social, é que estão indo assistir a um filme. E foi exatamente isso o que fez com que eu não gostasse muito de A Rede Social quando eu fui ver um filme pela primeira vez, pois um dos diretores que eu mais gosto estava na direção de um filme que retrata um dos grandes movimentos sociais da minha geração. Mais legal e moderno do que isso, não vejo o porque poderia dar errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, ao contar uma história tão moderna, David Fincher preparou um cenário elegante e profissional, digno de Oscar. Porém, o que muitas pessoas foram procurar em A Rede Social - e eu me incluo nesta lista - foi alguma coisa para se impressionar. Afinal, tudo é moderno demais no conceito de A Rede Social, e a história de uma empresa se formando é coisa normal. Queremos modernidade, queremos um impacto em nossas vidas. Porém, o que muitos não percebem é que o impacto em nós está no próprio Facebook, e A Rede Social não é um filme que está ali para nos mostrar o quanto tudo isso é legal, mas sim, como uma industria altamente moderna chegou a causar um impacto em nossas vidas sociais, e como nossa própria geração toma decisões baseadas nas diferentes atitudes dos dias de hoje. Sem contar que tudo isso é feito com extrema profissionalidade, e é apenas vendo A Rede Social como um filme que isso pode ser percebido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 386px; height: 264px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/redesocial_9.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Ao contar a história de como o Facebook foi criado, Aaron Sorkin pegou a história do livro de Ben Mezrich, Os Bilionários Acidentais, e transformou numa conversação de um julgamento tribunal. Toda a vida nerd interessante de Mark desde quando ele era apenas um idiota que terminou com a namorada até ele ter a ideia da criação do Facebook nos leva a um motivador episódio de como tudo aquilo chegou ao ponto de seu melhor amigo estar processando ele por 600 milhões de dólares. Sem contar toda a ideia que o filme joga sobre a nossa geração, e como muitas coisas mudaram desde então. É um filme moderno, que apesar de estarmos acostumados com muita coisa que se passa no filme, ele toca exatamente no assunto que nenhum outro filme jamais tocou: industria e sociedade moderna. O que é que queremos agora? Quem são os filhos da revolução? O que todos vão querer amanhã? Assuntos de extrema importancia que são jogados constantemente no filme, que acabam passando despercebidos àqueles que assistem A Rede Social a procura de se entreter como se divertem acessando o Facebook, ou postando no Twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rede Social é uma retrato da nossa geração, apesar de não parecer muito claro, pois, apesar de tocar num assunto moderno, somos mais modernos ainda ao estarmos em 2011, uma história que tem apenas alguns anos de diferença, mas que devido a rapidez com que as coisas acontecem, fazem os princípios da modernidade passarem batido; é um filme para ver como a nossa geração está, e como as coisas funcionam hoje em dia. Não é um filme para achar tão interessante quanto o que o Facebook sabe fazer, mas um filme para observar e apreciar a criação de algo que veio exatamente do espírito de quem o criou: de uma geração moderna. Uma geração que jovens tomam o poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 395px; height: 224px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/redesocial_7.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;David Fincher não fez nada demais, ele só fez o que ele sabe fazer de melhor, que é filmes. O filme é extremamente bem dirigido, com uma linda fotografia escura, assim como seus outros filmes. Não tem exatamente como comparar suas obras com A Rede Social, pois ele nunca foi um roterista, e ao dirigir este filme, ele não fez muita coisa de diferente como O Curioso Caso de Benjamin Button, ou Clube da luta. David Fincher sempre mostrou ser um dos melhores diretores da atualidade, e A Rede Social só o modernizou ainda mais. Quem levou os créditos nessa história foi o roterista, Aaron Sorkin, por ter adaptado o livro. Mas ainda sim, o filme inteiro é uma combinação perfeita que não poderia dar errado. David Fincher, com um dos melhores roteiros do ano, falando da construção de uma das empresas mais novas e modernas de todos os tempos em pleno 2010? Filme mais moderno você não encontra, apesar de A Rede Social estar disputando com filmes extremamente diferentes este ano, como Minhas Mães e Meu Pai, falando sobre um casal homossexual; ou até mesmo A Origem, que possui um dos roteiros mais originais que eu já vi na minha vida. 2010 sem dúvidas foi um grande ano no meio cinematográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um jeito ou de outro, o que eu quero dizer é que 2010 é o ano da A Rede Social. Não sei se o Oscar vai dar o prêmio para ele, mas tudo o que ele já alcançou até agora fez dele o filme do ano, se não o da geração. E foi só eu observando A Rede Social como uma obra cinematográfica que eu consegui perceber tudo isso, em vez de ir assistir ao filme pensando que o filme seria algo tão divertido quanto o Facebook. O que eu tenho a dizer é... se você assistiu A Rede Social mas não gostou muito, veja de novo. Talvez você mude de ideia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-3113058789523429355?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/3113058789523429355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=3113058789523429355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3113058789523429355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3113058789523429355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/01/dando-uma-segunda-olhada-rede-social.html' title='Dando uma segunda olhada à Rede Social.'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-2962288289311891896</id><published>2011-01-17T14:28:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.694-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Filmes que você tem que ver quando lançarem!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só para não acharem que eu posto qualquer filme aqui, os filmes que acabam entrando nos posts de "Filmes que você tem que ver quando lançarem", acabaram sendo filmes importantes no ano, como A Origem, A Rede Social, Cisne Negro e até mesmo o Greenberg, que acabou entrando na lista dos vinte melhores filmes de 2010 por Quentin Tarantino. Mas isso não vem ao caso, depois de falar sobre The Tree of Life, Source Code entra no conjunto por diversos motivos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.cinepop.com.br/cartazes/codigofonte_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 174px; height: 243px;" src="http://www.cinepop.com.br/cartazes/codigofonte_1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Há muito tempo atrás, para quem não se lembra, comentei de Moon, um filme que depois chegou em DVD ao Brasil com o título de Lunar. O que chamou atenção no filme não foi nem o filme em sí, mas quem tava na direção, que era nada mais nada a menos do que Ducan Jones. O nome não é familiar, mas para quem pesquisa, descobre que é o filho do David Bowie. Com um trailer interessantíssimo, Lunar, vendo agora, parece um Cisne Negro só que em vez de bailarina é um astronauta. No fim, Lunar foi um filme regular, porém, muito bem produzido. Agora, sua nova obra será lançada em 2010 ao lado de Jake Gyllenhaal, com Source Code.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Traduzido para Código Fonte aqui no Brasil, o filme acompanha o capitão Colter Stevens, que acorda no corpo de um outro homem e descobre que faz parte de uma missão para salvar Chicago de um trem desgovernado. Em uma tarefa que não se parece a nenhuma das que já realizou, percebe que é parte de um experimento do governo chamado “Source Code,” um programa que lhe permite passar pela identidade de outro homem nos últimos 8 minutos de sua vida. Ele tem poucos minutos para descobrir o que irá acontecer com o trem. O filme chegará no Brasil no dia 6 de Maio. Enquanto isso, você pode vendo o trailer abaixo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="305" width="390"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WXbHgd4EfAI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WXbHgd4EfAI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="305" width="390"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-2962288289311891896?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/2962288289311891896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=2962288289311891896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/2962288289311891896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/2962288289311891896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/01/filmes-que-voce-tem-que-ver-quando.html' title='Filmes que você tem que ver quando lançarem!'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-836123331397478620</id><published>2011-01-14T14:22:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.695-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>2011 chegou, mas 2010 ainda não acabou!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faltam poucos dias para o Globo de Ouro e o Arte à Sétima não só está correndo atrás dos filmes para ter sua opinião crítica, mas como também, reunir o mais rápido &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;possível&lt;/span&gt; os melhores filmes de 2010, que não só tem o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;objetivo&lt;/span&gt; de colocar sua opinião oficial no blog, mas também, assisti-los por pura curiosidade. O motivo da corrida é que este ano decidi publicar os dez melhores filmes de 2010 do país de origem, fazendo com que filmes que ainda não chegaram no ano passado aqui no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Brasil&lt;/span&gt;, entre nesta lista, como Cisne Negro, 127 Horas e Um Lugar Qualquer. O resultado disso, enquanto essa lista não vem, são as criticas e resenhas publicadas aqui no blog, como este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;post&lt;/span&gt; que falará o que o Arte à Sétima achou de 127 Horas, Um Lugar Qualquer, Incontrolável e Enrolados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 284px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GOTPd3ujXJ4/TMAXqbiEXHI/AAAAAAAAAFc/P_cn3CLkJB8/s1600/127+Hours+Film.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Trainspotting&lt;/span&gt; pode ser o filme favorito dos alternativos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;hipsters&lt;/span&gt;, mas apesar de ser realmente um bom filme, não há como negar que os filmes de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle deixam escapar alguma coisa. Não vou dizer que ele é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;diretor&lt;/span&gt; ruim, mas suas escolhas para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;direção&lt;/span&gt; não são muito lá favoráveis, e Quem Quer Ser Um Milionário é a prova viva disso. Mas felizmente, 127 Horas veio para dar uma quebrada no gelo, e apesar de não fazer com que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle se prove como um grande &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;diretor&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;atualidade&lt;/span&gt;, o filme é uma pérola que entra como um dos melhores do ano mais pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;atuação&lt;/span&gt; de James Franco e a história real de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Aron&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Ralston&lt;/span&gt;. Baseado em fatos reais, o filme conta a história do montanhista que fica preso numa rocha em um buraco no meio do deserto dos Estados Unidos. Sem ter dito para &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;ninguém&lt;/span&gt; onde ele havia ido aquele fim de semana, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Aron&lt;/span&gt; tenta sair daquela enrascada enquanto se vê lembrando os melhores momentos de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com muitas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;doses&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;clichê&lt;/span&gt;, o filme poderia passar despercebido se não fosse a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;atuação&lt;/span&gt; de James Franco, o aflito&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;deifeixo&lt;/span&gt; que a história possui, uma pitada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;direção&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle acompanhada com uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;ótima&lt;/span&gt; trilha sonora.  