Em 1995, John Lasseter realizou seu maior sonho e revolucionou o mercado do cinema ao lançar Toy Story, um longa metragem feito 100% através de computação gráfica. Durante quinze anos, a Pixar exerceu um trabalho inimaginável através da ajuda de Steve Jobs que se concluiu numa das produtoras de filmes de animação mais poderosas e respeitadas do mundo graças a sua imaginação e tecnologia através de filmes como Vida de Inseto, Procurando Nemo, Os Incríveis e Wall-E que conquistaram crianças e adultos do mundo inteiro. Após esses quinze anos, a Pixar trás de volta seu primeiro filme só que em sua segunda continuação. Toy Story 3 não só dá fim a história que foi base de tudo o que a Pixar representa hoje, mas como também, chega numa versão nova do mercado, conhecida como cinema 3D.

Demorou aproximadamente vinte anos para que John Lassater e mais um conjunto de amigos realizassem seu grande sonho: fazer um filme que seja inteiramente produzido por computação gráfica. Depois de muitos cursos, empregos, e desempenho para criar uma tecnologia boa o suficiênte para realizar um filme desse modo, os três amigos foram começando a Pixar do zero com a ajuda de Steve Jobs, dando seus primeiros passos na história através de diversos curtas que hoje são possíveis serem vistos no DVD Animações da Pixar. É incrível imaginar que a Pixar se formou do nada através da imaginação de três universitários que trabalhavam para a Disney para o que ela é e o que ela representa até hoje; mas foi todo o esforço desses três amigos que formou o que ela é até hoje. E apesar dos vinte anos de esforços, foi apenas em 1995 que Toy Story foi criado e aceitado para ser lançado.





Demorou aproximadamente vinte anos para que John Lassater e mais um conjunto de amigos realizassem seu grande sonho: fazer um filme que seja inteiramente produzido por computação gráfica. Depois de muitos cursos, empregos, e desempenho para criar uma tecnologia boa o suficiênte para realizar um filme desse modo, os três amigos foram começando a Pixar do zero com a ajuda de Steve Jobs, dando seus primeiros passos na história através de diversos curtas que hoje são possíveis serem vistos no DVD Animações da Pixar. É incrível imaginar que a Pixar se formou do nada através da imaginação de três universitários que trabalhavam para a Disney para o que ela é e o que ela representa até hoje; mas foi todo o esforço desses três amigos que formou o que ela é até hoje. E apesar dos vinte anos de esforços, foi apenas em 1995 que Toy Story foi criado e aceitado para ser lançado.
A criação de Toy Story foi uma grande jogada na loteria. Os patrocinadores e a Disney não sabiam muito o que esperar e muito menos o que o público ia achar, por isso, a história foi acompanhada bem de perto. No documentário A História da Pixar é mostrado que no início da criação de Toy Story, ninguém estava muito satisfeito. Wood era um personagem chato, e ninguém queria saber de um brinquedo cowboy. Porém, a história foi evoluindo e a os brinquedos acabaram ganhando vida e alegorias pelo que acontecia no mundo atual, como o próprio Buzz, que representava a nova gerações de brinquedos que se refletia num momento onde o homem ia a lua. Sem contar os sentimentos e personalidades que os brinquedos tinham.

Quando Toy Story foi lançado, todos piraram. John Lassater acabava de realizar seu sonho, crianças e adultos do mundo inteiro haviam se apaixonado pelo filme, a Disney e a Pixar lucravam horrores e uma nova porta na indústria de cinema acabava de ser aberta. O cinema de computação gráfica havia chegado ao mundo. Porém, fazer um sucesso é fácil, mas é apenas na segunda obra que vemos se o artista realmente tem talento ou sua obra prima não passa de uma epifania bem sucedida. John Lasseter voltou aos estúdios e criou Vida de Inseto. Em dois anos, o produtor deixou a vida de lado para criar seu mais novo filme que daria o respeito que a Pixar hoje em dia tem. O lançamento de Vida de Inseto agora marcava de fato a chegada do cinema em computação gráfica. Comerciais em computação gráfica começavam a aparecer, e até outras empresas estavam começando a adotar este tipo de produção.
Toy Story 2 foi a terceira produção da Pixar. Sua produção estava encarregada por Lee Unkrich, que se não tivesse pedido logo ajuda para John Jasseter, que estava dando um tempo depois de tanto tempo trabalhando, o filme não teria sido tão bom quanto é. Mais uma vez, Toy Story se tornou sucesso de bilheteria, e agora, a Pixar estava mais poderosa ainda. E foi ai que em 2001, o cinema de computação gráfica chegou ao Oscar, que indicava a quarta produção da Pixar como melhor filme da categoria, Monstros S.A.
Desde então, a Pixar foi longe. O que antes havia sido começado por brinquedos, a Pixar deu vida a insetos, monstros, carros, peixes e robôs. Apesar de estar dando vida a seres que os desenhos já tinham feito a muito tempo atrás, a Pixar conseguia botar magia através de sua perfeição em computação gráfica, e um roteiro forte e criativo que agradava de uma maneira incrivelmente balanceada as crianças e os adultos. A imaginação da Pixar nunca parou, e seus filmes sempre acabaram nos surpreendedo e sempre nos encantaram de um jeito que nenhum outro filme de animação jamais fez.