Vou dizer que o filme acabou me ganhando da metade pro fim, porque afinal, o filme é sobre a experiência psicológica do personagem, e é isso o que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle passa através de memórias, imagens surrealistas, e enfim. Não há muito o que dizer além de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle ter feito o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;equilíbrio&lt;/span&gt; perfeito para se contar uma história tanto &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;física&lt;/span&gt; e emocional de um personagem egocêntrico que é interpretado tão lindamente por James Franco, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;ator&lt;/span&gt; que se vem destacando nos últimos anos. O segredo está na aflição que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle tanto conseguiu transmitir com a&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;juda&lt;/span&gt; de James Franco, com cenas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;atuações&lt;/span&gt; e efeitos sonoros que nos levam a viver algo muito próximo do que o personagem está sentindo. Algo muito válido que fez com seu fim fosse emocionante de um jeito que fizesse com que 127 Horas entrasse no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Top&lt;/span&gt; 10 dos melhores do ano, e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;possui&lt;/span&gt; com certeza uma cena de muito mais aflição&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;&lt;/span&gt; do que qualquer Jogos Mortais que você já viu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 393px; height: 240px;" src="http://s3.daemonsmovies.com/mov/up/2010/06/Somewhere-thumb.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi através de uma visão simples do mundo que Sofia &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Coppola&lt;/span&gt; acabou se destacando no mundo do cinema. Sempre procurando trazer o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;minimalismo&lt;/span&gt; de uma maneira poética, seus filmes não possuem histórias marcantes, mas sim, retratos de vidas que nos fazem emocionar dizendo tão pouco. Depois de brincar com a realiza e a modernidade em seu último filme, Maria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Antonieta&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Coppola&lt;/span&gt; trás Um Lugar Qualquer, um filme que apesar de mostrar um pouco o lado da fama, lembra bastante Encontros e Desencontros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;John é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;ator&lt;/span&gt; que se vê perdido em seu mundo de fama. Separado de sua mulher, sua vida é dividida em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;transar&lt;/span&gt; com garotas e passar o tempo com sua filha Claire. Apesar de mostrar bem os dois lados da vida de John, o filme é mais uma história de pai e filho, cuja relação com as mulheres da vida de John se encaixam de maneiras interessantes no filme, fazendo de John um galã rebelde. E é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;exatamente&lt;/span&gt; nesses dois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;pretextos&lt;/span&gt; que se passa o filme Um Lugar Qualquer, dando um charme ao filme que só &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Sfia&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Coppola&lt;/span&gt; poderia representar. Não é uma grande história, mas é através da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;simplicidade&lt;/span&gt; do dia a dia que sentimos o deslocamento de John em relação ao seu mundo, as graciosidades de Claire com o seu pai, e o charme das garotas que estão com John o tempo todo. Aliais, se tem alguém melhor para representar a sensualismo e o feminismo da mulher melhor que Sofia &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Coppola&lt;/span&gt;, que atirem a primeira pedra. Apesar de não ser o melhor filme dela, Um Lugar Qualquer é um filme interessante que merece destaque entre os outros pelas graciosidades que só &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Coppola&lt;/span&gt; pode &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;proporcionar&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 389px; height: 247px;" src="http://criticosbotequim.files.wordpress.com/2011/01/unstop.jpg?w=600&amp;amp;h=375" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de não ser um dos filmes em destaque em 2010, decidi comentar sobre ele aqui no blog pois é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;exatamente&lt;/span&gt; isso o que eu quero dizer em relação a esse filme: Incontrolável não é um filme para ir ver por indicação, mas se o fizer, vai se entreter bastante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espionagem, roubo de bancos e bombas que estão prestes a explodir são o cenário perfeito para um grande &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;clichê&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Hollywoodiano&lt;/span&gt;. A procura de tentar mudar este conceito, Tony Scott apareceu com filmes interessantes como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Top&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Gun&lt;/span&gt;, Chamas da Vingança, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Deja&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Vu&lt;/span&gt;, e até mesmo o Domino, que muitos odeiam, ao contrário de mim. Em 2010, Scott escolheu a história real de um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;trem&lt;/span&gt; que acabou viajando sozinho em alta velocidade, carregando produtos altamente perigosos, ameaçando a destruição de uma cidade inteira. Com um roteiro quase &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;idêntico&lt;/span&gt; a filmes como Velocidade Máxima, Tony Scott chegou até aqui provando que ainda esses filmes podem ser bons. E é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;exatamente&lt;/span&gt; o que acontece em Incontrolável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história ainda pode ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;clichê&lt;/span&gt;, mas não há como negar que os momentos de tensão existem a partir do momento que o trem começa a virar uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;ameçada&lt;/span&gt; nacional. O filme inteiro consegue ser intrigante, e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;direção&lt;/span&gt; de Scott com sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;câmera&lt;/span&gt; que está em constante movimento, mostrando diversos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;angulos&lt;/span&gt;, faça com que você não consiga desviar os olhos da tela. Chega até ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;impressionante&lt;/span&gt; a quantidade de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;ângulos&lt;/span&gt; que o filme possui e como as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;câmeras&lt;/span&gt; se movimentam, fazendo assim, um filme que chama atenção &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;constantemente&lt;/span&gt;. Não é um filme para se ver e pensar o quanto inteligente ele é, mas sim, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;vivenciar&lt;/span&gt; o melhor que um filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;ação&lt;/span&gt; pode &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;proporcionar&lt;/span&gt;: explosões e momentos de tensão. E isso é o que Tony Scott consegue fazer de melhor. Se você está com os amigos e não quer ver algo muito sério, veja Incontrolável, pois apesar de não ser um filme inteligente, é o melhor que um filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;ação&lt;/span&gt; de qualidade pode &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;proporcionar&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 390px; height: 282px;" src="http://www.kidzmoviez.com/userfiles/2010/11/25/images/Tangled%20Movie%20Review%20%28Video%29.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enrolados nem era um filme que eu queria ver, mas a quantidade de pessoas dizendo que era um dos melhores filmes do ano me intrigou, fazendo com que eu fosse obrigado a dar uma olhada. Sendo uma computação &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;gráfica&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;Disney&lt;/span&gt;, e não da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Pixar&lt;/span&gt;, posso dizer que Enrolados é bonitinho e bem feito, mas para entrar na lista de um dos melhores filmes do ano, é um tanto exagerado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem nunca esqueceu dos contos antigos da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;Disney&lt;/span&gt;, como Cinderela, Branca de Neve, e etc; Enrolados é uma versão nova que apesar de não se igualar àqueles antigos desenhos, nos fazem lembrar um pouco de como era assistir a uma história com um feliz para sempre. Ao tentar contar a história da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;Rapunzel&lt;/span&gt;, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;Disney&lt;/span&gt; moderniza um pouco a história e nos trás também uma versão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;computadorizada&lt;/span&gt; com a oportunidade de ser vista em 3D. O 3D não faz grande diferença do filme, e a história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;Rapunzel&lt;/span&gt;, apesar de continuar a mesma, é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;engraçadinha&lt;/span&gt; e emocionante. Mas ainda sim, é uma obra muito mais destinada as crianças, com canções, e etc. O que o filme tem a oferecer de bom em questões &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;cinematográficas&lt;/span&gt;, é a própria história de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Rapunzel&lt;/span&gt;, que foi muito bem contada, e a computação gráfica, extremamente bem feita, com uma das cenas mais lindas da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;Disney&lt;/span&gt;, sendo esta a parte em que diversos balões de vela estão flutuando no céu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, Enrolados é um filme legal, e bem feito. Mas ainda sim, é uma história de criança. Se quiserem ver o filme, coisa ruim que não vai ser, mas também, não se deixem enganar pela propaganda feita pelos lugares dizendo que Enrolados é um dos melhores filmes de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-836123331397478620?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/836123331397478620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=836123331397478620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/836123331397478620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/836123331397478620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/01/2011-chegou-mas-2010-ainda-nao-acabou.html' title='2011 chegou, mas 2010 ainda não acabou!'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GOTPd3ujXJ4/TMAXqbiEXHI/AAAAAAAAAFc/P_cn3CLkJB8/s72-c/127+Hours+Film.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-1701398805320697395</id><published>2011-01-06T11:29:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.695-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Cisne Negro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A procura de contar uma ótima história, são poucos os diretores que conseguem apresentar ao público algo que vai além das regras que o cinema tende a obedecer numa obra cinematográfica. Entre a trama e a imagem capturada, há uma barreira que poucos filmes conseguem quebrar, que ao invés de fazer com que nós apenas acompanhássemos a história, acabam nos transportando para dentro dela. Este trabalho, obviamente, são realizados pelos talentos que poucos diretores possuem. E apesar deste estar considerado morto em hoje em dia, ainda há diretores que provam o contrário. E este é o caso de Darren Aronofsky.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 377px; height: 573px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.onlinemovieshut.com/wp-content/uploads/2010/08/black-swan-movie-poster1.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=QhgmTc2FBsT68Abol-nRDQ&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNGGz3P5pzuWT3jxUzQmrowgVSVjzA" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem sempre entendendo o que estamos vendo, Aronofsky cria filmes cujas experiências não são óbvias, mas dirigidas por caminhos onde o espectador tem que ser levado para experimentar o sabor de sua obra. Fonte da vida é o melhor exemplo de todos, pois é sua obra de direção, roteiro, e alma. Para quem entendeu tudo o que o filme apresenta, que atirem a primeira pedra; mas se quisermos discutir sobre o que aconteceu, abriremos diversos contextos que apesar de não chegarmos a conclusão nenhuma, experimentando exatamente o que Aronofsky quisesse que experimentassemos. E o que seria isso? Em poucas palavras, a viagem psicológica do personagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São poucos os filmes que conseguem nos surpreender ao nos enganar de que tudo o que vimos foi apenas a perspectiva de uma pessoa louca ou doente. Na maioria dos casos, estes personagens são apresentados com base em outros personagens, como Tyler Durden em Clube da Luta, ou até mesmo um filme inteiro baseado numa experiência psicológica, como Uma Mente Brilhante e Ilha do Medo. Algo que nos engana o filme inteiro, e acaba ganhando todo o crédito por tal ato se revelar de que tudo era apenas uma visão de uma pessoa louca no fim do filme. Agora, algo que ninguém nunca fez e apenas Aronofsky conseguiu fazer é nos transportar para a própria experiência do que os loucos destes filmes estão passando, tanto psicologicamente, como fisicamente - ao contrário destes outros filmes que eu citei, que apenas acompanhamos a tragetória da história da perspectiva de um personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 384px; height: 242px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://loveorletdie.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/loveorletdie_black_swan_natalie_portman_vincent_cassel5.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=DBsmTaDrOsO88gad08HfBw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc4pwE&amp;amp;usg=AFQjCNEWCH3ClEm3bpMIYfz9iP9BL9jgGg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logicamente, este dom que Aronofsky tem - conhecido como "manias" por aqueles que não gostam do estilo do diretor - não poderia passar despercebido em Cisne Negro, que não só foi usado de uma maneira maravilhosa, mas como também, fez de Cisne Negro o filme que é. Ao escolher a peça Lado dos Cisnes para servir de palco para uma experiência psicológica de horror, Aronofsky pegou desde os sapatos do balé até as próprias caracteristicas dos personagens que a peça envolve para brincar com a mente da personagem Nina, interpretada maravilhosamente por Natalie Portman. E o que faz dividir o público em aqueles que adoraram o filme e aqueles que não gostaram, é o fato de que Aronofsky não criou um filme de suspense ou terror, mas sim, um personagem que passa por uma experiência de horror. E isso acontece porque tudo o que se passa em Cisne Negro, é nada mais nada a menos do que a personagem Nina vivendo a loucura de sua vida tanto psicologicamente quanto fisicamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para quem discorda de tudo o que eu disse, é porque não viu Cisne Negro com devia ser visto. Todos os instrumentos para brincar com a obra são nos dado por Darren Aronofsky. Tudo o que você deveria ter feito é brincado com eles, ao contrário de outros filmes, que costumam montar as peças que não couberam no quebra-cabeça ao fim do filme, nos dando respostas.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 379px; height: 255px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://4.bp.blogspot.com/_tdPdgpb8xJU/TQVbqi7LpVI/AAAAAAAAE0U/_F7LEKI7UE4/s1600/Cisne%2Bnegro%2B23.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=-h0mTYiXBIT78Ab7nIHSDQ&amp;amp;ved=0CAQQ8wc4PQ&amp;amp;usg=AFQjCNGjt5KFChAflWMHZWmTOYIkFtOEmw" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Cisne Negro, Nina é uma bailarina que vive em constante pressão. Ela quer se destacar no meio de sua arte, não deixar sua mãe desapontada - ser uma bailarina perfeita. E após ela conseguir o papel de Rainha dos Cisnes, a pressão aumenta ainda mais, com o fato dela não conseguir fazer o Cisne Negro como deveria ser feito; com o fato de seu diretor ficar jogando isso na cara dela enquanto ela teme em perder sua dignidade com ele; viver com o peso na consciência de que ela está tomando o lugar de Beth na companhia, e a desconfiança de que Lily pode estar tentando tomar o seu lugar. Tudo o que você precisa saber para ver o filme está dito aqui, e o resultado disso é nada mais nada a menos do que o playground que Aronofsky criou para nós brincarmos e nos perdermos nesta obra maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas falar isso é fácil, e ainda não convence muita gente que não soube brincar com tudo isso. Me refiro esta crítica a todos aqueles que acharam Cisne Negro um filme fraco, pois não há motivos para tal julgamento. Ainda com esta história, Aronofsky cria um palco lindo para que tudo isso acontecesse, nos ajudando a dançar com Nina a cada cena que ela ensaia pelas câmeras captadas pelo diretor. Sua câmera usada na mão acompanha a dança de Nina como se nós estivemos dançando junto com ela, enquanto o filme inteiro se passa em frente de espelhos de uma maneira ousada, percebendo que Aronofsky não os temeu para usar a computação gráfica na edição para apagar o reflexo de sua câmera. Sem contar que o filme é uma tensão constante com diversas cenas de aflição envolvendo tesouras e ferimentos que ficam cada vez mais tensos em Nina, acompanhados com uma trilha sonora envolvente e tenebrosa, que cria toda a atmosfera perturbadora de Cisne Negro. E são todos esses pequenos detalhes que fazem a barreira entre o roteiro e a experiência da própria personagem que a história narra se quebrarem para nos transportar para a própria mente de Nina, vivendo assim, o que ela está vivendo. Psicológicamente e fisicamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 379px; height: 326px;" src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/blackswan_8.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Cisne Negro não é um filme para nos apresentar a uma história, como a maioria dos filmes. É um filme para viver uma experiência, algo que poucos filmes conseguem fazer hoje em dia. Ele não está ai para nos dar uma ideia ou revelar uma verdade, mas sim, viver e experimentar tudo o que o gênero tem de melhor para nos dar: o horror. E apesar de não ser muito claro aonde Aronofsky quer nos levar ao assistir o filme, sabemos que ele nos levou aos lugares certos em sua obra ao fim do filme. É uma obra para se perder junto com a personagem e tudo o que ela passa. E é por isso que eu amo e respeito Aronofsky mais do que qualquer outro diretor vivo hoje em dia. Por que ele faz cinema de uma maneira que ninguém faz, e muitas pessoas não o compreendem por isso. Mas Cisne Negro é apenas uma obra prima. É só dar uma olhada nos outros trabalhos de Aronofsky, que percebe-se que ele é o melhor diretor da atualidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-1701398805320697395?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/1701398805320697395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=1701398805320697395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1701398805320697395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1701398805320697395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2011/01/critica-cisne-negro.html' title='Crítica - Cisne Negro'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-718474994142055831</id><published>2010-12-21T13:16:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.696-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seriados'/><title type='text'>Misfits</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não, não é a banda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;punk&lt;/span&gt; dos anos 70, mas sim, a nova série do E4, canal de televisão britânica que te trouxe &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Skins&lt;/span&gt; e que agora te apresenta os novos super-heróis descolados da televisão. Conheça &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Misfits&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 393px; height: 221px;" src="http://www.mixtotal.net/wp-content/uploads/2010/10/misfits.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se tem uma coisa que o E4 sabe fazer é criar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;mini&lt;/span&gt; séries para adolescentes. Depois de ter criado os jovens &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;junkies&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Skins&lt;/span&gt;, eles agora nos trouxeram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Misfits&lt;/span&gt;, uma série que fala sobre jovens que desenvolveram super poderes. Mas a história não é tão &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;cliché&lt;/span&gt; assim. Sendo jovens que fazem partes do serviço comunitário, eles acabam sendo atingidos por um raio de uma estranha tempestade que chega a cidade. Após o acidente, cada um eles desenvolve um super poder que acaba resultando com o agente do serviço comunitário morto. Achando que ninguém iria acreditar neles, eles escondem o corpo e passam a guardar esse &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;terrível&lt;/span&gt; segredo. Porém, as coisas seriam mais fáceis se não tivessem mais pessoas pela cidade que desenvolveram outros tipos de super poderes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 394px; height: 262px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/files/2010/12/Mnatal1.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=HR4RTbW6CYL_8AbP07XIDQ&amp;amp;ved=0CAQQ8wc4fQ&amp;amp;usg=AFQjCNHSbLdFv828PSK8vfhAkh-XMIG6yQ" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história pode até parecer meio idiota sendo lida assim, mas o roteiro se desenvolve de uma maneira real, engraçada, com personagens excêntricos e uma trilha sonora composta por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Rapture&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Klaxons&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Joy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Division&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Florence&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Machine&lt;/span&gt;. As intrigas são interessantes, e o que mais ganha destaque na série é como eles retratam o mundo real dos jovens, com situações engraçadas e dramas intrigantes. Eles não se vêem como verdadeiros super heróis - pois afinal, eles não são. Eles não estão ali para salvar o dia - mas sim, apenas fingir que são normais enquanto guardam um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;terrivel&lt;/span&gt; segredo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A série é bem curta, tendo apenas seis episódios por temporada com quarenta minutos cada. Há duas temporadas disponíveis até agora, com uma terceira já anunciada para 2011. O que eu posso dizer é para darem uma olhada, pois sem dúvidas é divertida e interessante. Para quem gostava do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Skins&lt;/span&gt; da primeira e segunda temporada, com certeza vão gostar. Afinal, isto é o E4.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-718474994142055831?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/718474994142055831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=718474994142055831' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/718474994142055831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/718474994142055831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2010/12/misfits.html' title='Misfits'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-3076208605609595065</id><published>2010-12-20T07:02:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.697-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Os 10 Melhores Albuns de 2010</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto o Arte à Sétima espera para os últimos lançamentos de 2010 nos cinemas, já temos uma lista completa dos dez melhores albúns do ano. Sendo um blog que indicada tanto filmes quanto bandas, comentar sobre a nossa opinião musical do ano é um costume que o blog vem fazendo desde 2007. Veja abaixo o que selecionamos para 2010:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.xorosho.com/uploads/posts/2010-04/1271427273_image.jpeg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 167px; height: 167px;" src="http://www.xorosho.com/uploads/posts/2010-04/1271427273_image.jpeg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10. My Best Friend Is You - Kate Nash&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez muitos não concordam com a posição de Kate Nash nesta lista, mas não há como negar que esta garota que mudou da água para o vinho, merece estar aqui. Se Kate Nash encantava com sua fofura em Made of Bricks, a cantora encanta muito mais fazendo seu papel de rebelde em My Best Friend Is You, com letras divertidas sobre amor e vingança, e muitas faixas diferentes como sonetos e falas. Um album divertido e gostoso de se ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51B9OAgp%2BTL._SL500_AA300_.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 169px; height: 169px;" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51B9OAgp%2BTL._SL500_AA300_.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;09. Champ - Tokyo Police Club&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O lançamento do segundo albúm do Tokyo Police Club foi uma descoberta inesperada para mim este ano. Após lançarem um albúm com diversas faixas curtas e idênticas, Champion veio para quebrar essa sonoridade com o melhor que indie rock pode proporcionar, se destacando muito mais do que essas bandas que fazem parte do mesmo circuito que eles, como Maximo Park, Good Shoes, Mystery Jets, e etc. Não há muito o que comentar, apenas o que se ouvir. Apesar de estar em nono lugar, é um album que merece sua posição entre os dez melhores do ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://theywillrockyou.com/wp-content/uploads/2010/03/brokenbells.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 170px; height: 167px;" src="http://theywillrockyou.com/wp-content/uploads/2010/03/brokenbells.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;08. Broken Bells - Broken Bells&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca gostei de The Shins e a razão por eu me interessar em escutar Broken Bells não veio do fato de ser o projeto paralelo do vocalista da banda. Totalmente diferente de The Sins, Broken Bells trás um som meio hip-hop com sonoridades indie pop de um jeito altamente sofisticado e extremamente profissional. Gostoso de se ouvir, este fica em oitavo lugar dos dez melhores albuns do ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://prettymuchamazing.com/wp-content/uploads/2010/05/TheSuburbs_Artwork_cover1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 173px; height: 173px;" src="http://prettymuchamazing.com/wp-content/uploads/2010/05/TheSuburbs_Artwork_cover1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;07. The Suburbs - Arcade Fire&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Arcade Fire é sem dúvida umas das melhores bandas da atualidade, se não contar como uma das mais diferentes. Sempre se surpreendendo a cada album, The Suburbs trás a versão mais extensa da banda num album que, apesar de não ser todas incriveis, trás um som de altissima qualidade que marcou 2010. Sua posição entre os dez melhores do ano não poderia passar despercebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blog.audiocurrent.net/wp-content/uploads/2010/05/foals.