Quinze anos construindo uma história e uma reputação, a Pixar chegou em 2009 com Up - Altas Aventuras, ganhando indicações na acadêmia como Melhor Filme de Animação, que levou a estatueta, e também, Melhor Filme do Ano. Agora em 2010, a Pixar chega com Toy Story 3, uma produção que foi anúnciada há mais de três anos e que finalmente chegou, dando o fim a turma de brinquedos que criou esse mundo mágico e inspirou diversos artistas a prosseguirem com um sonho que deu certo.
Toy Story representa nada mais nada a menos do que a Pixar representa: a capacidade de ver o mundo de uma maneira mágica e linda. A história de Wood e sua turma de bonecos é uma perspectiva de um sonho, da vida de um boneco. Em seu primeiro filme somos apresentados a esse mundo, e os problemas sentimentais que envolvem os personagens. No segundo, os brinquedos se dão conta do que eles são no mundo e o que eles representam para seus donos. Neste terceiro, a chegada do inevitável acontece, exigindo uma responsabilidade e uma maturidade que os brinquedos ainda não conhecem: serem abandonados pelos seus próprios donos.

Mas a história de Toy Stoy 3 não pode ser apenas analisada por seu roteiro, mas sim, por tudo o que a Pixar passou até agora. Do primeiro para o terceiro filme, temos uma jornada de quinze anos que é facilmente percebida em seu roteiro e sua produção. A história está mais adulta, e como os novos filmes da Pixar, é considerada mais para os adultos do que para as crianças. Porém, o principal objetivo é levar os adultos a serem crianças, e é exactamente isso o que a história de Toy Story 3 faz. O dono de Wood e sua turma está indo para a faculdade, e no filme há situações que nos leva a concluir o quanto os brinquedos são especiais e todo esse carinho que temos e o mundo que criamos com eles quando somos crianças.
Além da história ser mais adulta e desenvolvida de um jeito mais maduro, inteligente e abordando uma perspectiva real e humana de um brinquedo, a computação gráfica de Toy Story 3 é impecável, assim como cada filme que a Pixar lança fica cada vez melhor. Ainda mais, Toy Story 3 chega em 3D nos cinemas, nos possibilitando de ver toda aquela incrível história em três dimensões, proporcionando uma experiência incrível para quem vê. Apesar de eu ter escrito uma matéria falando mal do cinema 3D, posso dizer positivamente sobre o uso de 3D nesse filme, pois afinal, ele foi produzido assim, ao invés de converterem ele para este modo. Sem contar que animações em 3D ficam muito melhores do que um filme de verdade. Mas isso não vem ao caso.

A chegada de Toy Story 3 é nada mais nada a menos do que o fim de uma aventura que acompanhamos desde 1995. Crescer e envelhecer junto com esses personagens e passar por tudo o que eles passaram é uma experiência única que a Pixar nos apresentou que engloba uma jornada de quinze anos de aperfeiçoamento, e que muito de nós acompanhamos. E como sempre, nunca nos decepcionando, a Pixar finaliza seu maior prêmio com um filme emocionante, que tirará lágrimas de nossos olhos, nos lembrando apenas uma coisa: Toy Story 3 é uma jornada feita por nós, e que envelhecer junto com todos esses personagens e junto com a Pixar, é uma magia que nós mesmos criamos. Se eu fosse você, pararia de ler essa matéria enorme, desligaria o computador agora e ia para o cinema pois a Pixar mais uma vez fez uma experiência mágica para você!
2 comentários:
Fico feliz com a volta do blog! Parabéns!
A Pixar realmente é um ótimo estúdio... o documentário The Pixar Story de Leslie Iweks mostra bem como eles são simples se divertem fazendo os filmes, e isso é importante nesse tipo de gênero, né?
Boa sorte com essa nova fase!
SIMPLESMENTE ÚNICO!
Saí emocionado e contagiado pelo ritmo, roteiro e produção do filme - como pôde ser tão perfeitinho? sim, Toy Story 3 consegue ser mais criativo e mais humano que os dois primeiros, sem dúvida coloca no chinelo as chatices repetitivas de Shrek e é mais digno, prazeroso e mais legal que outras animações por aí.
Achei muito bom mesmo a maneira como coloca a questão dos brinquedos - buscam, mais que tudo, o afeto dos humanos; querem atenção e não querem ser esquecidos jamais pelos seus donos - estes, inevitavelmente, crescem e tem que lidar com escolhas também.
O roteiro é muito bem dosado - é mais ousado na parte de delinear detalhes da vida e motivação do urso roxo...da forma como recria os diálogos e entrosamento de Woody e cia; da maneira como toca em nós nas cenas finais de Andy despedindo-se dos brinquedos...na maneira como a ação se desenrola com o humor...nunca ri tanto e, confesso aqui, que chorei no final...me arrepiei sim...e saí apaixonado!
Fiquei feliz mesmo! Toy Story fez parte de minha infancia, e pelo visto será definitivo pra toda vida!
Abraços
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