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 169px; height: 169px;" src="http://blog.audiocurrent.net/wp-content/uploads/2010/05/foals.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;06. Total Life Forever - Foals&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O novo albúm do Foals foi outra surpresa para mim. Totalmente diferente do seu primeiro, a banda surpreende com uma sonoridade mais experimental, cheia de efeitos interessantes. Se Foals se destacava como uma banda indie de qualidade, agora eles conseguiram seu rótulo registrado, se destacando como uma das melhores bandas da atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.urb.com/wp-content/files_flutter/1263368483vampire_weekend_contra.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 171px; height: 171px;" src="http://www.urb.com/wp-content/files_flutter/1263368483vampire_weekend_contra.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;05. Contra - Vampire Weekend&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca fui muito fã de Vampire Weekend. Aquele som meio africano-tropical nunca me amocionou muito... até agora. O que estava faltando na banda acabou aparecendo no segundo albúm, e me refiro a um ritimo mais marcante em vez daquelas guitarras tocadas com apenas uma corda a musica inteira. Sem contar a introdução de teclados e batidas mais fortes que fazem deste Contra um albúm merecedor de quinto lugar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.muumuse.com/wp-content/uploads/2010/02/marina_the_family_jewels_large.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 173px; height: 173px;" src="http://www.muumuse.com/wp-content/uploads/2010/02/marina_the_family_jewels_large.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;04. The Family Jewels - Marina &amp;amp; the Diamonds&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu ainda me lembro quando em 2009, eu havia baixado o disco da Florence e todo mundo estava comentando sobre Marina &amp;amp; the Diamonds. Quando eu ouvi, reparei na hora que ela seria a nova Florence, e não demorou muito para esse dia chegar. Apesar da Florence se destacar muito mais em 2010 do que 2009, Marina &amp;amp; the Diamonds fez um ótimo trabalho com a chegada de seu primeiro album, e faixas como I Am Not a Robot e Oh No marcaram este ano. A única coisa que eu sei é que foi um dos albuns que eu mais ouvi este ano, e quem sem dúvidas, merece ser ouvido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_gvF8S5zsJP4/TF2RGrrqQ_I/AAAAAAAABEM/vqPHOrYaClM/s1600/two-door-cinema-club-tourist-history.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 176px; height: 176px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gvF8S5zsJP4/TF2RGrrqQ_I/AAAAAAAABEM/vqPHOrYaClM/s1600/two-door-cinema-club-tourist-history.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;03. Tourist History - Two Door Cinema Club&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não demorou muito para o Two Door Cinema Club fazerem sucesso. Ainda nem haviam lançado um album e I Can Talk já era a música bafafa de 2010. Chegando no fim do ano como uma das bandas que mais chamou atenção de 2010, Two Door Cinema Club fica como terceiro colocado aqui graças a dois albuns que achei acidentalmente que marcaram 2010. Caso o contrário, ele estaria muito bem como primeiro lugar, pois a complexidade da combinação de notas e sonoridades que esta banda fez neste albúm é algo que já os destaca como uma das melhores bandas da atualidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eiRghYNBpuc/TIljvGdfFGI/AAAAAAAAAQQ/tGIAH7DyUQQ/s1600/Kids+of+88.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 178px; height: 178px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_eiRghYNBpuc/TIljvGdfFGI/AAAAAAAAAQQ/tGIAH7DyUQQ/s1600/Kids+of+88.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;02. Sugarpills - Kids of 88&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este foi provavelmente o achado do ano. Dentre os undergrounds de The Naked and Famous, Sleigh Bells, entre outros, poucos DJ's estão trazendo Kids of 88 para as pistas de dança. Cheguei até fazer um post aqui no blog tentando entender onde está o bafafa que Kids of 88 ainda não causou, pois esta é sem dúvidas umas bandas mais legais que eu já ouvi, e lógico, o albúm que eu mais escutei este ano. Afinal, o albúm inteiro é a trilha sonora de uma festa perfeita. Batidas e vocais fortes, e música eletronica de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://independancas.files.wordpress.com/2010/05/the-black-keys-brothers.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 179px; height: 179px;" src="http://independancas.files.wordpress.com/2010/05/the-black-keys-brothers.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; 01. Brothers - The Black Keys&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Misture blues com indie e um pouco de rock crû que você terá o Brothers, novo album do The Black Keys,  melhor albúm de 2010 segundo o Arte à Sétima. Depois de diversos albuns com a mesma sonoridade blues, o The Black Keys tomou partido para fazer algo diferente que resultou nessa obra com diversas faixas incríveis e altamente bem feitas. Música de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Para quem está se perguntando quem em fica em décimo primeiro lugar, décimo segundo lugar e etc, acredito que o This is Happening do LCD Soundsystem e o Treats do Sleigh Bells entram muito bem em tais classificações, apesar de eu não fazer um Top 20, mas sim, um Top 10. Em 2009, indicamos Lungs da Florence and the Machine como melhor albúm do ano, seguido por It's Blitz do Yeah Yeah Yeahs e Wolfgang Amadeus Phoenix do Phoenix. Em breve comentaremos sobre os dez melhores filmes do ano e as dez melhores séries. Enquanto isso, você também pode dar a sua opinião no fim da barra do menu do blog, nos dizendo qual é o melhor albúm, filme e série do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também fiz uma pesquisa sobre o que as revistas e sites de música publicaram sobre os melhores albuns do ano e a média deu o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01. The Suburbs - Arcade Fire&lt;br /&gt;02. This Is Happening - LCD Soundsystem&lt;br /&gt;03. My Beautiful Dark Twisted Fantasy - Kanye West&lt;br /&gt;04. Teen Dream - Beach House&lt;br /&gt;05. High Violet - The National&lt;br /&gt;06. The Age of Adz  - Sufjan Stevens&lt;br /&gt;07. Contra - Vampire Weekend&lt;br /&gt;08. Halcyon Digest - Deerhunter&lt;br /&gt;09. Brothers - The Black Keys&lt;br /&gt;10. Treats - Sleigh Bells&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resultados foram tirados de fontes como Rolling Stone, NME, Spin, Q Magazine, MTV, Amazon, The Guardian, Portal MTV Brasil, Popmatters, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-3076208605609595065?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/3076208605609595065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=3076208605609595065' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3076208605609595065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/3076208605609595065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2010/12/os-10-melhores-albuns-de-2010.html' title='Os 10 Melhores Albuns de 2010'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gvF8S5zsJP4/TF2RGrrqQ_I/AAAAAAAABEM/vqPHOrYaClM/s72-c/two-door-cinema-club-tourist-history.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-485299021546969100</id><published>2010-12-15T11:26:00.001-08:00</published><updated>2011-09-08T14:48:29.697-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Filmes que você tem que ver quando lançarem!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde da volta do blog, estamos indicando filmes que ainda não lançaram para os leitores se interessarem e ficarem atentos aos seus lançamentos aqui no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Brasil&lt;/span&gt;. A Origem, A Rede Social, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Howl&lt;/span&gt; e o Solteirão são filmes que comentamos que já entraram em circuito e ainda estamos esperando por Cisne Negro e I'm &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Still&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Here&lt;/span&gt;. O filme que indicamos agora é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Tree&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Life&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.onlinemovieshut.com/wp-content/uploads/2010/11/the-tree-of-life-movie-poster.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=3BUJTYenK8PflgfNycDvDw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNG2pTYWPA_PqH2xbjHYfAZagMxw9w"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 198px; height: 273px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.onlinemovieshut.com/wp-content/uploads/2010/11/the-tree-of-life-movie-poster.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=3BUJTYenK8PflgfNycDvDw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNG2pTYWPA_PqH2xbjHYfAZagMxw9w" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Este é o novo filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Terrence&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Malick&lt;/span&gt;, mesmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;diretor&lt;/span&gt; de "O Novo Mundo" onde trás com ele &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Brad&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Pitt&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Sean&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Penn&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Jessica&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Chastain&lt;/span&gt; para sua mais nova obra. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Tree&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Life&lt;/span&gt; é uma história que se desenvolve através da criação do universo - desde o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;big&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;bang&lt;/span&gt; até os tempos modernos - com, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de duas gerações que se inicia &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;atraves&lt;/span&gt; dos anos 50 onde um irmão de um dos filhos de uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;familia&lt;/span&gt; cresce aprendendo coisas sobre a vida e o universo.&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Lógicamente&lt;/span&gt; o que se entra em destaque aqui é a fotografia e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;direção&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Terrence&lt;/span&gt; e a visualização do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;trailer&lt;/span&gt; fará entender melhor o que eu estou dizendo. Também não há como negar que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Brad&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Pitt&lt;/span&gt;, apesar de fazer fama com seu rosto, escolhe bem seus personagens e acaba em filmes intrigantes como Clube da Luta, Benjamin &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Button&lt;/span&gt;, Bastardos Inglórios, entre outros. Veja abaixo o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;trailer&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Tree&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Life&lt;/span&gt;, cujo lançamento está previsto para primeiro de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;julho&lt;/span&gt; aqui no Brasil:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="305" width="390"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zRa4OBpChZo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zRa4OBpChZo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="305" width="390"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-485299021546969100?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/485299021546969100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=485299021546969100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/485299021546969100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/485299021546969100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2010/12/filmes-que-voce-tem-que-ver-quando.html' title='Filmes que você tem que ver quando lançarem!'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-1290238815193136975</id><published>2010-12-15T08:49:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:50:11.679-07:00</updated><title type='text'>3 Anos de Arte à Sétima!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/TQkbnkTvsjI/AAAAAAAAAtg/CFGDGgBMBvg/s1600/22.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 88px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/TQkbnkTvsjI/AAAAAAAAAtg/CFGDGgBMBvg/s400/22.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550998382286189106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje é um dia muito especial para o blog pois estamos comemorando três anos de sua existência. O que antes havia começado apenas como um blog de divulgação, acabou se tornando um espaço crítico e de indicação para aqueles que apreciam comentários de filmes e bandas com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;entreterimento&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;personalidade&lt;/span&gt;. Foram apenas três anos, mas muita coisa mudou nesse tempo, e enquanto o blog foi envelhecendo, também crescemos e amadurecemos. Mas no fim, o grande incentivo são vocês, leitores, que apesar de eu conseguir contar nos dedos quantos nos acompanham desde seus primeiros meses, chegamos em 2010 resultando numa média de mais de mil visualizações por mês!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar do Arte à Sétima ser um blog &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;independente&lt;/span&gt;, sem nenhuma ajuda, com apenas um editor, é um orgulho e um incentivo a completar estes três anos com tais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;números&lt;/span&gt; registrados. O que o blog tem a dizer é muito obrigado, pois sem vocês, o blog não existiria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gui Spada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos siga no twitter também! @&lt;a href="http://twitter.com/arteasetimablog"&gt;arteasetimablog&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-1290238815193136975?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/1290238815193136975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=1290238815193136975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1290238815193136975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/1290238815193136975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2010/12/3-anos-de-arte-setima.html' title='3 Anos de Arte à Sétima!'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/TQkbnkTvsjI/AAAAAAAAAtg/CFGDGgBMBvg/s72-c/22.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-6213210199902229001</id><published>2010-12-14T11:02:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:50:11.680-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matérias'/><title type='text'>Indicados ao Globo de Ouro 2011</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2010 foi uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;surpresa&lt;/span&gt; para o mundo do cinema. Depois de dois anos de altos e baixos, com diversos filmes estrangeiros preenchendo as indicações tanto do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Oscar&lt;/span&gt; quanto ao Globo de Ouro, o cinema americano chegou com grandes lançamentos este ano que formaram uma espécie de perfil que acabaram se destacando, como A Rede Social, A Origem e O Discurso do Rei. Não que eu faça apologia ao cinema americano, mas nos últimos dois anos, houve grandes variedades nas indicações, não tendo um certo padrão uniformizado para as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;premiações&lt;/span&gt;, o que mostrou que o ano não teve grandes lançamentos, apenas certos elementos que entraram em destaque em filmes &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;específicos&lt;/span&gt;. Algo que não aconteceu este ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src="http://dailycontributor.com/wp-content/uploads/2010/01/2010-golden-globes-live-stream.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde seu inicio, quando A Origem chegou aos cinemas, até o seu fim, com o lançamento de Cisne Negro nos cinemas americanos e A Rede Social aqui no Brasil, vamos acompanhando uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;tragetória&lt;/span&gt; de grandes lançamentos que causam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;polêmica&lt;/span&gt; nos Estados Unidos e acabam sendo ansiosamente aguardados aqui no Brasil, como 127 Horas, Um Lugar Qualquer, Minhas Mães e Meu Pai, entre outros. Obviamente esses títulos são &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;constituídos&lt;/span&gt; de grandes nomes como David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Fincher&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Darren&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Aronofsky&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Danny&lt;/span&gt; Boyle, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Portman&lt;/span&gt;, James Franco e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Julianne&lt;/span&gt; Moore, mas no fim, é o seu material que acaba se destacando e não sua fama ou seu elenco. Afinal, o Arte à Sétima não fez de A Rede Social um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;deus&lt;/span&gt; em relação a obra como os outros sites fizeram. Mas ao mesmo tempo, gostamos tanto de A Origem quanto a maioria diz que gosta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ano foi um ano divertido e gostoso de se acompanhar, tanto que no meio do ano o Arte à Sétima voltou de seis meses de abandono para falar sobre as novidades deste ano, já que eram tantas. Pela primeira vez estou acompanhando mais 60% das obras citadas em tais indicações, o que é algo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;ótimo&lt;/span&gt;, pois posso tomar partido a critica e ponto de vista, algo que o Arte à Sétima procura a fazer por livre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;inspontanea&lt;/span&gt; vontade. E é por isso que estou fazendo esta matéria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 390px; height: 196px;" src="http://scifimafia.com/wp-content/uploads/2010/05/nolan_inception_escher_wide-560x282.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ano, os melhores filmes indicados ao Globo de Ouro foram Cisne Negro, O Vencedor, A Origem, O Discurso de Rei e a Rede Social na categoria Drama. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Lógicamente&lt;/span&gt; seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;diretores&lt;/span&gt; foram indicados ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;prêmio&lt;/span&gt; de Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Direção&lt;/span&gt;, sendo assim, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Darren&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Aronofsky&lt;/span&gt;, David O. Russel, Christopher &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Nolan&lt;/span&gt;, Tom &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Hooper&lt;/span&gt; e David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Fincher&lt;/span&gt;. Não há duvidas que os que mais se destacaram em questões de propaganda e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;fofoca&lt;/span&gt; foram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Fincher&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Nolan&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Aronofsky&lt;/span&gt;. Afinal, seus filmes foram definitivamente um dos mais esperados do ano, mas ainda acredito que quem vai levar todos os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;premios&lt;/span&gt; este ano é O Discurso do Rei, que apesar de eu não estar informado sobre seu lançamento no Brasil, é um filme que apesar de não ter muita propaganda, é uma obra que muitos estão elogiando muito. Já sobre o meu gosto pessoal, eu gostaria que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Darren&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Aronofsky&lt;/span&gt; ganhasse como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;direção&lt;/span&gt;, pois afinal, é meu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;diretor&lt;/span&gt; favorito. Mas enfim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Halle &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Berry&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Nicole&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Kidman&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Jennifer&lt;/span&gt; Lawrence, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;Portman&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Michelle&lt;/span&gt; Williams foram indicados ao Globo de Ouro de Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Atriz&lt;/span&gt; Drama com os respectivos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Frankie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;And&lt;/span&gt; Alice, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Rabbit&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Hole&lt;/span&gt;, Inverno de Alma, Cisne Negro e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Valentine&lt;/span&gt;. Não estou muito informado sobre as obras a não ser Cisne Negro e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Valentine&lt;/span&gt;, mas acredito que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Natalie&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Portman&lt;/span&gt; acabe ganhando esta. Já sobre os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;atores&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Jesse&lt;/span&gt; Eisenberg, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Colin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Firth&lt;/span&gt;, James Franco, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Ryan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Gosling&lt;/span&gt; e Mark &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;Wahlberg&lt;/span&gt; estão concorrendo para Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Ator&lt;/span&gt; Drama, com os respectivos A Rede Social, O Discurso do Rei, 127 Horas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;Valentine&lt;/span&gt; e O Vencedor. Achei interessante o fato de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;DiCaprio&lt;/span&gt; nem ao menos ser indicado por A Origem, e principalmente por Ilha do Medo. É um tanto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;dificil&lt;/span&gt; saber este, pois apesar de todo mundo estar botando fé em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;Jesse&lt;/span&gt;, ainda acho que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;Gosling&lt;/span&gt; fique com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;prêmio&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;Jesse&lt;/span&gt; é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;ator&lt;/span&gt; que está entrando em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;midia&lt;/span&gt; agora, e apesar de ter ido muito bem, não acredito que já merece um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;prêmio&lt;/span&gt; deste. Não vi &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;Blue&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;Valentine&lt;/span&gt;, mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;Gosling&lt;/span&gt; está incrível no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;trailer&lt;/span&gt;, e no filme, deve estar melhor ainda. Se não for este, quem sabe o Franco, já que muitos ficaram chocados com sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;atuação&lt;/span&gt; no filme. Adoro o James, então, se ele ganhar, estarei feliz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 388px; height: 261px;" src="http://liminalvision.files.wordpress.com/2010/10/jesse-eisenberg-the-social-network-31-8-10-kc.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já sobre os filmes comédia e musical, Alice no País das Maravilhas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;Burlesque&lt;/span&gt;, Minhas Mães e Meu Pai, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;Red&lt;/span&gt; e O Turista, ficaram com as indicações de Melhor Filme. Achei um absurdo Alice estar nesta lista, e principalmente por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;Red&lt;/span&gt; ocupar lugar de um filme que poderia ser muito bem Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt;, ou até mesmo a aparição de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;Burlesque&lt;/span&gt; ai, mas tudo bem. Logo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;Jake&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;Gyllenhaal&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Kevin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;Spacey&lt;/span&gt;, Paul &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;Giamatti&lt;/span&gt; ficaram com as indicações de Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Ator&lt;/span&gt; Comédia/Musical para os respectivos Amor e Outras Drogas, Casino Jack, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;Barney&lt;/span&gt;'s &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;Vision&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;Johnny&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;Depp&lt;/span&gt; com duas indicações para O Turista e Alice no País das Maravilhas. Achei interessante como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;Jake&lt;/span&gt; conseguiu esta indicação, assim como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;Anne&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_94"&gt;Hathaway&lt;/span&gt; conseguiu uma com o mesmo filme. Quer dizer então que só porque os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_95"&gt;queridinhos&lt;/span&gt; de Hollywood ficam pelados nas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_96"&gt;telonas&lt;/span&gt; eles ganham &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_97"&gt;premios&lt;/span&gt;? Afinal, lembra o que aconteceu com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_98"&gt;Halley&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_99"&gt;Berry&lt;/span&gt; em A Última Ceia?? Pois bem. Sem comentar que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_100"&gt;Johnny&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_101"&gt;Depp&lt;/span&gt; está indicado a duas indicações. Tipo, o que é agora? Virou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_102"&gt;Meryl&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_103"&gt;Streep&lt;/span&gt;?? Soltou um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_104"&gt;peido&lt;/span&gt; e tá indicado?? O Turista está com péssimas criticas e ainda sim ele chegou ao Globo de Ouro. Mas tudo bem, gente bonita pelada na cama parece ser o novo preto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_105"&gt;Annette&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_106"&gt;Bening&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_107"&gt;Anne&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_108"&gt;Hathaway&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_109"&gt;Angelina&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_110"&gt;Jolie&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_111"&gt;Julianne&lt;/span&gt; Moore e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_112"&gt;Emma&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_113"&gt;Stone&lt;/span&gt; estão indicadas para Melhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_114"&gt;Atriz&lt;/span&gt; Comédia e Musical pelos respectivos Minhas Mães, Amor e Outras Drogas, O Turista, Minhas Mães e Meu Pai novamente e A Mentira. Achei incrível &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_115"&gt;Julianne&lt;/span&gt; Moore e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_116"&gt;Annette&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_117"&gt;Bening&lt;/span&gt; estarem indicadas pelo mesmo filme, pois sem dúvidas elas são a grande estrela do filme, e sem contar que Minhas Mães e Meu Pai é um filme sensacional que não parece estar simpatizando muitos pelo nome mesmo com as criticas dizendo ao contrário. Afinal, é um filme incrível, e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_118"&gt;atuação&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_119"&gt;Bening&lt;/span&gt; sem dúvida é merecedora deste &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_120"&gt;prêmio&lt;/span&gt;. Já &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_121"&gt;Angelina&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_122"&gt;Jolie&lt;/span&gt;, nem sei o que está fazendo ai com O Turista, e gostei da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_123"&gt;Anne&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_124"&gt;Hathaway&lt;/span&gt; ai mais por simpatia com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_125"&gt;atriz&lt;/span&gt;. Não estou botando fé no filme em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_126"&gt;sí&lt;/span&gt;, pois afinal, o que todo mundo está falando mesmo é sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_127"&gt;Hathaway&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_128"&gt;Gyllenhaal&lt;/span&gt; pelados na cama.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 378px; height: 189px;" src="http://papelpop.com/papelpop/wp-content/uploads/2010/11/love-and-other-drugs.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Christian &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_129"&gt;Bale&lt;/span&gt;, Michael Douglas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_130"&gt;Andrew&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_131"&gt;Garfield&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_132"&gt;Jeremy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_133"&gt;Renner&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_134"&gt;Geoffrey&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_135"&gt;Rush&lt;/span&gt; ficaram com as indicações de Melhor Performance Coadjuvante Masculina pelos respectivos O Vencedor, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_136"&gt;Wall&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_137"&gt;Street&lt;/span&gt;, A Rede Social, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_138"&gt;Atração&lt;/span&gt; Perigosa e o Discurso do Rei. Fiquei muito feliz ao saber que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_139"&gt;Andrew&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_140"&gt;Garfield&lt;/span&gt; foi indicado, pois apesar dele não ter mostrado tanto assim de seu talento em A Rede Social, ele fez papeis &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_141"&gt;incriveis&lt;/span&gt; em O Mundo Imaginário do Doutor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_142"&gt;Parnassus&lt;/span&gt; e Não Me Abandone Jamais, um filme que eu senti muita falta aqui nas indicações de fotografia ou até mesmo roteiro adaptado. Mas acho que quem fica com esse é o Michael Douglas, ou até mesmo o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_143"&gt;Jacki&lt;/span&gt; do Discurso do Rei. Quanto as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_144"&gt;atrizes&lt;/span&gt; coadjuvantes, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_145"&gt;Amy&lt;/span&gt; Adams, Helena &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_146"&gt;Bonham&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_147"&gt;Carter&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_148"&gt;Mila&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_149"&gt;Kunis&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_150"&gt;Melissa&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_151"&gt;Leo&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_152"&gt;Jacki&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_153"&gt;Weaver&lt;/span&gt; foram indicadas pelos respectivos O Vencedor, O Discurso do Rei, Cisne Negro, O Vencedor novamente e Animal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_154"&gt;Kingdom&lt;/span&gt;. Apostas para Helena, alguém?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;127 Horas, A Origem, Minhas Mães e Meu Pai, O Discurso do Rei e A Rede Social ficaram ai com as indicações de Melhor Roteiro. Achei estas indicações as mais justas de todas as categorias, acreditando que os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_155"&gt;possiveis&lt;/span&gt; ganhadores serão ou A Rede Social ou A Origem. O fato de Minhas Mães e Meu Pai estar indicado ai é uma surpresa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_156"&gt;impressionante&lt;/span&gt; que faz eu gostar mais do filme ainda. A Rede Social, A Origem, 127 Horas, Alice no País das Maravilhas e O Discurso do Rei estão indicados para Melhor Trilha Sonora. Para mim, sem duvidas o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_157"&gt;Hans&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_158"&gt;Zimmer&lt;/span&gt; ganha para A Origem, mas nunca se sabe. Não entendi o que Alice está fazendo ai. Afinal, para mim, Alice só serve para efeitos especiais, mas não há tais categorias no Globo de Ouro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 392px; height: 199px;" src="http://www.cinemablend.com/images/news/19452/_1278567305.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu Malvado Favorito, Como Treinar o Seu Dragão, O Ilusionista, Enrolados e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_159"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_160"&gt;Story&lt;/span&gt; 3 ficaram com as indicações de Melhor Filme de Animação. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_161"&gt;Boardwalk&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_162"&gt;Empire&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_163"&gt;Dexter&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_164"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_165"&gt;Good&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_166"&gt;Wife&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_167"&gt;Glee&lt;/span&gt;, 30 Rock, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_168"&gt;Modern&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_169"&gt;Family&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_170"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_171"&gt;Walking&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_172"&gt;Dead&lt;/span&gt; é alguma das séries que foram indicadas também. Para ver o resto da lista, &lt;a href="http://www.imdb.com/features/globes/2011/nominations"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; para uma visualização do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_173"&gt;IMDb&lt;/span&gt;, já que falei de todos os filmes, restando apenas as partes de séries.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_174"&gt;Apesarem&lt;/span&gt; de terem colocado algumas coisas estranhas, no geral, as indicações do Globo de Ouro foram um tanto justas, e muitos nomes que todos estavam contando estar ali, apareceram. Minhas Mães e Meu Pai, A Origem, A Rede Social, Alice no País das Maravilhas e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_175"&gt;Toy&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_176"&gt;Story&lt;/span&gt; 3 são filmes indicados a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_177"&gt;premiação&lt;/span&gt; que já foram comentados aqui no blog, e para quem quiser saber, a nossa opinião se encontra nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_178"&gt;posts&lt;/span&gt; antigos. Outros filmes como Cisne Negro, 127 Horas e Amor e Outras Drogas ainda estão para chegar no Brasil até no começo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_179"&gt;fevereiro&lt;/span&gt; de 2011. Enquanto isso, as criticas sobre estes filmes estão positivas, e ainda podemos esperar outros nomes para o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_180"&gt;Oscar&lt;/span&gt; como Bravura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_181"&gt;Indômina&lt;/span&gt;. Para ver todas as criticas americanas sobre os respectivos filmes, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_182"&gt;acessem&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.metacritic.com/"&gt;este site&lt;/a&gt;. Enquanto isso, aguardamos para a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_183"&gt;premiação&lt;/span&gt; que acontece no dia 16 de Janeiro de 2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-6213210199902229001?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/6213210199902229001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=6213210199902229001' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/6213210199902229001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/6213210199902229001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2010/12/indicados-ao-globo-de-ouro-2011.html' title='Indicados ao Globo de Ouro 2011'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-2214645274925106539</id><published>2010-12-11T08:59:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:50:11.680-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Jamaica, a banda... não o lugar.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora que conferimos quase tudo o que estava faltando para vermos no cinema deste ano, sobrou espaço para falar sobre uma nova banda cujo primeiro disco foi lançado este ano. Apresento a vocês, a banda francesa Jamaica!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 372px; height: 245px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.gotoyoyo.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/jamaica_band.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=nK0DTZzpL8P88Aa767ToAg&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNGq0UKtnt92gMtgKYCGTwjfc5aZ8A" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre achei interessante a forma de abordagem que os &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;franceses&lt;/span&gt; tem em relação ao nome de suas bandas e a música feita por eles. Não que isso seja &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;proposital&lt;/span&gt;, mas bandas como Justice e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Brazilian&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Girls&lt;/span&gt; não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;aparentam&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;exatamente&lt;/span&gt; tocar o que eles tocam. E este é o caso de Jamaica, que não só surpreende na música, mas como também, acreditar que eles são &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;franceses&lt;/span&gt;, pois o sotaque americano de suas músicas é simplesmente perfeito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas enfim. Jamaica é uma banda meio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;indie&lt;/span&gt; rock com elementos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;electro&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;pops&lt;/span&gt; bem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;gostoso&lt;/span&gt; de se ouvir, e ao mesmo tempo, bem divertido e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;eletrizante&lt;/span&gt;. Para um calor deste que anda fazendo é a trilha sonora chave para tanto se botar numa festa de piscina quanto numa festa na sua casa a noite. O primeiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;albúm&lt;/span&gt; foi lançado este ano e se chama "No &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Problem&lt;/span&gt;", contendo onze faixas inéditas que tiveram produção também por Xavier de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Rosney&lt;/span&gt;, uma das duas mentes por trás do Justice. A banda serve de indicação para quem gosta de bandas como Phoenix, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Virgins&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Generationals&lt;/span&gt;. Veja abaixo o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;clipe&lt;/span&gt; de "I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Think&lt;/span&gt; I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Like&lt;/span&gt; U 2"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/16169716" frameborder="0" height="305" width="395"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS - Confira e vê o que acha. Caso se você não conseguir importar as faixas para o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Itunes&lt;/span&gt;, não se preocupe, pois quase todos os arquivos da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;internet&lt;/span&gt; estão assim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-2214645274925106539?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/2214645274925106539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=2214645274925106539' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/2214645274925106539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/2214645274925106539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2010/12/jamaica-banda-nao-o-lugar.html' title='Jamaica, a banda... não o lugar.'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-9041098366512820965</id><published>2010-12-07T08:47:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:50:11.681-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Críticas'/><title type='text'>Crítica - Deixa Ela Entrar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por mais que todos reclamam da fama de Crepúsculo, não há como negar que a febre vampiresca causada após tal fenômeno formou grandes nomes no cinema e na rede de televisão. Você pode não gostar de Crepúsculo, mas com certeza assiste True Blood ou The Vampire Diaries. O fato é que de um jeito ou de outro, a moda de vampiros que Bella e Edward causaram no mundo acabou afetando de um jeito ou de outro, nós, expectadores, e quanto mais vamos procurando sobre tal tema antigo em tempos modernos, percebemos que a ideia ainda é bem explorada, apesar da Saga Crepúsculo provocar uma imagem imatura. Para este caso, temos o filme sueco Deixa Ela Entrar, que ano que vem chegará um remake americano aqui no Brasil. Veja o que o Arte à Sétima tem a dizer:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 384px; height: 542px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://2.bp.blogspot.com/_TEGjuvj6Ea8/S89pTY8_k6I/AAAAAAAAAsQ/wrLtVJLPXSM/s1600/let-the-right-one-in-poster.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=IGX-TN35F4T58AbFm_z0Bw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNHCse_eWP7NH8-SeKqx3DXY4NuEMw" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lançado em 2008, Deixa Ela Entrar conta a história de Oskar, um menino de 12 anos que mora na Suécia e é provocado por garotos em sua escola. Quando uma nova garota que aparenta ter sua idade chega para morar ao lado de seu apartamento, os dois logo viram amigos e Oskar começa a descobrir o poder do amor e da vingança. Porém, coisas estranhas começam a acontecer na cidade e logo Oskar percebe que sua nova amiga, Eli, não é uma garota comum.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem gosta da relação de um humano e um vampiro em tempos modernos, principalmente quando se falam de jovens; e a violência que outros filmes ou seriados de vampiros mostram - Deixa Ela Entrar retrata tanto a inocência de uma criança de doze anos quanto a violência de vampiro velho preso no corpo de uma criança de uma maneira perfeitamente equilibrada. Enquanto o filme é sobre Oskar, e como ele lida com sua vida ameaçadora na escola e com sua nova amiga, o filme também é sobre os terriveis eventos que começam a acontecer na cidade, resultando num filme dramático com cenas altamente chocantes de um thriller de serial killer. Ainda mais, por serem crianças, a revelação de Eli como uma vampira chega a ser um tanto poética, principalmente da maneira em como ela se envolve com Oskar, e como ela afeta em sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 376px; height: 237px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://4.bp.blogspot.com/_myX5Q4qMDhY/TBj1ScvULKI/AAAAAAAAFCg/ZsA6xWv0sF0/s1600/let-the-right-1.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=lWX-TN6wLoKB8gbi3djqBw&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNHhS1y4fljzHZVswqDUp2gUHregNw" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já em relação dos vampiros, a abordagem do tema é linda e não é preciso explicações para "o que acontece se você fizer isso?". Todas as lendas que abordam o estilo de vida dos vampiros é revelada em situações que envolvem tanto a situação em que os personagens enfrentam quanto o desenvolvimento da história deles. E apesar de tudo isso ser mostrado, as cenas são fortes, mas ao mesmo tempo, possuem uma certa dosagem explícita que ficam perfeitamente equilibradas num filme que apesar de ser de vampiros e mortes, também falam sobre a inocência de uma criança. Como os rapazes que enchem o saco de Oskar é um dos grandes problemas de sua vida e como é para ele, descobrir essa nova experiência de ter alguém ali sendo alguém mais do que um amigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E tudo isso, logicamente, é feito pelas mãos de Tomas Alfredson, que se baseou no livro de John Ajvide Linqdvist, que também escreveu o roteiro. O filme todo é feito sem tentativas de causar um certo suspense no ar, mas simplesmente de mostrar tudo o que acontece, mesmo que nós vamos ligando os fatos aos poucos. Tanto que a fotografia do filme é absurdamente normal. Mas foi exatamente esse equilibrio entre o terror e a inocência que fizeram deste filme um dos melhores filmes de 2008, e sem dúvidas, um dos melhores filmes de vampiros ou até mesmo de suspense já feitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 386px; height: 250px;" src="http://new.assets.thequietus.com/images/articles/1466/Let_the_right_one_in_2__Eli__Lina_Leandersson___c__Hoyte_van_Hoytema_1239374097_crop_550x368.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lógicamente, os americanos fizeram um remake deste filme, pois ele não aguentam que um filme estrangeiro seja melhor que um deles em tempos atuais. O filme foi dirigido pelo mesmo diretor de Cloverfild, e apesar de estar recebendo ótimas criticas no exterior e o trailer parecer bem bacana também, vejam esta versão original primeiro, pois não há nada mais puro do que a obra original. Já para aqueles que não conseguirem, tentem pelo menos ver o remake que lançará entre o fim deste ano e o começo do ano que vem aqui no Brasil, pois este sem dúvida é um filme incrível. Veja o trailer do remake abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="305" width="390"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/reRRAEVHq8E?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/reRRAEVHq8E?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="305" width="390"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-9041098366512820965?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/9041098366512820965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=9041098366512820965' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/9041098366512820965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/9041098366512820965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arteasetima.blogspot.com/2010/12/critica-deixa-ela-entrar.html' title='Crítica - Deixa Ela Entrar'/><author><name>guilherme spada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09198062533471808772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wwM0q98YFYA/SmheoMJw7QI/AAAAAAAAALU/N33hCyYLkNE/S220/32.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1852262198219501836.post-2366944208036945789</id><published>2010-12-06T14:31:00.000-08:00</published><updated>2011-09-08T14:50:11.681-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Um comentário sobre os últimos filmes em destaque</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar do blog ter ficado um tempo sem &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;publicar&lt;/span&gt; nada, acabamos conferindo diversos filmes que devido a falta de tempo, não conseguimos comentar sobre eles aqui no blog. Agora que foi &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;possível&lt;/span&gt;, juntamos tudo o que vimos num único &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;post&lt;/span&gt; com comentários sobre A Rede Social, O Garoto de Liverpool, Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; Contra o Mundo e o Escritor Fantasma:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 387px; height: 230px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.rocknbeats.com.br/wp-content/uploads/2010/07/The-Social-Network.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=H2T9TPL6Ncmr8Aa84NzjCg&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNES-jorzAHugIJE50Lt2S6Hr7sNrw" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2004, o estudante de Harvard, Mark &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Zuckerberg&lt;/span&gt;, jogou na rede um site onde as pessoas que eram convidadas a participarem, poderiam botar toda sua experiência de vida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;online&lt;/span&gt; para interagir com as outras pessoas cadastradas no site. O que no inicio era apenas uma ideia, logo se tornou o site de rede social mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;acessado&lt;/span&gt; do mundo, tornando o Mark &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Zuckerberg&lt;/span&gt; o mais jovem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;biolonário&lt;/span&gt; do planeta. Depois de ter sua história escrita num livro chamado "Bilionários Por Acaso: A Criação do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Facebook&lt;/span&gt; - uma História de Sexo, Dinheiro, Genialidade e Traição", David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Fincher&lt;/span&gt; chega em 2010 com um filme retratando toda a história desta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;ferramenta&lt;/span&gt; tão usada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;atualmente&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há muito o que comentar sobre o filme A Rede Social, pois sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;simplicidade&lt;/span&gt; é feita com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;maestria&lt;/span&gt; pelas mãos de um dos melhores &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;diretores&lt;/span&gt; da geração. A história se desenvolve num roteiro estruturado, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;atuações&lt;/span&gt; perfeitas e uma fotografia bela que combina com sua trilha sonora exclusiva de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;altíssima&lt;/span&gt; qualidade. Tudo flui com perfeição, e apesar do material ser jogado constantemente para o expectador - nos deixando um tanto &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;sobrecarregados&lt;/span&gt; por causa de tanta informação -, A Rede Social é um filme que não tem do que reclamar, a não ser pelo seu final. Depois de duas horas de filme acompanhando a criação desta empresa e todos os problemas que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;afetaram&lt;/span&gt; a vida de Mark, não há &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;exatamente&lt;/span&gt; uma conclusão para o fim. A última cena parece ser o inicio do desfecho final, mas é simplesmente uma cena que não merece tanta &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;importância&lt;/span&gt; e acaba sendo o grande &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;finale&lt;/span&gt;, nos deixando levar pelas legendas que aparecem na tela nos explicando o que aconteceu depois. De um jeito ou de outro, sabemos o que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;acontece&lt;/span&gt; depois porque o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Facebook&lt;/span&gt; ainda existe, firme e forte. Mas todos os problemas apresentados no filme que causaram toda a tensão que dá a vida ao filme foram simplesmente deixados de lado, nos causando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;exatamente&lt;/span&gt; a mesma sensação que David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Fincher&lt;/span&gt; nos causou em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Zodiaco&lt;/span&gt;. Um fim sem uma solução concreta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez este tenha sido a única coisa que prejudicou o filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Fincher&lt;/span&gt;, mas tirando isso, A Rede Social é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;ótimo&lt;/span&gt; filme. Não é o melhor do ano, mas vale a pena ser assistido. Afinal, estamos falando de David &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Fincher&lt;/span&gt; aqui, mesmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;diretor&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Seven&lt;/span&gt;, Clube da Luta, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Zodiaco&lt;/span&gt; e O Curioso Caso de Benjamin &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Button&lt;/span&gt;. Uma história diferente e moderna, não poderia dar errado nas mãos de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;diretor&lt;/span&gt; como esse. O único erro que foi &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;cometido&lt;/span&gt; é a expectativa de quase todos esperarem deste filme como sendo o melhor do ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 397px; height: 263px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://moviesmedia.ign.com/movies/image/article/108/1084210/nowhere-boy-20100416095103226_640w.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=2mT9TKb1N8H48AbAyZjmCg&amp;amp;ved=0CAQQ8wc4Sw&amp;amp;usg=AFQjCNFSb_L3Q-NuKZfrFokTfo97XSqzBQ" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo mundo que vê o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;trailer&lt;/span&gt; de O Garoto de Liverpool espera para ver uma história de John &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Lennon&lt;/span&gt; e como a banda dos Beatles de formaram ainda quando eles eram jovens. Para quem pensa isso e tem certeza de que verá é isso ao lera sinopse, posso dizer que estão enganados e a propaganda feita é mais para chamar a atenção dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;beatlesmaniacos&lt;/span&gt; do que tentar mostrar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;exatamente&lt;/span&gt; o que o filme tem a passar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Garoto de Liverpool conta a história de John &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Lennon&lt;/span&gt;, mas os Beatles são a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;última&lt;/span&gt; coisa que se destaca neste filme sobre um dos maiores artistas do mundo. Aqui, somos introduzidos a vida paternal de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Lennon&lt;/span&gt;, onde ele mora a tia, até que um certo dia, ele decide ir visitar a mãe, já que ele é impedido de ver ela pela tia. A vivência com sua mãe é totalmente diferente com sua tia, mais liberal e rebelde. E é numa dessas que ele acaba descobrindo o rock'n &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;roll&lt;/span&gt;. Resumindo, a história de O Garoto de Liverpool é sobre a relação de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Lennon&lt;/span&gt; com sua mãe quando ele estava no colegial. Lógico que mostra ele formando os Beatles e conhecendo Paul, mas este não é o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;atrativo&lt;/span&gt; do filme. Tudo que é apresentado é sobre ele, sua mãe e sua tia e a revelação de um segredo obscuro sobre sua &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;família&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tudo isso, não quer dizer que o filme seja ruim, muito pelo o contrário. Apesar dos Beatles ficar como plano de fundo, O Garoto de Liverpool é um tocante filme sobre relações familiares, extremamente bem feito com uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;atuação&lt;/span&gt; incrível de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Aaron&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Johnson&lt;/span&gt;, apesar dele não parecer nada com John &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Lennon&lt;/span&gt;. Para quem gosta dos Beatles, vale a pena dar uma olhada no filme, mas não espere ver muito dos Beatles.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 397px; height: 234px;" src="http://cdn.screenrant.com/wp-content/uploads/Scott-Pilgrim-vs.-the-World1.jpg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis aqui o filme mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;cool&lt;/span&gt; do mundo e sem dúvidas o melhor filme de Michael Cera, acompanhado com sua melhor performance até hoje. Não é nem preciso ser um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;fãn&lt;/span&gt; dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;quadrinhos&lt;/span&gt; de Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt;, pois a montagem, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;direção&lt;/span&gt; e o roteiro de Edgar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Wright&lt;/span&gt; fazem desta adaptação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;cinemátografica&lt;/span&gt; um dos melhores filmes de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem iria imaginar que um filme sobre um garoto que precisa derrotar os ex-namorados de uma menina para namorá-la ia dar certo? Principalmente quando se trata de um dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;quadrinhos&lt;/span&gt; mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;indies&lt;/span&gt; do mundo? Para aqueles que não botavam fé no filme de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt;, com certeza se surpreenderam, pois todo o visual descolado dos personagens, o modo como as cenas passam uma para outra e como elas são montadas tentando ser igual aos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;quadrinhos&lt;/span&gt; ou tentando transmitir as emoções visuais dos personagens para a tela, fazem de Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; Contra o Mundo um filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;prazeroso&lt;/span&gt; de ver graças a grande diversidade descolada que o filme apresenta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal, apesar de ter que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;eliminar&lt;/span&gt; os ex-namorados de sua nova namorada para ficar com ela, Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; não é um herói, e sim, um simples garoto de vinte e dois anos que mora com um amigo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;gay&lt;/span&gt; e que passa o dia tocando com sua banda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;Sex&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;Bob&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;Omb&lt;/span&gt;. Toda a história do mundo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; é igual a nossa só que com toques &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;indies&lt;/span&gt;, que dão um toque divertido a obra. E quando uma batalha estilo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;video&lt;/span&gt; game entra em cena no meio de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;show&lt;/span&gt; de rock &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;indie&lt;/span&gt;, tudo fica extremamente mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;cool&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que mais eu posso dizer? É uma história besta, que graças a identificação do mundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; com o nosso junto com um cenário descolado e frases &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;irônicas&lt;/span&gt; da vida alheia, fazem de Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; um filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;cool&lt;/span&gt;. Ele é isso, um filme &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;cool&lt;/span&gt; que de tão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;cool&lt;/span&gt; ele é sensacional. Sem contar a trilha sonora ou até mesmo a banda do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt;, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Sex&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;Bob&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;Omb&lt;/span&gt;, cuja as faixas foram criadas por nada mais nada a menos do que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Beck&lt;/span&gt;. O resto do filme são faixa originais de Social &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;Broken&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;Scene&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;Metric&lt;/span&gt;, entre outros. O que eu posso dizer? Veja Scott &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;Pilgrim&lt;/span&gt; Contra o Mundo que não tem erro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img style="width: 400px; height: 203px;" src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://3.bp.blogspot.com/_MnWz4Sr8GQc/TGwA0OvU4tI/AAAAAAAAACI/B_AhBowEZD4/s1600/Ghost_Writer_poster_header.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=ZWX9TK-fC4GC8gaoy-jmCg&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNFLqCRxOeo-dvImOuMRW_p7vObVLg" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não, O Escritor Fantasma não é um filme sobre espíritos e assombrações, mas sim, um intrigante &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;thriller&lt;/span&gt; feito por um dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;gênios&lt;/span&gt; do cinema ainda vivo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_94"&gt;Roman&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_95"&gt;Polanski&lt;/span&gt;. Ao contrário do que muitos pensam, Escritor Fantasma é o nome de um escritor contratado para escrever um livro começado por uma outra pessoa, o que neste caso é o papel do escritor britânico interpretado por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_96"&gt;Ewan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_97"&gt;McGregor&lt;/span&gt;. Porém, o que ele não sabe, é que uma verdade obscura se encontra nas paginas do manuscrito original que condena um terrível processo que o governador está passando, que neste caso, é o cliente de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_98"&gt;McGregor&lt;/span&gt;. O que o escritor não sabe, é que este segredo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_99"&gt;pode&lt;/span&gt; custar sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É interessante ver uma obra simples de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_100"&gt;Polanki&lt;/span&gt; depois filmes como O Pianista, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_101"&gt;Chinatown&lt;/span&gt; ou até mesmo o Bebê de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_102"&gt;Rosemary&lt;/span&gt;. Afinal, estamos sempre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_103"&gt;esperamos&lt;/span&gt; filmes tão bons quanto os anteriores, e acabamos nos decepcionando um pouco com os novos, como Oliver &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_104"&gt;Twist&lt;/span&gt;. Já o caso de O Escritor Fantasma, posso dizer que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_105"&gt;Polanki&lt;/span&gt; fez o que ele faz de melhor, e que não espera que esperamos muito dele, mas sim, de que aproveitamos o filme como ele deve ser aproveitado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_106"&gt;thriller&lt;/span&gt; se desenvolve com calma, e como no estilo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_107"&gt;Polanski&lt;/span&gt;, nunca mostra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_108"&gt;exatamente&lt;/span&gt; o que está acontecendo, apenas o ponto de vista do personagem e como ele enxerga tudo o que está acontecendo a sua volta. Apesar do título apelar para algo mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_109"&gt;sobrenatural&lt;/span&gt;, a história de O Escritor Fantasma é politica que acaba se misturando num misterioso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_110"&gt;thriller&lt;/span&gt; bem no estilo Bebe de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_111"&gt;Rosemary&lt;/span&gt;. É tenso, misterioso e intrigante. Um trabalho bem feito que apesar de não ser sensacional, é bem dirigido, estruturado, e que merece o nome de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_112"&gt;Polanski&lt;/span&gt; nos créditos. Sem contar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_113"&gt;atuação&lt;/span&gt; bela de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_114"&gt;McGregor&lt;/span&gt; e um final digno para qualquer filme de suspense.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1852262198219501836-2366944208036945789?l=arteasetima.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arteasetima.blogspot.com/feeds/2366944208036945789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1852262198219501836&amp;postID=2366944208036945789' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1852262198219501836/posts/default/2366944208036945789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.co
